PROGRAMAÇÃO
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EXPOSIÇÕES

Museu da Cultura Cearense 

 

Exposição "Vaqueiros" 

 

ATENÇÃO: A Exposição está temporariamente fechada devido a reparos luminotécnicos.  

 

 

Exposição lúdica, de caráter didático, percorre o universo do vaqueiro a partir da ocupação do território cearense pela pecuária até a atualidade. Utiliza cenografia, imagens e objetos ligados ao cotidiano do vaqueiro.

 

Exposição de longa duração, no Piso Inferior do Museu da Cultura Cearense. 

Visitação de terça a domingo, das 9h às 19h (acesso até as 18h30) e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (acesso até as 20h30).

Acesso gratuito.

Classificação: livre

 

Exposição Linha de Costa 

 

 

Realizada por Marília Oliveira e Régis Amora- que formam o Descoletivo - em parceria com Thadeu Dias, reúne fotografias, instalação de objetos, desenho, pintura e palavra em obras que discutem o avanço das marés em localidades da orla cearense e sua consequente destruição. Após um ano de visitas às praias de Iparana, Pacheco, Icaraí e Taíba - no litoral oeste - e as praias de Balbino, Caponga, Presídio e Iguape - no litoral leste -, sob a curadoria de Bitu  Cassundé, os artistas tecem narrativas que misturam dados científicos, memórias de anônimos, autobiografia, apropriação e fabulação.

 

"O apagamento de praias que compõem o litoral cearense é o ponto de partida da pesquisa, que aponta para a ação homem como principal vetor deste processo e não o contrário", explica Régis. Linha de Costa pensa um "relicário do presente" das localidades visitadas, aponta para a urgência de um plano político, ambiental e econômico que atue na preservação destas cidades e dos ecossistemas estuarinos, de foz e próximos à costa. "Enquanto a especulação imobiliária, o desrespeito às leis ambientais e o péssimo trato do humano com as outras formas de vida se intensificam, tentamos um mergulho no que está, agora, se desfazendo, deixando de existir", pontua Marília.

 

A exposição abre caminho para o onírico e a memória destas paisagens em uma tentativa de guardar imagens que, segundo assinalam pesquisadores da área, tendem a desaparecer nos próximos anos, dado o avanço do mar. "Este avanço é, aqui, espelho do avanço ambicioso do homem, que insiste em fazer domínio sobre um espaço de fronteira; como toda fronteira, a linha de costa é ferida viva, exposta por constante disputa. Cabe-nos pensar se pretendemos ignorá-la ou cuidá-la", Thadeu questiona.

 

Expandindo o espaço da galeria, a obra também se desdobra em uma galeria virtual em que os espectadores poderão fazer upload de fotografias, desenhos, pinturas e imagens diversas que componhamsuas memórias e experiências relacionadas às praias dialogadas na pesquisa dos artistas.

 

Serviço:

Abertura da exposição "Linha de Costa"

MAC - Museu de Arte Contemporânea do Ceará

Abertura: dia 06 de Setembro, 18h

Em cartaz até dia 27 de outubro de 2019

 

Exposição "Em busca de..." + Sala especial Ayrson Heráclito (BA)

 

 

O místico, o mistério, o sagrado são alguns dos temas evocados pela curadoria de Bitu Cassundé na exposição "Em busca de...", em cartaz no Museu de Arte Contemporânea (MAC), a partir da próxima sexta-feira (16 de agosto). As obras de 16 artistas brasileiros são um recorte dos acervos do MAC e do Museu da Cultura Cearense (MCC). "Esse recorte dos acervos investiga estratégias e relações que habitam em distintas naturezas, por meio da fábula, da ficção e de narrativas que atravessam reflexos, memórias, ecos e imagens, sejam por índices do mistério, do sobrenatural e da ancestralidade", explica Cassundé, curador e gerente do MAC.

 

"Em busca de..." é composta por obras de Antônio Bandeira (CE), Bruno Vilela (PE), Cleoman (CE), Ding Musa (SP), Filipe Acácio (CE), Flávia Bertinato (MG), Francisco de Almeida (CE), Francisco Pedro de Sousa Chagas (CE), Gilson Nunes Valdevino (CE), Guido D'Arezzo (CE), Heloísa Juaçaba (CE), José Maurício dos Santos (CE), Leonilson (CE), Paola Parcerisa (Paraguai), Paulo Climachauska (SP) e Rian Fontenele (CE).

 

Além dessas obras, o MAC abre uma sala especial com dois vídeos inéditos no Ceará do artista  baiano Ayrson Heráclito, que faz uma rápida passagem por Fortaleza e realiza uma fala na tarde de sexta-feira (16/08), às 18h. Os vídeos História do Futuro-  Baobá: o capítulo da Agromancia (2015) e Floresta em Transe (2018) exploram as relações com a ancestralidade e religiões de matriz africana. A diáspora africana é um dos grandes temas da arte contemporânea na atualidade e encontra em Ayrson Heráclito um importante porta-voz. Suas obras proporcionam reflexões sobre colonialismo, religiosidade, história, cultura e herança afro.

 

Ayrson Heráclito

Ayrson Heráclito é um Ogã Sojatin de um Humpame de Jeje Mahi no subúrbio de Salvador, professor da UFRB na cidade de Cachoeira/Ba, artista visual e curador. Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC São Paulo, Mestre em Artes Visuais pela UFBA. Suas obras de instalações, performances, fotografias e audiovisuais, lidam com elementos da cultura afro-brasileira e suas conexões entre a África e a sua diáspora na América. Participou da Trienal de Luanda em Angola, 2010, Bienal de fotografia de Bamako no Mali, 2015 e em 2017 da  57 Bienal de Veneza na Itália. Possui obras em acervos do Musem der Weltkulturen em Frankfurt, Museu de Arte do Rio, MAR, Museu de Arte Moderna da Bahia, Videobrasil e Coleção Itaú. Foi um dos curadores-chefe da 3ª Bienal da Bahia, curador convidado do núcleo "Rotas e Transes: Áfricas, Jamaica e Bahia" no projeto Histórias Afro-Atlânticas no MASP e recebeu o prêmio de Residência Artística em Dakar do Sesc_Videobrasil e a Raw Material Company, Senegal.

 

Serviço: 

"Em busca de... " + Sala especial Ayrson Heráclito

Terça a sexta: 09 às 19h - acesso até às 18h30

Sábado/Domingo/Feriado: 14h às 21h  - acesso até às 20h30

Em cartaz até o dia 27 de Outubro de 2019

 

Exposição "Memórias que não escrevi", de Sebastião de Paula

 

 

O artista Sebastião de Paula celebra 36 anos de carreira com a exposição individual em xilogravura "Memórias que não escrevi", com abertura no dia 14 de maio de 2019, no Museu da Cultura Cearense, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Serão expostas 22 obras impressas sobre papel, todas com a dimensão 60 x 80cm, e diversas intervenções com stickers (adesivos).

 

A produção atual de Sebastião de Paula é diversificada, não havendo predominância nem de temática e nem de uma linha de trabalhos. O que se destaca em sua proposta vigente é a diversidade, contudo, há uma forte relação de parte das obras com memória, principalmente, nas gravuras que fazem alusões a brinquedos populares. A exposição contará ainda com apresentação do Grupo de violão Guitar Trio Toada, do Instituto Federal do Ceará (IFCE), sob a regência do professor Dr. Linconl. 

 

Ao longo de sua trajetória, Sebastião de Paula tem atuado regularmente no circuito local, nacional e internacional, participando de mais 100 exposições coletivas em várias cidades brasileiras: Fortaleza, Recife, São Luís, Belém, João Pessoa, Rio de Janeiro, Penápolis, São José dos Campos, Araraquara, Campos do Jordão, São Paulo, Curitiba, Londrina, Belo Horizonte; no exterior em países como: Argentina, Portugal, Espanha, França, Alemanha, Romênia, Bulgária, Eslovênia, República da Macedônia, República da Moldova, Estados Unidos e Japão. Individualmente expôs sete vezes no Brasil, sendo cinco em Fortaleza e duas em São Paulo e uma na França: destacando-se a sala especial na 5ª Mondial de L'estampe Et de La Gravure Originale Trienalle de Chamalières.

 

Obteve onze premiações destacando as duas na França: em 2009, La taille d' épargne, 6° Concurs International Jean Chièze, Paris; e em 2003, a Sala especial na 6° Triennale Mondiale D`Éstampes Petit Format - Chamaliéres, Durtol. Foi premiado também no Pará, em São Paulo e sete vezes em Fortaleza, divididas nas áreas de escultura, pintura e nove em gravura.

 

Serviço:

Exposição "Memórias que não escrevi", de Sebastião de Paula

Visitação de terça a sexta-feira, das 9h às 19h (com acesso até as 18h30), e sábados e domingos, das 14h às 21h (com acesso até as 20h30)

Em cartaz até dia 03 de novembro de 2019

 

Acessibilidade

 

O Museu da Cultura Cearense agora conta o atendimento de um educador surdo e intérprete de libras a fim de viabilizar o acesso à comunicação, à informação e à cultura no museu. Confira no vídeo.

 

 

 

 

 AGENDAMENTO

Para agendamento de grupos e escolas para visitação dos museus é fundamental entrar em contato pelo telefone (85) 3488-8621  e através do email: agendamentomuseus@gmail.com

 

 

 

PARCEIROS