PROGRAMAÇÃO
PROGRAMAÇÃO
O que ver no DragãoMuseu da Cultura Cearense (MCC)

 

Exposição de longa duração "Vaqueiros" (foto de Luiz Alves)

 


     O Museu da Cultura Cearense (MCC) é um museu etnográfico que tem como proposta promover a difusão, a fruição e a apropriação do Patrimônio Cultural do Estado do Ceará, mediante ações museológicas de pesquisa, preservação e comunicação, visando a inclusão e desenvolvimento sociocultural. O MCC busca tornar-se um espaço inclusivo, de produção de conhecimento por meio da relação entre educação formal, não-formal e informal; e expressar a cultura cearense de forma contextual e reflexiva: seus conflitos, contradições e temporalidades, valorizando a produção cultural dos cearenses, sua criatividade e diferentes formas de ser, estar no mundo, relacionar-se com o meio ambiente e com outros sujeitos sociais.

     Em decorrência do aumento do número de casos de coronavírus, o complexo cultural recomenda que os seus visitantes sigam com o calendário vacinal atualizado e preservem o uso de máscara.

 

 

Horário de funcionamento
 

Visitas de terça a sexta, das 9h às 18h (com acesso até as 17h30), e aos sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h (com acesso até as 17h30).
Acesso gratuito e livre. 
Mais informações: (85) 3488.8621 


 

Agendamento de grupos 

O agendamento de grupos (limite de até 50 pessoas) pode ser feito de segunda a sexta, das 10h às 16h, pelo formulário
As visitas mediadas em grupo acontecem, preferencialmente, de terça a sexta, das 9h às 16h, e aos sábados, domingos e feriados das 13h às 16h, mediante agendamento prévio. São disponibilizadas também mediações programadas em Libras, mediante solicitação prévia.
Mais informações: (85) 99271-1315 e pelo e-mail agendamentosmuseus.cdmac@idm.org.br.


 

EM CARTAZ
 

Retrato de Mestre
Em cartaz até 20 de agosto de 2023
 

     Com curadoria do Mestre Júlio Santos, referência na arte da fotopintura, da assessora de museus do Dragão, Valéria Laena, e de colaboradores do MCC, a mostra apresenta um acervo composto de imagens e objetos relacionados a uma fotografia que vai dos monóculos, das câmeras de instantâneo (popularmente conhecidas como lambe-lambes) e dos retratos pintados, práticas de registros mais artesanais que já foram comuns no Ceará, à aplicação de técnicas digitais. A exposição conta com o apoio do Instituto Mirante, via Centro de Design do Ceará. Saiba mais

 

Visitas de terça a sexta, das 9h às 18h (com acesso até as 17h30), e aos sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h (com acesso até as 17h30). Acesso gratuito e livre.

 

 

Vaqueiros 
Exposição de longa duração


     Inaugurada em 28 de abril de 1999,  a exposição de longa duração Vaqueiros, localizada no piso inferior do Museu da Cultura Cearense, é o carro-chefe do MCC e já recebeu mais de 1 milhão de visitantes, compondo o circuito cultural de turistas e moradores da cidade. Nela, encontram-se elementos que possibilitam rememorar e reconstruir o que, tradicionalmente, compreende-se como cultura sertaneja. A exposição etnográfica tem curadoria de Margarita Hernandez e resulta de pesquisa coordenada pela historiadora Valéria Laena no período de 1998-1999, com equipe multidisciplinar formada por museólogos, antropólogos, historiadores, documentalistas e fotógrafos em expedição pelo sertão cearense.


     A pesquisa gerou um acervo de cerca de 130 peças, formando a coleção Vaqueiros que compõem uma museografia permeada de fotografias da vegetação da caatinga, retratos de vaqueiros (as); de instalações (casa do ferreiro, casa do seleiro, casa de vaqueiro, cercas, chocalhos, casarões de Icó-CE, sons do aboio); de vestimentas de couro (gibão, chapéu, luvas e botas de couro); utensílios domésticos de couro (cama, bancos); de utensílios de trabalho (marcas de ferrar, selas, chicotes, carros de boi); além de vídeo da vaquejada, e de elementos de festividade e religiosidade (máscaras de reisado, imagens de santos). Desta forma, os diversos públicos reconhecem o vaqueiro enquanto personagem simbólico na história e cultura cearense, oriundo de contexto social onde surgiram e se fixaram costumes e saberes oriundos de intrínseca relação com o sertão; identificam suas referências culturais; enriquecem com novos saberes, reflexões, emoções; viajam pelas manifestações de religiosidade e festividades; e testemunham a habilidade com o artesanato do couro, as práticas da cria e da derrubada do gado.


Visitas de terça a sexta, das 9h às 18h (com acesso até as 17h30), e aos sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h (com acesso até as 17h30). Acesso gratuito e livre.




Amar o mar é viver, de Celso Oliveira 
Em cartaz até 10 de maio de 2023
 


     A mostra apresenta 30 fotografias impressas em papel algodão fine art, registros produzidos pelo artista em suas andanças por cidades do litoral brasileiro que enfatizam a sua relação de afetividade com o mar e convidam os visitantes a uma reflexão sobre a urgente necessidade de preservação dos oceanos. Os trabalhos dialogam com textos poéticos escritos pela jornalista Tuty Osório.

    Com extensa obra voltada para a relação entre ser humano e a natureza, nesta exposição, em particular, o mar é protagonista. "Quando eu morrer voltarei para buscar os instantes que não vivi junto do mar de todos os cantos do mundo, amo com um amor mais forte e mais profundo aquela praia extasiada e nua onde me uni ao mar, ao vento e à lua". Inspirado pelos versos de Sophia de Mello Breyner, que expressam em palavras uma comunhão de intensidade e delicadeza com o mar, e pelas suas próprias vivências e pesquisas, o fotógrafo enfatiza a relação de Fortaleza com o mar, uma relação que, ao longo dos anos, vai se remodelando, ajustada aos modelos econômicos e aos costumes cosmopolitas.


Visitações diárias, das 9h às 21h. Acesso gratuito e livre.
 

 

 

Mural Barulhinho Delas





    O mural do workshop "Artesanias e Memória em Cerâmica" é resultado de parceria com o festival Barulhinho Delas. Com o conceito "tapeçaria de cerâmica" - tecendo pessoas locais e suas histórias juntas, as alunas do curso ministrado pela artista londrina Carrie Reichard elaboraram as peças que homenageiam 11 profissionais da cultura, entre gestoras, produtoras culturais e artistas de múltiplas linguagens: a escritora Tércia Montenegro, a gestora cultural Valéria Cordeiro, a atriz Jéssica Teixeira, a artista visual Simone Barreto, a cantora Mônica Gadelha, a produtora cultural Verônica Guedes, a diretora teatral Herê Aquino, a coreógrafa e dançarina Silvia Moura, a artesã Antonizete Índia, a articuladora comunitária Ritinha e a ativista LGBTQIA+ La Belle Rainbow.

 

Visitações diárias, das 9h às 21h. Acesso gratuito e livre.

 

 

 

PROGRAMAÇÃO EM MAIO

 

21ª Semana Nacional de Museus 


Live "Acessibilidade e bem-estar nos museus" com Carlos Viana, Lara Lima, Igor Girão e Vitória Sâmea
Dia 16, às 15h, no Youtube do Dragão do Mar (youtube.com/dragaodomarcentro). Acesso gratuito e livre.


Visita mediada "Memória como promoção do bem-estar" com Mestre Júlio na exposição Retrato de Mestre
Dia 18, das 9h às 11h e das 14h às 17h, no MCC. Acesso gratuito e livre.


Oficina "Xilogravura e Sustentabilidade: da umburana de cambão às práticas sustentáveis de impressão" com o xilografurista Carlos Henrique
Dias 19 e 20, das 9h às 11h e das 14h às 17h, no Ateliê dos Museus. Acesso gratuito e livre. Classificação: 15 anos. Inscrições em bit.ly/semanademuseus1


"Museus Indígenas, sustentabilidade e território para promoção do bem-estar" com Antônia Kanindé

Dia 20, às 17h, no Auditório do Dragão do Mar. Acesso gratuito e livre


Exibição do filme "Um outro Francisco" de Margarita Hernandez
Dia 20, às 18h, na sala 1 do Cinema do Dragão. Acesso gratuito e livre

 

Oficina "Moldura de Mestre: uma oficina de molduras sustentáveis" com Júlia Moreira e Bárbara Abril
Dia 21, às 15h, na exposição Retrato de Mestre no MCC. Acesso gratuito e livre.


 

PARCEIROS