2006
 
   

 

 

Gravura Contemporânea Brasileira
Coleção Museu de Arte Contemporânea

A mostra organizada pelo Museu de Arte Contemporânea do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, evento que integra a 2ª Bienal da Gravura do Ceará, promovida pela SECULT, traz uma seleção da instigante produção contemporânea de gravura, uma das mais antigas linguagens plásticas da humanidade, com nomes como Regina Silveira, Cláudio Mubarac, Eduardo Eloy, Siegbert Franklin, Laurita Salles, Monica Barki, Paulo Penna, Rosana Monnerat, Sofia Panzarini entre outros de igual importância para a compreensão da gravura produzida no país. Os artistas convidados a participar e doar obras para a coleção do museu, sem deixar de apresentar uma poética própria, questionam os limites dessa linguagem nos seus desdobramentos na contemporaneidade, quando deixou de ser apenas uma incisão, um corte desferido sobre uma placa de madeira ou chapa de metal.


 

 

O expressionismo na gravura de Goeldi
Coleção privada de André Buck, de São Paulo

Oswaldo Goeldi é um importante artista moderno brasileiro (1895-1961) e tem na gravura, mais precisamente, na xilografia, o seu meio mais instigante de expressão. É impossível pensar a linguagem gráfica no país e não lembrar a contribuição deste artista de veia expressionista alemã, para a linguagem gráfica. Poucos conseguiram na recente história da arte brasileira, um resultado tão contundente com o mínimo de incisão sobre a madeira e no uso econômico da cor.

Será uma oportunidade única para os artistas locais, acostumados ao rico ambiente em que a linguagem gráfica tem forte presença como manifestação artística, o embate com o pensamento gráfico de Goeldi. A exposição será um generoso recorte do melhor de sua produção gráfica reunidos em uma só coleção privada de São Paulo. São 36 xilogravuras e o livro raro Cobra Norato, de Raul Bopp, publicado em 1937 com as primeiras xilogravuras coloridas de Goeldi


 

 

A obra gráfica de Sérvulo Esmeraldo
Coleção Museu de Arte Contemporânea

Uma seleção de 30 gravuras do mestre cearense dão conta de sua produção gráfica iniciada nos meados dos anos 40. A exposição começa com trabalhos de quando ainda vivia no Ceará, antes de sua “aventura” européia que durou cerca de 20 anos. Esta será a primeira vez que a cidade terá a oportunidade de conhecer um generoso e completo olhar sobre sua obra gráfica, orientado pelo próprio Sérvulo Esmeraldo. Nesta seleção predominam a xilo e mais tardiamente, suas experiências com a gravura em metal e o uso contido da cor.

O museu, com esta iniciativa, dá um importante passo para a preservação da memória artística no Estado, cumprindo o seu papel de disseminar artistas que exerceram e ainda exercem forte influência na produção artística regional e, no caso de Sérvulo Esmeraldo, no país.


 

Maria Bonomi

O exercício da gravura é intimista - a peleja da goiva com a madeira deixa marcas intrinsicamente ligadas ao gesto, ao fazer artesanal. À artista, porém, a matéria não impôs limites. Ao contrário, criou-lhe asas de madeira e papel. Dessa forma, ampliando grandemente a escala de suas impressões, redimensionando a função da matriz, transferindo suas experiências de ateliê para os espaços públicos, a artista discute as mais relevantes questões da arte na contemporaneidade.


Projeto Artista Invasor
Cláudia Sampaio

A artista cearense é a convidada para ocupar o museu no período da II Bienal Internacional Ceará de Gravura. Cláudia Sampaio vai literalmente ocupar o MAC ao intervir diretamente em suas paredes na sala que lhe será destinada. A artista que transformou sua casa em ateliê ou seu ateliê em casa, faz das paredes o suporte para sua obra gráfica que consiste em inscrições, colagens e impressões diretas na superfície de cimento frio e pintado de branco. Como folhas de papel, as paredes rasgadas tornam-se o lugar perfeito para manifestar e expor os seus textos quase poemas sobre a sua visão de mundo. Durante cerca de dois meses esta sala do museu estará em constante transformação aos olhos do público. Uma maneira de desmitificar o artista e sua obra ao aproximá-los dos nossos visitantes.

 


Projeto Paredão
Iara Freiberg

A artista Iara Freiberg se vale em seus trabalhos da arquitetura dos espaços expositivos. Suas ocupações possuem uma intimidade com a forma do lugar, e são dotadas de uma geometria rigorosa: valendo-se de jogos de perspectivas, acabam por prolongar os espaços dados. Através da obra de Freiberg não só somos acometidos de um novo olhar para o que está ao nosso redor, como suas intervenções têm o poder de fazer surgir novos espaços e conexões, unindo dentro e fora, o que está embaixo com o que está acima. Depois das suas intervenções parecem surgir portas, janelas, novas entradas, saídas, ou mesmo ligações entre o exterior e o interior. É como se com sua obra a artista tivesse o poder de doar uma segunda pele aos ambientes que ocupa, revelando aberturas antes ignoradas.

Luisa Duarte


Draco Draconalis Dragão

Quem vem bastante ao Centro Dragão do Mar, já deve ter visto ou ouvido falar sobre um dragão nascido da imaginação de um menino. Não, ele não é o Dragão do Mar! Seu nome é Draco. Ele e seus amigos vivem muitas aventuras e descobertas no mundo da cultura e da arte.
Em comemoração ao aniverssário de um ano do Projeto Dragãozinho (Projeto Draco) e ao Dia das Crianças, a partir do dia 12 de outubro o Museu de Arte Contemporânea expõe dentro do projeto Gabinete de Curiosidades os desenhos que deram origem as histórias em quadrinhos do Draco.

 


Bloco E

Ricardo Aderaldo, jovem artista, nos traz à luz do Século XXI o desenho com traços acadêmicos como possibilidade de retratar pessoas no seu anonimato, em situação de internação em hospitais de Fortaleza.

O artista parece querer com este gesto, além de dar visibilidade a estas pessoas, de certo modo um ato singelo, estender-se no tempo veloz dos nossos dias ao dedicar-se junto ao retratado, a uma técnica quase ‘artesanal' para os nossos dias intermediados pela alta tecnologia.

 


Rumos Itaú Cultural nas Artes Visuais
Entre o público e o privado: transições na arte contemporânea

A exposição “Rumos Itaú Cultural nas Artes Visuais”, é uma referência importante sobre a produção emergente em arte contemporânea no país. Em sua versão atual apresentada primeiro em São Paulo e posteriormente no Rio de Janeiro, reuniu obras de 78 artistas ou grupos selecionados por curadores que viajaram o País para mapear essa produção. O grupo formado por Cristiana Tejo, Luisa Duarte e Marisa Mokarzel, foi coordenado pela crítica de arte Aracy Amaral e trouxe para discussão por meio dos trabalhos selecionados, questões relacionadas à vida nas cidades e os seus paradoxos arquitetônicos, urbanísticos e sociais.

Em um formato reduzido para Fortaleza, com curadoria de Luisa Duarte, a mostra conta com 30 artistas que apresentarão o melhor do panorama da arte contemporânea brasileira. Entre eles os cearenses Ticiano Monteiro e Jussara Correia.
As linguagens são as mais variadas entre pinturas, desenhos, esculturas, objetos, móveis, instalações, fotografias, sites specifics e vídeos, além de performances, intervenção urbana e exibições audiovisuais.


Doações Recentes IV
Luiz Hermano

Luiz Hermano, cearense de Preaoca, guarda muito de suas raízes culturais no sofisticado processo artístico de realização de sua obra. A fatura beira o artesanal e recebe forte influência da cultura nordestina no rendilhado de suas teias de arame que estruturam os trabalhos.

O Museu de Arte Contemporânea apresenta a sua generosa doação que forma um dos núcleos mais completos da obra de um único artista em nossa coleção. Foram incorporados ao acervo cerca de 30 trabalhos de diversas linguagens. São gravuras, relevos, desenhos, pinturas, esculturas e uma instalação que permitem percorrer quase 30 anos de um sólida carreira construida principalmente na cidade de São Paulo.
Esta é a oportunidade dos cearenses conhecerem a produção de um artista muito pouco visto no Estado.

 


Gabinete de Curiosidade
"ENTRELINHAS"

Curadoria de Bitu Cassundé

A mostra “ENTRELINHAS” possibilita um passeio curioso pelas inter-relações entre essas estéticas e mostra a palavra como suporte na criação de artistas que a utilizam como meio.

Para compor as “ENTRELINHAS” visuais e literais dessa mostra: Adolfo Montejo Navas (Espanha), Francisco de Almeida (CE), José Spaniol (RS), Leya Mira Brander (SP), Leonilson (CE), Murilo Maia (CE), Paulo Bruscky (PE), Paulo Climachauuska (SP), Rosana Ricalde (RJ), Rosângela Dorazio (MG) e Laura Vinci (SP).


Imagem e Paisagem
Percursos Fotográficos

Nas 46 imagens que compõem esta mostra “a construção do mundo, com todas as suas desordens, determina a composição”, nas palavras do crítico de arte francês Pascal Beausse. São 16 fotográfos selecionados pelas curadoras francesas Marie-Noëlle Farccy e Florence Terki. A fotografia, sem dúvida, é a invenção humana mais revolucionária na atualidade. Não se pode desconsiderar a importância do desenvolvimento do avião, da presença do homem na lua e do telefone. Mas com a fotografia o mundo se renovou, passou a ser registrado e enxergado através da magia das imagens, e dai não ser mais o mesmo, passou a ser dividido em um mundo mágico e um mundo real.


 

DESignu / desDOBRAMENTOS
Curadoria de Bitu Cassundé

A exposição DESignu / desDOBRAMENTOS discute o desenho e as suas manifestações contemporâneas, a relação do traço tradicional e as suas diversas nuanças em mídias ou suportes; elabora um recorte instigante entre artistas que utilizam o traço, a forma, a linha, em novas leituras, e constrói um diálogo da produção cearense com a nacional. Entre os artistas selecionados estão: Wáleria Américo, Vitor César, Járed Domício, Efrain Almeida, Iran do Espírito Santo, Rosana Ricalde, Felipe Barbosa, dentre outros.


 

Doações Recentes III
Fotografia na Coleção do MAC

Lina Kin, Gentil Barreira, José Guedes, Bia Cordovil, Marcos Guilherme, Rodolfo Athayde, Solon Ribeiro e a italiana radicada em Fortaleza, Francesca Novicelli, dão o recado das qualidades da produção contemporânea brasileira na fotografia.
Trata-se de uma exposição de linguagens híbridas onde o que importa é a potência da imagem. A fotografia veio para ficar em janeiro de 1839. Descoberta por Louis Daguerre, veio também para desestruturar, no bom sentido da palavra, certas convenções da arte à época e na atualidade. Nos anos 90, a fotografia ou a imagem fotográfica, se viu alçada como a mais popular linguagem utilizada pelos artistas contemporâneos e aí foi explorada em todas as suas possibilidades plásticas.
Assim, o acervo do Museu de Arte Contemporânea do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura continua crescendo em sintonia com a produção mais emergente da arte contemporânea.


 

Artista Invasor
Júlio Leite

A intervenção da série Croma que o paraibano Julio Leite (1969) apresenta no MAC, é um trabalho que de imediato não sabemos sua “finalidade” diante de sua simplicidade plástica. Trata-se de uma noção da pintura nascida nos ambientes dos ateliês e legitimada nas salas dos museus, sai para o ar livre e se confunde com o grafite, a arte surgida nas ruas. O trabalho do artista está na forma de cartazes ou lambe-lambes, como comumente é conhecido este meio de comunicação direta com as pessoas que transitam pela cidade. Na verdade não se sabe se trata-se de um cartaz ou de uma pintura “precária” direta na parede.
A pintura de Julio Leite misturou-se às manifestações visuais urbanas e agora retorna trazendo um pouco do “caos” das cidades para dentro do silêncio branco do museu.


  Todos os Verbos no Feminino - Antônio Bandeira
Curadoria de Bitu Cassundé

Esta exposição traz um novo olhar sobre o acervo da Pinacoteca do Estado que encontra-se sob a guarda do MAC e que conta com mais de 900 trabalhos do artista. São desenhos delicados que retratam o universo feminino na obra de Antônio Bandeira. Um dos maiores expoentes da arte moderna no país, conhecido principalmente pelas pinturas e desenhos em que predominam a abstração lírica. Nesta seleção, o visitante terá a chance de conhecer trabalhos figurativos que muitas vezes funcionavam como estudos para suas pinturas.


  Projeto Artista Invasor
Daniel Maillet

O artista suíço, radicado em Fortaleza há mais de quatro anos, dedica-se a retratar as pessoas do seu entorno em desenhos e esculturas que beiram ao academicismo. As expressões dos retratados são exploradas em gestos vigorosos e realistas. Maillet foi convidado pela curadoria do museu a registrar pessoas da Comunidade do Poço da Draga, vizinha ao Centro Dragão do Mar. Serão apresentados 24 desenhos e 3 esculturas em argila queimada.


  Instalação: “Rogai”
Zé Tarcísio

O inquieto Z é Tarcísio está sempre metido em um novo projeto. Para comemorar os seus 65 anos e a criação da FUNZÉ (Fundação Zé Tarcísio), ele propôs ao MAC uma instalação no mínimo curiosa pelo seu ineditismo em utilizar-se da luz natural das salas do museu. Serão quatro grandes “backlights” instalados nestas salas que utilizam-se da luz solar para se iluminarem; trazem para o público imagens de recente pesquisa plástica que o artista tem trabalhado em computador. A instalação lida com a religiosidade cristã ao explorar o universo das imagens de santos disseminadas nos centros de peregrinação do estado, como a cidade de Canindé.


  Doações Recentes II
Tereza Berlinck, Rosângela Dorazio, Sérgio Pinheiro e Zé Tarcísio

Duas artistas que residem em São Paulo fizeram doações para a coleção do MAC. Entre gravuras, desenhos, esculturas e um objeto no formato de um backlight, as artistas lidam com temáticas diversas.
Juntando-se às duas artistas, dois cearenses de grande expressão para a arte local acabam de fazer as mais recentes doações para o MAC. Gestos importantes para compormos o tão desejado acervo pautado no que seu produziu nos anos 60, 70 e 80 no Estado.


 

Doações Recentes II
Paulo Lima Buenoz

Nesta edição do projeto o MAC exibe obras doadas pelo artista paulista Paulo Buenoz, que está com trabalho em cartaz no Projeto Paredão desde outubro de 2005. A mostra, composta por três instalações e um objeto/escultura, fala de memórias afetivas, dores e da vida propriamente dita.


 

Obras em Destaque
Escolha das obras por 3 integrantes da equipe de segurança do Dragão do Mar

As escolhas das obras em destaque da coleção do MAC e da Pinacoteca do Estado, que encontra-se sob a guarda do museu, ficaram por conta de três mulheres que trabalham na equipe que presta serviço de segurança no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. São elas: Andréia Oliveira, Cláudia Magalhães e Gilmara Martins.


  Livros-objeto-livro (1994-2006)
Adolfo Montejo Navas

“Um livro ainda pode ser qualquer coisa”. É o que nos diz em belo texto para esta exposição o professor e poeta Manoel Ricardo de Lima. Pode ser também um livro de artista como estes apresentados pelo artista espanhol Adolfo Montejo Navas, que ficam na fronteira de linguagens, entre o que entendemos por literatura e artes plásticas ou entre poesia e artes visuais.
A exposição contempla dez anos de produção do artista com trabalhos que têm na de idéia de livro um suporte para a comunhão da literatura com as artes visuais.


 

Projeto Artista Invasor
Invasor I: Robézio Marques

O jovem artista cearense, que no ano passado foi contemplado pelo Edital da Secult e do BNB, nos apresenta uma série de esculturas/instalações que lidam com a resignificação de objetos ou de materiais. São situações que devem causar estranhamento ao inverter idéias preconcebidas das coisas banais do entorno do homem, como um brinquedo infantil impossível de ser usado.


 

Projeto Artista Invasor
Invasor II: Renata Andrade

Os trabalhos de Renata Andrade, brasileira radicada na Holanda, nos falam sobre o olhar.
Eles redirecionam o olhar para tudo aquilo que, de antemão, é cotidianamente desprezado.
Usam como substrato, o lixo inorgânico. Não para reutilizá-lo em uma nova função. Acima de tudo, vêm para construir um novo sentido artístico.


 

Obras em Destaque
Obras escolhidas pela ONG Arte e Vida da Comunidade do Pirambú

Os jovens da comunidade do Pirambú são os convidados desta edição do projeto, realizado pela Curadoria do MAC CE em parceria com a Ação Educativa. Os participantes escolheram trabalhos do acervo do museu para exibir ao público. Um dos propósitos do programa é, além de aproximar e fazer novas platéias, trazer novos olhares para pensar a arte contemporânea.


  Carmen Calvo

O Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura e o Museu de Arte Contemporânea do Ceará em parceria com a Embaixada da Espanha no Brasil e a Sociedad Estatal para la Acción Cultural Exterior da Espanha apresentam a mostra individual da espanhola Carmen Calvo (Valência, Espanha, 1950), composta por diversas técnicas como: instalação, colagem, desenho e fotografia. Sua obra, iniciada na década de 1970, é marcada principalmente pela pintura e por suas possibilidades tridimensionais.


  Sala Especial
Aldemir Martins

Um dos criadores da Sociedade Cearense de Artes Plásticas – SCAP – ao lado do também célebre Antônio Bandeira, Aldemir Martins desenvolveu uma trajetória de grande importância para as artes plásticas brasileira e solidificou junto com outros, o Ceará como um celeiro fértil na produção das artes visuais.
O MAC presta uma homenagem ao artista expondo trabalhos pertencentes a Pinacoteca do Estado que estão sob seus cuidados, propiciando ao visitante o deleite de apreciar uma poética tão própria.


  De um lugar a outro
Beatriz Pontes, Érica Zíngano, Mariana Smith, Milena Travassos e Waléria

O silêncio e o vazio das salas do Museu de Arte Contemporânea (MAC) inspiram cinco artistas plásticas cearenses na montagem de De Um Lugar a Outro. A mostra, patrocinada pelo II Edital de Incentivo às Artes da Secretaria de Cultura do Estado, reúne trabalhos de Érica Zíngano, Beatriz Pontes, Milena Travassos, Waléria Américo e Mariana Smith. Através de fotografias, instalações e vídeo-instalações, são discutidas questões que perpassam o olhar e o não perceber.


  Obras em Destaque 2005
Escolha das obras pelos funcionários do MAC

O projeto Obras em Destaque convida a equipe de funcionários do MAC a escolher uma obra significativa do acervo do museu para a mostra. Destaca também a série de cinco desenhos do artista cearense Sérvulo Esmeraldo, doados ao museu pelo próprio artista.


    Geijitsu Kakuu
Souzousareta Geijutsuka

O Museu de Arte Contemporânea (MAC) apresenta a exposição Geijitsu Kakuu, do artista japonês Souzousareta Geijutsuka (1972). A mostra discute a fragilidade da vida e das situações, e sua efemeridade, através do uso de elementos da natureza e de recursos tecnológicos


MAC homenageia Aldemir Martins
Autor do mosaico da rampa do Centro Dragão do Mar, Aldemir Martins (1922-2006) conquistou espaço entre os mais expressivos nomes das artes plásticas brasileira.
Até 19/mar o MAC expõe 2 obras do artista cearense.

Doações Recentes I
Primeiras Doações 2006

O MAC começou o ano começou com significativas doações de dois importantes artistas cearenses. A mostra destaca a série de cinco desenhos do artista Sérvulo Esmeraldo e mais quatro obras de Luiz Hermano.