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Ciclo de Conversas do MAC-CE celebra Centenário de Antônio Bandeira
O encontro contará com o artista Eduardo Frota, o poeta Carlos Augusto e será mediada pelo artista Solon Ribeiro e pelo filósofo Lucas Dilacerda.
27/07/22 às 18h54

           O Museu de Arte Contemporânea do Ceará traz mais uma edição do Ciclo de Conversa, nesta quinta-feira (28), dessa vez, em celebração ao centenário do artista cearense Antônio Bandeira (1922-1967). O encontro "Bandeira, o Antônio: da pintura "cidade queimada de sol" ao poema "mais claro e vaporoso", contará com a presença do artista e educador Eduardo Frota e do poeta e professor Carlos Augusto. A conversa será mediada pelo artista e professor Solon Ribeiro e pelo filósofo e pesquisador Lucas Dilacerda. O acesso será livre e gratuito e o encontro será às 19h, no Museu de Arte Contemporânea do Ceará.

 

Eduardo Frota nasceu em Fortaleza, em 1959, e iniciou sua produção artística no final da década de 1970 e início dos anos 1980. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1978, onde fez o curso Intensivo de Arte/Educação (CIAE) da Escolinha de Arte do Brasil (EAB), e cursou Licenciatura Plena em Educação Artística pelas Faculdades Integradas Bennett, além de frequentar cursos e oficinas no MAM/RJ. Viveu por muitos anos no Rio, regressando a Fortaleza em 1992, onde vive até hoje. Participou da 3ª Bienal do Mercosul (Porto Alegre, RS, 2001) e integrou a XXV Bienal de São Paulo (2002).

 

Carlos Augusto Lima nasceu em Fortaleza, 1973. Já desenvolveu pesquisa sobre a poesia de Cacaso e, num doutorado, vasculhou a narrativa de J.M.Coetzee. Publicou dois mil e quatrocentos quilômetros, aqui, em parceria com Tarso de Melo, pela Luna Parque (2018).  Depois vieram O livro de Carolina (7Letras Editora, 2019), A medida da luz (Alpharrábio Editora, 2019) e Robert Cornelius, fabricante de lâmpadas, vê alguém (Círculo de Poemas, 2022). É autor de livros-objeto-mínimos, táticas de guerrilha. Tudo o que publica tende a desaparecer, ele acredita. Atualmente, lê e estuda sobre a relação interespécies e tenta desarmar a separação que inventaram entre si e a Natureza.

 

Solon Ribeiro é Artista visual, professor e curador. Formado em comunicação e arte pela L'école Superieure des Artes Décoratifs, París-France, em 1990 (e validação de diploma pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, em Desenho Industrial com habilitação em Programação Visual). Solon Ribeiro Realizou diversas exposições, coletivas e individuais no Brasil e no exterior.  Tem pautados seus trabalhos na experimentação, com ênfase para o fenômeno contemporâneo da saturação de imagens. Autor de Lambe-Lambe Pequena Historia da fotografia popular e O Golpe do Corte. Obras nos acervos: Museu de arte moderna de são Paulo, Museu de Arte Contemporânea do Centro Dragão do Mar Fortaleza-Ce. Funarte- Fundação Nacional de Arte - Rio de Janeiro /RJ. Centro cultural Banco do Nordeste. Museu de Belas Artes - Rio de Janeiro /RJ. Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães- Recife/PE.


Lucas Dilacerda é Pesquisador em Artes Visuais. Mestrando em Artes, pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da UFC. Graduado (Licenciatura e Bacharelado) em Filosofia, com distinção Summa Cum Laude, pela Universidade Federal do Ceará (UFC); Especialista em Filosofia Clínica, pelo Instituto Packter; Mestre em Filosofia, com ênfase em Estética e Filosofia da Arte, pelo Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFC. É coordenador do LAC - Laboratório de Arte Contemporânea; e do LEFA - Laboratório de Estética e Filosofia da Arte. É monitor de Curadoria e Crítica de Arte, no Curso de Extensão em Curadoria de Exposição, do MAUC - Museu de Arte da UFC. Foi pesquisador do Núcleo de Pesquisa do MAC - Museu de Arte Contemporânea do Ceará, onde foi assistente na organização do livro de crítica de arte "Caderno de exercícios: investigações sobre o acervo do MAC-CE". Foi integrante do Laboratório de Artes Visuais, do Porto Iracema das Artes. Foi professor de "Estética" e "História da Arte" de Cursos Técnicos do Centro Cultural do Bom Jardim e do Porto Iracema das Artes. Foi orientador no Laboratório Reticências de Criação, acompanhando o processo de artistas contemporâneos. Foi curador das exposições "Arre_mate", "Soteramento" e "Decomposição", e compôs a equipe curatorial das exposições "A casa, o doce e baobá", no Minimuseu Firmeza; e "Ant_ Corpo", na Galeria Sem Título Arte.

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