2005
EXPOSIÇÕES MAC

    Paris em Foco
Objectif Paris
Apoio: Consulado Geral da França para o Nordeste/ Aliança Francesa

Paris é a cidade que viu nascer oficialmente a Fotografia. Foi lá que ela se desenvolveu e se transformou ao longo do tempo, de tal maneira que Paris é identificada, muitas vezes, como a capital da Fotografia.
Fotografar Paris na aurora do século XXI se torna assim um desafio importante, já que cada fotógrafo se confronta com grandes imagens no passado.
As fotografias foram selecionadas em cinco grandes coleções municipais: a Biblioteca Histórica da Cidade de Paris, o Museu Carnavalet, o Museu de Arte Moderna, a Casa Européia da Fotografia e o Fundo Municipal de Arte Contemporânea.


Projeto Paredão – II Edição
Eu Morro Um pouco Toda Vez que Te Digo Adeus - Paulo Lima Buenoz

Nesta segunda versão do projeto Paredão, temos como convidado o artista paulista Paulo Lima Buenoz, que vive e reside na cidade de São Paulo e nos apresenta a instalação Eu Morro Um Pouco Toda Vez que Te Digo Adeus, originalmente apresentada no Museu de Arte Moderna de São Paulo, em 2001. O título do trabalho é inspirado na música do cantor norte-americano Cole Poter (1891-1964) I die a little every time I say good by.


Fotopintura
Ensaio Visual
Apoio: Lei Estadual de Incentivo à Cultura

As imagens desta exposição mostram uma seleção de uma ampla coleção de fotopinturas, coletadas no Cariri, sul do Estado do Ceará.
A fotopintura acompanha o processo fotográfico desde os inícios desta técnica em meados do século XIX e tornou-se popular tanto na Europa como em todo o Brasil. No entanto, hoje, o Brasil – e sobretudo o Ceará – é uma das últimas regiões do mundo onde ainda sobrevive a técnica, sendo também por aqui cada vez mais rara.


Doações Recentes IV
Clube de Colecionadores da Fotografia do MAM-SP
O clube funciona desde 1986 e o de fotografia, mais recente, foi criado em 2000 em um momento em que a linguagem se difundia fortemente entre os artistas plásticos e colecionadores privados. O clube conta com nomes de artistas reconhecidos pela importância de suas obras e permite um breve panorama pela fotografia brasileira altamente qualificada. Torna–se portanto, um incentivo para o começo de uma coleção dessa linguagem para o nosso jovem museu cearense e traça um paralelo com a exposição Paris em Foco em cartaz no MAC.


Artista Invasor – III Edição
Mitos Vadios - Solon Ribeiro
Solon Ribeiro é uma pessoa de sorte: estava no momento certo, no lugar certo. O artista cearense esteve ao lado de Hélio Oiticica enquanto este promovia sua última performance e pôde realizar este memorável ensaio fotográfico, ainda inédito no país, que o MAC tem o privilégio de apresentar para o seu público.
O evento que foi registrado pela lente inquieta de Solon, aconteceu em um estacionamento na tradicional Rua Augusta, em São Paulo, a rua da moda à época, palco de acontecimentos e lugar tomado pela juventude dos anos 60 e 70.


Obras em Destaque

Nesta versão, contamos como nossos convidados cinco moradores da Comunidade do Poço da Draga, situada imediatamente à frente do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. São eles Rocilda Cristina Lima Ferreira, Vanusa Machado, Isabel Cristina Lima Machado, Francisco Efrazio e Antônio Tavares.
Eles são os nossos convidados a atuarem como curadores e selecionaram com os seus olhares afetivos, puros e despretensiosos, o que gostariam de apresentar do acervo para o público do museu.




Vidéofresnoy – Productions // Projections

A exposição de vídeos realizados pelos estudantes do Instituto Le Fresnoy (Norte da França), com curadoria de Pascale Pronnier é uma rara oportunidade de se assistir os resultados da produção de uma das mais importantes instituições européias que exploram a linguagem cinematográfica e seu desdobramento como meio artístico.


Como é doce morrer no mar...
Apoio: Reno Bello Serviços e Equipamentos

Esta mostra de vídeos é para ser vista com todo o tempo do mundo. Os apressados sairão perdendo. A arte aqui propõe um outro tempo. Um tempo que identificamos como sublime e candenciado pelos sons, pelos movimentos das águas e pelas narrativas de cada um desses vídeos selecionados para “Como é doce morrer no mar...”. Nada mais que pinturas que se movimentam no silêncio proposto por imagens, palavras e sons.


Doações Recentes III
Leonilson – 15 obras

Apoio: Banco do Nordeste do Brasil - BNB

Leonilson, artista cearense, encontra-se hoje nas principais coleções de instituições nacionais e internacionais. Os museus de Arte Moderna de São Paulo, do Rio de Janeiro e de Nova Iorque, a Tate Modern, de Londres, o Centro Georges Pompidou, em Paris e o Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, estão entre estas instituições que possuem obras do artista em seu acervo.
A partir de agora, o Museu de Arte Contemporânea, com a generosa doação da família do artista e do Projeto Leonilson, torna-se a mais nova instituição a abrigar obras do artista. São 15 obras para nossa coleção. Nos tornamos com essa doação, mais uma referência nacional sobre a obra de Leonilson.


Doações Recentes III
Clube da Gravura do MAM – 19 Gravuras

Criado em 1986, o Clube de Colecionadores de Gravura do MAM-SP foi uma das mais bem sucedidas iniciativas da instituição no fomento da cultura. Incentiva a produção artística, populariza o hábito de colecionar, além de colaborar na formação e sedimentação de um mercado de arte no país: condição ideal e necessária para o desenvolvimento da criação artística inovadora e independente.


Artista Invasor – II Edição

Marta Neves
Tratam-se de pinturas. Mas não pinturas convencionais encontradas nas paredes de museus de arte ou nas residências e realizadas por artistas consagrados, pintadas sobre tela e emolduradas comodamente nas paredes. Suas pinturas criam um embate entre o que entendemos por arte erudita e arte popular; entre artista e artesão; entre artes visuais e literatura na inocência e irreverência percebida nas entrelinhas dos textos que elucidam estas pinturas que foram propositalmente espalhadas pelas paredes do museu e que repetem os muros das cidades brasileiras com o visual precário que as caracterizam.


O Museu Visto Por Dentro

Exposição organizada pela equipe do Setor de Conservação e Acervo do MAC, que apresenta a reserva técnica e lança campanha da necessidade de implantação dos equipamentos técnicos adequados para este trabalho.


Obras em Destaque
Escolha das obras pela Equipe de Educadores do MAC

A terceira edição do programa de exposições “Obras em Destaque” da Coleção do Museu de Arte Contemporânea, reúne trabalhos de diferentes épocas e linguagens que pertencem aos acervos do Museu e da Pinacoteca do Estado que encontram-se sob nossa guarda. Desta vez, as obras aqui expostas, foram selecionadas por nossa equipe de educadores como parte deste ciclo de mostras que tem por objetivo trazer novos olhares para se pensar a arte dentro do MAC.



Darío Basso
A exposição "Darío Basso", com 44 pinturas a óleo e três instalações do artista, oferece uma retrospectiva de sua obra desde 1986 à atualidade.
Apesar do curto período de tempo (dezoito anos) para tratar-se de uma obra retrospectiva e, levando em consideração, sobretudo, as expectativas que geram a maturidade de um pintor com talento, esta viagem através dos diferentes períodos que formaram a prolífica trajetória de Darío Basso ajudará o visitante a aprofundar o conhecimento de sua obra.


Doações Recentes 2005 – II Edição
Apoio: Acriarte

Florian Raiss – 6 desenhos
Nasceu no Rio de Janeiro em 1955 e vive e trabalha em São Paulo. Estudou na Academia de Belas Artes de Roma entre 1973 e 1975. Artista multimeios transita por linguagens como o desenho, a pintura e a escultura com muita sensibilidade.

Leda Catunda – 3 gravuras
Nasceu em São Paulo, em 1961. Em 1984, forma-se em Artes Plásticas na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). No ano seguinte, ainda muito jovem, participa da 18ª Bienal Internacional de São Paulo e realiza sua primeira exposição individual. Mais uma representante da chamada “Geração 80”.

Paulo Climachauska – Instalação com 10 peças
Este é o terceiro trabalho doado ao museu a pedido da direção. Um trabalho que cria um diálogo com a cultura e tradição cearenses do artesanato.

Regina Silveira – 5 gravuras
Sua obra, que tem raízes em linguagens tradicionais como a gravura e o desenho, torna-se extremamente contemporânea com a ampla utilização das novas mídias.

Rosana Ricalde – Instalação
A matéria prima da artista é a palavra escrita que ela trabalha plasticamente, reorganizando, recriando, transformando-a em poética visual. Uma inteligente simbiose de literatura com as artes visuais.

Tomie Ohtake – 2 gravuras doadas pelos colecionadores Vera e Miguel Chaia, de São Paulo
A artista do alto dos seus 90 anos continua produzindo e muito atenta à contemporaneidade. O que a torna uma referência obrigatória quando se pensa na pintura e na escultura urbana no país. Uma obra marcada pela influência da arte oriental japonesa como ela deixa entrever ao confirmar “que essa influência se verifica na procura da síntese, poucos elementos devem dizer muita coisa”.


Obra em Destaque – Antônio Bandeira
Escolha da obra pelo mestre em literatura Carlos Augusto Lima

Exposição da obra “Cidade”, s/d, de Antônio Bandeira, com texto crítico de Carlos Augusto Lima.


Projeto Artista Invasor – I Edição
Járed Domício
O jovem cearense, nascido em Fortaleza em 1973 é fruto bom da nova safra de jovens artistas que se percebe no ambiente artístico do estado e do país. Járed é o primeiro convidado para intervir no Museu de Arte Contemporânea dentro do projeto Artista Invasor. Um ambicioso projeto do museu no intuito de trazer para dentro de suas instalações a produção mais provocativa para se pensar e disseminar os novos caminhos da arte e discutir o papel da instituição na sua fomentação.



‘Primeiro me deram de presente as nuvens…’ – Antônio Bandeira

Exposição de 45 obras, com o viés voltado ao tema das “cidades” e também apresentando auto-retratos do artista. O objetivo da exposição era apresentar ao público produções ainda inéditas de desenhos e estudos de autoria do artista cearense.


Doações Recentes 2005 – I Edição
Nazareno
Nascido em São Paulo, em 1967, é de família cearense e passou boa parte de sua vida em Fortaleza. De volta a São Paulo em 2004, o artista que é bacharel em Artes Visuais pela Universidade de Brasília desenvolve uma obra silenciosa e de rara sensibilidade. Em O dia que eu catei os pedaços do céu (2001), Nazareno faz referência às coisas simples da vida em um jogo de palavras, neste caso, o próprio título e a imagem fotográfica, registro de uma ação delicada em suas sutilezas e significados.


Doações Recentes 2005 – I Edição
Frans Kracjberg
Nascido na Polônia em 1921, Frans Krajcberg emigrou para o Brasil em 1948. Não só a natureza o deixou mais internacional, o poder de sua obra plástica também. O artista com sua obra plástica de forte impacto visual busca os elementos naturais que compõe os seus trabalhos na própria natureza, sem, no entanto, degradá-la. Pelo contrário, depois de prontos eles se tornam verdadeiros manifestos políticos em defesa da preservação do meio ambiente e seus povos.


Obra em Destaque
Paulo Climachauska

Este trabalho foi apresentado originalmente como parte integrante de uma instalação na Primeira Bienal Ceará - América de Ponta Cabeça, apresentada em Fortaleza, em 2003. Formado em história, o artista que se intitula um autodidata, estabelece um diálogo aberto com a arte construtivista brasileira em suas primeiras esculturas e instalações e nos mais recentes desenhos e intervenções espaciais (Bienal de São Paulo de 2004).


Projeto Paredão – I Edição
Regina Silveira
Comodato por 6 meses da obra: Master pieces in absentia: Calder, (1999)
Regina Silveira, que nasceu no Rio Grande do Sul, vive e trabalha em São Paulo, se intitula apenas artista e está sempre investigando os postulados da arte e os limites de suas linguagens.


Efrain Almeida e Maurício Coutinho

Exposição de 60 trabalhos em aquarela dos artistas plásticos Efrain Almeida e Maurício Coutinho.



Espetáculo de Dança “O tempo da paixão ou ‘o desejo é um lago azul’”

Espetáculo de dança dirigido por Andréa Bardawil, baseado na obra de José Leonilson. O evento, feito para um público máximo de 50 pessoas por apresentação, contou ainda com uma mostra de vídeos sobre o artista na prévia do espetáculo e um Espaço de Convivência com matérias de jornal, catálogos e biografia.


 

 

 

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