O Museu da Cultura Cearense (MCC) é um museu etnográfico que tem como proposta promover a difusão, a fruição e a apropriação do Patrimônio Cultural do Estado do Ceará, mediante ações museológicas de pesquisa, preservação e comunicação, visando a inclusão e desenvolvimento sociocultural.

O MCC busca tornar-se um espaço inclusivo, de produção de conhecimento por meio da relação entre educação formal, não-formal e informal; e expressar a cultura cearense de forma contextual e reflexiva: seus conflitos, contradições e temporalidades, valorizando a produção cultural dos cearenses, sua criatividade e diferentes formas de ser, estar no mundo, relacionar-se com o meio ambiente e com outros sujeitos sociais.

 

 

Oficina Miolo de Pote

Na oficina, o artista Bosco Lisboa ensinará técnicas para se trabalhar com argila e orientará a produção de trabalhos que irão compor uma instalação no museu.

Quando: de 19 a 22 de Julho.
Onde: Ateliê da Praça Verde.
Inscrições: encaminhar até domingo (17) e-mail para educativomcc@dragaodomar.org.br com o assunto “Oficina Miolo de Pote” e, no corpo do e-mail, nome, idade e telefone. Os candidatos selecionados serão contatados.

Sobre o artista

  • João Bosco Lisboa de Morais (Juazeiro do Norte CE 1963) começa a carreira artística modelando santos de barro. Desenvolve por mais dez anos pesquisa com artesãos do Sitio Touro e do bairro Tiradentes, tradicionais redutos da cerâmica em Juazeiro do Norte.

    Após uma temporada no Recife e participação ativa na vida cultural de sua cidade, inicia experiências como escultor de pássaros de grandes dimensões. Todavia, em 1994, quando se transfere para Fortaleza, ocorrem mudanças radicais em seu trabalho: passa a moldar o barro tendo vista sua relação com o cotidiano, e dá uma nova interpretação a sua arte. Em 1993, recebe menção honrosa no Salão dos Novos. Participou do Salão de Abril, 1997/1998 em Fortaleza; Salão de Arte Contemporânea de Sobral, 1998/2001. 1ª Bienal do Cariri, Juazeiro do Norte, 2001. Mostra Cariri das Artes, Juazeiro do Norte, 2003. Salão de Abril ( prêmio escultura), 2002/2004. Bienal Naif`s do Brasil( premiado), Sesc Piracicaba/SP, 2004. Participa do Projeto Abolição ”Tudo de barro”, Centro Cultural da Abolição, Fortaleza em 2005. Rumos Artes visuais – Itaú Cultural 2005/2006. Edital SECULT/2005 - contemplado na área de pesquisa. Edital FUNCET/2006-2008 – 2010-contemplado na área de formação e exposição,pesquisa- Edital Sistema Aberto de Seleção de Patrocínio Projetos para Realização de exposição no Espaço Cultural Correios em Fortaleza/2007. “Viva a arte viva do povo brasileiro” – Museu afro-Brasil de São Paulo – 2006/2007. Bienal de Artes de Valência-Espanha (Outras Contemporaneidades)/2007. Mostra “O Cariri é aqui” em Fortaleza/2007. “Artistas Brasileiros” – Senado Federal – Brasília/DF, 2007. Edital de ocupação do Espaço Cultural da Caixa Econômica, Salvador/Bahia, 2007. Museu de Arte contemporânea – MAC (Fortaleza) e II Edital do Programa CAIXA de Adoção de Entidades Culturais de 2006. Bienal Sao Paulo/Valencia - Encuentro Entre dos Mares – Espanha/2007. Projeto arte profissionalizante – SIEC - Coelce 2008. Contemplado no Edital de artes Secult 2008- Exposição- 2010 Exposição Teatro José de Alencar-“ De casa para o mundo do mundo para casa” Retrospectiva do salão de Abril até o ano de 2010. Fortaleza-2011-2012-Exposição os Sertões-Museu Afro Brasil-SP- Atualmente residindo em Fortaleza além de prêmios e contemplações em vários editais e salões, o artista desenvolve um projeto social e é fundador de uma ONG (Instituto Multicultura do Ceará) que atende a mais de duzentas famílias no conjunto São Cristóvão em Fortaleza.

 

 

 

► Exposição O Sertão Alegre de Babinski: Figuração e Oralidade no Ceará

Foto: Hélio Filho

 

Maciej Antani Babinski (Varsóvia, 1931) é uma lenda viva da arte brasileira. Viva o Ceará que o acolheu e agora desfruta da boa arte produzida por este pintor, gravador e aquarelista que se agiganta ao falar do périplo que percorreu até chegar a Várzea Alegre, onde além de uma família sertaneja ele encontrou o imaginário que o fez pintor.

Com curadoria de Dodora Guimarães, a exposição “O Sertão Alegre de Babinski: Figuração e Oralidade no Ceará” celebra a vida e a arte deste artista que, aos 85 anos, se reinventa a cada novo dia.

O artista que conviveu com Oswaldo Goeldi, Augusto Rodrigues e Darel Valença Lins, nos primeiros anos vividos no Brasil, no Rio, e anos mais tarde em São Paulo, com Wesley Duke Lee e Evandro Carlos Jardim, dentre outros expoentes da história da arte brasileira, há 25 anos deixou-se encantar por Lidia, e com ela fincou âncora no Sítio Exu, a poucos quilômetros do centro de Várzea Alegre.

 

Foto: Hélio Filho

 

Babinski abriu o seu ateliê para a nova paisagem e a nova figuração do entorno. A este sinal verde, uma corrente migratória humana adentrou, se fazendo presente, impondo-lhe cores novas e ardentes, e exigindo-lhe espaços em crescente expansão. O grafista cedeu ao canto da sereia sertaneja. As dezenove pinturas que deságuam na nova exposição foram todas produzidas após as suas últimas exposições em Fortaleza, no Sobrado Dr. José Lourenço, e em São Paulo, no Museu AfroBrasil, em 2012.  Marcadamente cearenses, são também as 31 gravuras realizadas na técnica da água forte, no seu belo e exemplar ateliê instalado no Sítio Exu.

Para Babinski, “essa exposição é um agradecimento ao ‘novo de sempre’ que encontrou na natureza e no povo do sertão cearense, que fez seu trabalho se desenvolver gradualmente através de um sentido mais humano.  É de certa forma o meu agradecimento ao Ceará e ao Brasil, que me tornaram talvez um pouco mais uno e claro”.

O artista, gentilmente, ainda agradece à equipe que viabilizou a mostra: “Também devo agradecer o apoio integral das pessoas que trabalharam para botá-la na parede. Obrigado”, diz.

Em cartaz até o dia 4 de setembro, no Piso Superior do Museu da Cultura Cearense. Visitação de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); e aos sábados, domingos e feriados das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.

 

 

 

 

 

 

Exposição Vaqueiros [Sala 4] [Exposição de Longa Duração]


Foto: Marina Cavalcante


Em exibição no Museu da Cultura Cearense desde 1998, a Exposição Vaqueiros arrebata o público que nela identifica traços de sua cultura e costumes. A exposição ao longo dos anos enriquece os saberes, instiga reflexões, desperta emoções. Nela revelam-se inúmeros elementos que possibilitam rememorar e reconstruir o que se compreende como o universo sertanejo.

Na exposição, você conhecerá o vaqueiro como profissional, sertanejo, trabalhador, conhecedor de inúmeras funções e do meio em que habita, capaz de inúmeros feitos, viajará pelas humildes manifestações do cotidiano, religiosidade e festividades e testemunhará particularidades como a habilidade com o artesanato do couro, as práticas da derrubada e da cria do gado, dentre outras.

 

 


Foto: Marina Cavalcante

 

 


Foto: Marina Cavalcante

 

No Piso Inferior do Museu da Cultura Cearense. Visitação de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.

 

 

 

 

Visitas mediadas

Além de mediar a exposição, os educadores do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura desenvolvem mediações com atividades e reflexões que colocam o público como protagonista da visita.

Grupos podem agendar pelo telefone 3488-8621, no horário de segunda à sexta, das 9h às 17h. Não será fornecido transporte.

Visitas mediadas para portadores de deficiência auditiva, com intérprete de Libra: sextas-feiras, das 12h às 18h30.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Agendamento de grupos para visitas às exposições

Núcleo de Ação Educativa

Partindo das especificidades de um museu etnográfico, o Núcleo de Ação Educativa do MCC objetiva formar educadores para atender ao público agendado e espontâneo. Composto por uma equipe multidisciplinar, realiza mediações com as mais variadas temáticas relacionadas à cultura popular trazidas pelas suas exposições.

Mediações
Os educadores do MCC proporcionam três tipos de mediações aos seus visitantes:

  • Mediação simples: mediação rápida, mais orientadora, destinada ao público não agendado e espontâneo. Duração de até 20 min.
  • Mediação ampliada: mediação problematizadora, formadora, que instiga o visitante a refletir de forma crítica sobre a exposição. Duração de até 01h30min.
  • Mediação com oficina: mediação mais prolongada, pois além de ter como ponto central a reflexão, nesta visita atividades de arte-educação são vivenciadas. Por exemplo: teatro de fantoche, desenho, contação de história, roda de conversa e oficinas de acordo com a exposição em cartaz. Duração de até 2hs.

 

O agendamento dos museus do CDMAC pode ser feito de segunda a sexta, das 9h às 17h.

Contato: (85)3488.8621
E-mail: agendamentomuseus@gmail.com

 

 

 

 

 

NOVIDADES DO NÚCLEO DE AÇÃO EDUCATIVA DO MCC

É composto por estagiários estudantes de graduação na área das Ciências Humanas que desenvolvem estratégias de mediação para o público, levantando reflexões específicas e interdisciplinares sobre as exposições e obras expostas, aguçando o olhar e a sensibilidade dos participantes, aprofundando sua criticidade e percepção. Além das escolas, também desenvolvemos mediações para grupos universitários, ONG’s, projetos sociais, grupos comunitários, dentre outros.

 

 

 

 

 

NÚCLEO DE PESQUISA, CULTURA E MEMÓRIA - NPCM

O Núcleo de Pesquisa, Cultura e Memória objetiva a realização de pesquisas a partir da observação, análise e interpretação do patrimônio cultural do Estado do Ceará. Visa fortalecer a produção de conhecimento no âmbito do museu. A pesquisa garante vitalidade ao MCC, agrega sentido ao acervo, cria base de informação para os usuários, formula conceitos e proposições para as exposições, estimula a reflexão e produção de interpretações do mundo e da sociedade.
Atua ainda na documentação, aquisição de acervos, processamento técnico de documentos (fontes escritas, orais, iconográficas e áudios-visuais) e publicação, por meio do projeto editorial da Coleção Museu da Cultura Cearense – Série Cotidiano e Trabalho/ Série Memória e Oralidade. O NPCM atua em parceria com os demais núcleos do MCC, compreendendo a indissociabilidade entre pesquisa e educação.

 

 

PROJETO COMIDA CEARÁ

Foto: Maurício Albano

O Projeto Comida Ceará, uma das principais pesquisas desenvolvidas atualmente, consiste em um trabalho continuado de pesquisa etnográfica das práticas alimentares das diversas regiões do Ceará. Realiza uma leitura complexa e dinâmica dos sistemas alimentares cearenses, sua diversidade e tradição inventiva. O Projeto tem como eixo estimular a interpretação dos significados possíveis que a alimentação assume na vida local e documentar acervos, valorizando e divulgando esse patrimônio, através de ações como exposições e publicações.


Desde 2008, a pesquisa de campo, realizada em 100 localidades de 63 municípios do Estado, gerou um amplo acervo de 48 mil fotografias, 1.524 objetos e 330h de registros orais em 698 entrevistas que revela o universo plural da comida cearense e das intensas trocas e sentidos que a entremeiam. A partir desses materiais diversos produtos e ações serão realizados, com destaque para uma exposição de longa duração. Tais ações objetivam a publicidade dos conhecimentos e acervos adquiridos, incentivando a reflexão sobre os sistemas alimentares cearenses e sua relação com diversos setores, entre os quais, educativo, econômico, turístico e cultural.

 

Foto: Maurício Albano

 

Foto: Maurício Albano

 

Foto: Maurício Albano

 

 

Diálogo Cultural

Seguindo uma diretriz do MCC, a de tornar o museu um espaço de aprendizagem, reflexão e debate, foi criado o projeto Diálogo Cultural, no qual é estimulada a discussão de temas diversos, relacionados às questões da cultura e suas relações com o espaço do museu. Trata-se de um encontro descontraído e dinâmico, aberto para o público em geral, em que convidados e pessoas da equipe do MCC conversam com os presentes sobre um tema específico. Esta ação é fruto do trabalho conjunto dos diversos Núcleos do MCC, sendo o planejamento e execução compartilhados pelos NPCM e NAE.

 

 

 

 

 

NÚCLEO DE MEDIAÇÃO SOCIOCULTURAL

O Núcleo de Mediação Sociocultural tem a proposta de ser o elo fundamental de aproximação do MCC com a sociedade, atuando de forma participativa para promover a inclusão das populações distanciadas do acesso aos museus a partir das seguintes ações:

 

PROJETO ACESSO


Foto: Éden Barbosa

 

O Projeto Acesso do Museu da Cultura Cearense, do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, iniciou suas atividades no ano de 2006, em parceria com representantes de instituições locais, com a proposta de fortalecer processos identitários e vínculos culturais das pessoas com deficiência, e colaborar na construção de espaços inclusivos no âmbito museológico e cultural. As ações do Projeto Acesso são centradas na pesquisa, educação, mediação sociocultural e comunicação.

No campo da pesquisa, o propósito é desenvolver estudos continuados com enfoque na promoção da acessibilidade aos museus e espaços culturais e identificar necessidades, expectativas, percepções, experiências e criatividades a partir de uma escuta ativa e atenta à riqueza de contribuições que o público alvo do projeto pode trazer aos museus, uma ação iniciada com a realização do estudo do público visitante com deficiência visual da exposição “Na ponta dos Dedos”, em 2009, em parceria com o Observatório de Museus e Centros Culturais.

No âmbito da educação e mediação sociocultural, o objetivo é criar ambientes educativos com atenção às necessidades do público alvo, mediante o planejamento de mediações para as exposições do Museu da Cultura Cearense; a criação de distintos recursos expositivos, novas tecnologias, linguagens e instrumentos de acessibilidade; a formação do público-alvo e dos educadores dos museus, com destaque para o programa "Museus em suas mãos", o qual tem o propósito de promover atividades antes, durante e depois da visita ao museu para alunos (as) de escolas e instituições que atendem pessoas com deficiência, atividades estas construídas em conjunto com professores (as), além de cursos, oficinas, projetos e atividades variadas relacionadas ao âmbito museológico.

Na área de comunicação, realiza-se a socialização das experiências do projeto no âmbito acadêmico, museológico e cultural, contribuindo para o compartilhamento de pesquisas realizadas, ideias e conhecimentos sobre acessibilidade aos museus.

 

 

Programa “O Museu em suas Mãos”

Professores (as) de escolas e instituições que atendem pessoas com deficiência são convidados (as) a participar da construção de ações educativas para as exposições temporárias. Cada professor (a) realiza atividades nas escolas, preparando os alunos (as) para a visita à exposição e estimulando a produção de materiais para serem expostos no Museu. Assim o grupo formado por professore (as) e alunos (as), durante a visita à exposição, tem a oportunidade de vivenciar uma autêntica experiência museológica, apreciar a própria criação e perceber a capacidade do museu para favorecer o protagonismo, o auto-reconhecimento e o reconhecimento do outro (a). 

 

 

Formação de educadores de museus


Foto: Éden Barbosa

 

São oferecidos cursos, palestras, seminários e oficinas periodicamente (curso de LIBRAS, Áudio-descrição, Orientação e Mobilidade, entre outros) aos educadores dos museus do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura e ao público.

 

 


Exposições Acessíveis


Foto: Marina Cavalcante

As exposições temporárias apresentam textos e legendas em Braille, tinta e LIBRAS; maquetes táteis, obras e objetos táteis, áudio-descrição de vídeos e de exposição, cadeira de rodas, rampas, e educadores para acompanhamento do público.

 

 


VAQUEIROS


Foto: Marina Cavalcante

O Projeto Acesso do Museu da Cultura Cearense disponibiliza um conjunto de recursos acessíveis tais quais: réplicas de alguns objetos da exposição; imagens táteis; mediações acessíveis; textos didáticos disponíveis para pessoas com baixa visão, em Braille e em voz sintetizada; vídeo em Libras; audiodescrição; educadores capacitados para receber e orientar o público.

 

 

 

Projeto museu e cidadania cultural

 

Exposição "Mucuripe no Mar das Memórias"       


Foto: Marina Cavalcante

                  
Curso de capacitação para jovens lideranças das comunidades localizadas nas proximidades do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, com o objetivo de promover a inclusão dos coletivos distanciados do acesso aos bens culturais. A partir de visitas a museus e espaços culturais, práticas de pesquisa sobre o patrimônio da comunidade e produção de exposições na comunidade onde vivem, os alunos e alunas compreendem o patrimônio cultural e natural como um resultado de práticas sociais e culturais de múltiplos e diferentes agentes socioculturais, além de incorporar sentimentos de pertencimento e reconhecimento do outro (a), adquirir novos conhecimentos e experiências e participar do mercado de trabalho museológico. Até o momento foram realizados três cursos para 80 jovens moradores das comunidades do Poço da Draga, Arraial Moura Brasil e Mucuripe.

 

 

 

 

NÚCLEO DE AÇÃO EDUCATIVA


Foto: Éden Barbosa

 

A ação educativa é, na atualidade, a essência do trabalho museológico e da instituição museu, pois é o movimento de ação e reflexão que estimula a produção do conhecimento e amplia as dimensões de valor e de sentido das ações de pesquisa, preservação e comunicação, bem como do patrimônio cultural de cada individuo e da coletividade.


A proposta educativa do MCC se inspira no pensamento do educador Paulo Freire, que tem influenciado diversos campos do conhecimento, inclusive o da Museologia com suas ideias sobre educação. A equipe do educativo é multidisciplinar, constituída por uma coordenadora, assistente de coordenação e estudantes de graduação de várias áreas do conhecimento.


Visitas Mediadas

O Núcleo de Ação Educativa do MCC é referência para grupos escolares de Fortaleza e do estado do Ceará, recebendo anualmente cerca de 300 grupos, que conhecem, desfrutam, pesquisam e retornam para aprender e se emocionar com suas exposições.

Para estes grupos, o Núcleo de Ação Educativa desenvolve atividades de mediação, levantando reflexões específicas e interdisciplinares sobre as obras expostas e a própria exposição, aguçando o olhar e a sensibilidade dos participantes, aprofundando sua criticidade e percepção.

Além das escolas, também desenvolvemos mediações para grupos universitários, ONG’s, projetos sociais, grupos comunitários, dentre outros.

As visitas mediadas do MCC dividem-se em:

  • Mediação simples: rápida, com intuito de orientar, destinada ao público não agendado e espontâneo. Dura cerca de 10 min.
  • Mediação ampliada: problematizadora, formadora, instiga o visitante a refletir de forma crítica sobre a exposição. Dura cerca de 1h15min.
  • Mediação com oficina: prolongamento da mediação ampliada, pois além de ter como ponto central a reflexão, são realizadas atividades complementares, como por exemplo: teatro de fantoche, desenho, contação de história, roda de conversa e oficinas de acordo com a exposição em cartaz. Dura até 2h.

 


Foto: Marina Cavalcante

 

 

 

Projeto Museu Vai à Escola


Foto: Éden Barbosa

 


O Projeto Museu Vai à Escola iniciado em 2010, tem o intuito de aproximar do MCC as escolas do entorno do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Primeiro, o Núcleo Educativo visita as instituições escolares, levando a peça “Um Dragão Chamado Chico”, de autoria da artista e ex – educadora do MCC, Josélia Pereira, para as crianças entre os 4 e 10 anos. Para as demais faixas etárias o encontro se efetiva por meio de um diálogo sobre as exposições do MCC e também mediante minicursos e oficinas sobre o patrimônio cultural por este representado. Posteriormente, as escolas visitadas são convidadas a conhecer o Museu da Cultura Cearense – MCC.

 

Formação de professores
As ações museológicas devem ser pensadas de forma integradas e compartilhadas entre escola e museu, tendo em vista o antes, o durante e depois da visita.  Assim sendo, a “Ação Reflexão” torna-se mais rica de significados, tanto para o MCC, quanto para a Escola.


Considerando a diversidade do público visitante o MCC pensou em diferentes tipos de mediações. Contudo, o nosso foco central é o público escolar, para o qual o Núcleo Educativo ampliará suas ações didático-pedagógicas, por meio do Projeto de Formação de Professores para visita ao museu.


O foco do projeto serão, inicialmente, os professores das escolas com visita agendada para o MCC. Os mesmo serão convidados a conhecer e discutir previamente as exposições e a proposta de mediação para sua turma, fortalecendo, deste modo, a relação museu-escola.

 

 

 

 

 

NÚCLEO DE DOCUMENTAÇÃO E CONSERVAÇÃO



O Núcleo de Documentação e Acervo possui um Banco de Dados sobre as coleções do MCC, sistematizado a partir do programa Donato, cedido pelo Museu Nacional de Belas Artes. Criado a partir de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Governo Federal e Governo do Estado do Ceará, a ação é um instrumento importante para a preservação e o desenvolvimento de práticas museológicas dirigidas às atuais e futuras gerações, possibilitando o acesso participativo a um acervo referencial do patrimônio material e imaterial do povo cearense, com suas práticas, expressões, conhecimentos, técnicas, objetos, artefatos e lugares, comunidades, grupos, e indivíduos.


O MCC opera com dois tipos de acervos: o INSTITUCIONAL (acervo objetual, iconográfico, oral, etc.) e OPERACIONAL (estruturas, monumentos, equipamentos, etc.) e utiliza técnicas conservacionistas para salvaguardar o acervo e o espaço físico do MCC de modo a garantir a preservação de 5.630 objetos, 1.150 fotografias em papel, 48.000 imagens digitais, 330h de acervo oral, 5.000 cromos, 1.150 fotografias em papel, 10.000 folhetos de cordel.

 

 

 

CONTATOS

- Núcleo de Ação Educativa
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira de 9h as 12h e 14h às 17h30
Contato: (85) 3488.8621
E-mail: educativomcc@dragaodomar.org.br 

- Projeto de Mediação Sociocultural
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira de 9h as 12h e 14h às 17h30
Contato: (85) 3488.8621/3488.8611
E-mail: mediacaoculturalmcc@dragaodomar.org.br 

- Núcleo de Pesquisa, Cultura e Memória.
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira de 14h às 17h30
Contato: (85) 3488.8621/3488.1945 

- Núcleo de Documentação e Conservação
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira de 9h as 12h e 14h às 17h30
Contato: (85) 3488.8621

 HORÁRIO DE VISITAÇÃO

Visitação de terça a sexta, das 9h às 19h; e aos sábados, domingos e feriados das 14h às 21h. Gratuito.
O Museu está localizado no piso térreo, na entrada principal (Avenida Presidente Castelo Branco) do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Rua Dragão do Mar, 81 – Praia de Iracema). Outras informações: (85) 3488.8621/3488.8611 ou mcc@dragãodomar.org.br

 

Catalogação do Acervo do Museu é patrocinada pelo BNDES/Governo Federal.

CENTRO DRAGÃO DO MAR DE ARTE E CULTURA

Rua Dragão do Mar 81, Praia de Iracema - CEP: 60060-390 - Fortaleza/CE - CNPJ: 02.455.125/0001-31
Informações gerais: 55 (85) 3488 8600 / 55 (85) 3488 8608