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'Papicha' é a estreia da semana no Cinema do Dragão
Programação ainda conta com duas exibições de pré-estreia de 'A Vida Invisível' e sessões gratuitas do Festival 'Curta o Gênero'
31/10/19 às 18h09

A 319ª semana de programação do Cinema do Dragão traz a estreia de PAPICHA (de Mounia Meddour), representante da Argélia por uma vaga no Oscar 2020. Quem também tenta uma indicação pela academia é "A Vida Invisível", longa do cearense Karim Ainöuz vencedor do prêmio Un Certain Regard no Festival de Cannes, que chega com duas sessões de pré-estreia na sexta e no sábado às 20h.

 

Além disso, o Cinema do Dragão também recebe diversas sessões gratuitas da VIII Mostra Internacional Audiovisual do Festival Curta o Gênero.

 

BACURAU (de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles), O CLUBE DOS CANIBAIS (de Guto Parente) GRETA (de Armando Praça) e ENCONTROS (de Cédric Klapisch) continuam em cartaz.

 

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO CINEMA DO DRAGÃO

 

PAPICHA é um drama histórico ambientado na Argélia do final dos anos 90, quando grupos terroristas tinham intenções de transformar o país em um arcaico Estado Islâmico. No filme, Nedjma (Lyna Khoudri) é uma estudante universitária apaixonada pelo mundo da moda e deseja lutar contra a opressão que o governo exerce sobre mulheres tentando controlar seus corpos e presença em espaços públicos. Determinada em unir as mulheres de seu campus, ela organiza um desfile em protesto, que desafia as regras impostas pela sociedade argelina.

 

Do diretor cearense Karim Aïnouz, o melodrama tropical A VIDA INVISÍVEL é uma adaptação do romance "A vida invisível de Eurídice Gusmão" de Martha Batalha e tem como protagonistas as atrizes Carol Duarte, Julia Stockler e Fernanda Montenegro. Ambientado no Rio de Janeiro durante a década de 40, o filme acompanha a história de Eurídice (Carol Duarte), uma jovem pianista talentosa, mas bastante introvertida. Guida (Julia Stockler) é sua irmã mais velha, e o oposto de seu temperamento em relação ao convívio social. Ambas vivem em um rígido regime patriarcal, o que faz com que trilhem caminhos distintos: Guida decide fugir de casa com o namorado, enquanto Eurídice se esforça para se tornar uma musicista, ao mesmo tempo em que precisa lidar com as responsabilidades da vida adulta e um casamento sem amor com Antenor (Gregório Duvivier).

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