FUNCIONAMENTO DO CENTRO DRAGÃO DO MAR

 

Geral: de segunda a quinta, das 8h às 22h; e de sexta a domingo e feriados, das 8h às 23h. Bilheteria: de terça a domingo, a partir das 14h.
Cinema do Dragão-Fundação Joaquim Nabuco: de terça a domingo, das 14h às 22h.
Museus: de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); sábado, domingo e feriados das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.
Multigaleria: de terça a domingo, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.

 

 

 

OBS.: Às segundas-feiras, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura não abre cinema, cafés, museus, Multigaleria e bilheterias.

 

 

 

 

   PROGRAMAÇÃO

 

 

[MÚSICA] Festival Jazz & Blues de Fortaleza 2017
Show de Corey Harris Band

 

 

Artistas locais, nacionais e internacionais estão no Festival Jazz & Blues, que chega à 18ª edição de 25 a 28 de fevereiro em Guaramiranga, e de 02 a 05 de março em Fortaleza. Na cidade serrana, shows, ensaios abertos, conversas, cortejo e teatro infantil compõem a programação, que acontece em sua maior parte na Cidade Jazz & Blues, estrutura erguida anualmente a cerca de 500 metros da Praça do Teatro Rachel de Queiroz. Em Fortaleza, os shows vão ter como cenário o Cineteatro São Luiz e o Anfiteatro do Centro Dragão do Mar, e os workshops serão ministrados no Teatro Celina Queiroz e CCBNB.

 

O Centro Dragão do Mar recebe o show da Corey Harris Band, no dia 2 de março, às 20h30, no Anfiteatro, com acesso gratuito.

 

Corey Harris recebeu aclamação crítica substancial como um dos poucos bluesmen contemporâneos capazes de canalizar a emoção crua e direta do delta-blues acústico sem se sair como um historiador obcecado por autenticidade. Junto com Keb 'Mo' e Alvin “Youngblood” Hart, ele levantou a bandeira do blues de guitarra acústica em meados da década de 1990. Embora seja bem versado sobre os primórdios da história do blues acústico, ele não é um conservador, misturando uma variedade considerável de influências - de Nova Orleans ao Caribe e à África - em sua música ricamente expressiva.

 

Harris nasceu em Denver, Colorado, em 21 de fevereiro de 1969, e começou a tocar guitarra aos 12 anos, quando se apaixonou pelos discos de Lightnin 'Hopkins, de sua mãe. Ele tocou em uma banda de rock no ensino médio, bem como a banda de marcha, e desenvolveu suas habilidades de canto na igreja. Através do Bates College em Maine (onde se formou em antropologia), Harris viajou para o Camarões para estudar a lingüística africana; Durante seu tempo lá, ele absorveu toda a música africana possível, ficando encantado com sua complexa polirritmia. Depois de retornar aos Estados Unidos, Harris ensinou Inglês e Francês em Napoleonville, Louisiana, e BIO durante seu tempo livre ele tocou nos clubes, cafés e cantos das ruas da vizinha Nova Orleans. Sua reputação local acabou lhe valendo um contrato com Alligator Records.

 

Em 1995, Alligator lançou o álbum de estreia de Harris, 'Between Midnight and Day', o caso de um homem e uma guitarra que ilustrou o seu domínio de numerosas variações no estilo delta blues. O álbum ganhou críticas elogiosas e até mesmo alguma atenção da mídia mainstream, marcando Harris como uma nova presença emocionante na cena de blues; Ele também ganhou espaço de abertura dos shows na turnê da cantora Natalie Merchant. ex-10.000 Maniacs.

 

Harris continuou com 'Fish Is not Bitin' em 1997, um disco que começou a expandir seu estilo adicionando uma brass section no estilo Nova Orleans em várias faixas, enfatizando suas próprias composições originais em um grau muito maior. No ano seguinte, Harris foi convidado a participar de uma colaboração com Billy Bragg/ Wilco, 'Mermaid Avenue', que reuniu uma seleção de canções de Woody Guthrie inacabadas; Harris tocou guitarra e contribuiu com backup vocais para várias músicas. Ele também apareceu como músico e vocalista em sua seqüência, 'Mermaid Avenue Vol. II'.

 

Em 1999, Harris lançou o que a maioria de críticos chamaram seu trabalho mais forte até agora, "Greens from the Garden"; Considerado um marco em alguns círculos, o disco se aprofundou mais no funk e no R&B de Nova Orleans, ao mesmo tempo em que refazia suas capas em novos e surpreendentes contextos (até reggae e hip-hop). O resultado foi um caleidoscópio de estilos musicais negros que deram a Harris atenção ainda mais generalizada do que sua estréia. O veterano pianista Henry Butler apareceu no disco, e na sequência Harris gravou um álbum inteiro em conjunto com Butler; Lançado em 2000, 'Vu-Du Menz' resgatou várias vertentes roots de jazz e blues.

 

Harris posteriormente trocou a Alligator pela Rounder e estreou em seu novo selo em 2002 com "Downhome Sophisticate", uma saída tipicamente eclética que explorou suas influências africanas e adicionou música latina para sua paleta sonora aparentemente interminável. Mais dois álbuns se seguiram em Rounder, o maravilhoso 'Mississippi to Mali' em 2003 e 'Daily Bread' em 2005.

 

Em 2003 Harris foi um artista em destaque e narrador do filme Martin Scorcese, 'Feel Like Going Home', que rastreou a evolução do blues da África Ocidental para o sul dos EUA. Em 2007, ele foi premiado com uma MacArthur Fellowship - comumente referido como um "Prêmio de gênios" - da Fundação John D. e Catherine T. MacArthur.

 

A concessão anual, que reconhece indivíduos de uma ampla gama de disciplinas que mostram criatividade, originalidade e compromisso com o trabalho inovador contínuo, descreveu Harris como um artista que "forja um caminho aventureiro marcado por ecleticismo deliberado". Nesse mesmo ano, ele também foi premiado Doutor Honorário em música da Bates College, em Lewiston, Maine. Sempre explorador musical, Harris voltou-se para a Jamaica e as raízes do reggae como modelo em seu próximo álbum, 'Zion Crossroads', que foi lançado em 2007 pela Telarc Records. Um segundo álbum da Telarc, 'Blu Black', apareceu em 2009 e Harris continuava fascinado pela música jamaicana. Lançado em 2013, "Fulton Blues" encontrou Harris revisitando várias de suas formas híbridas de blues em um conjunto variado e interessante.

 

Corey Harris atuou, gravou e fez turnês com nomes como BB King, Taj Mahal, Buddy Guy, R.L.Burnside, Ali Farka Toure, Dave Matthews Band, Tracy Chapman, Olu Dara e muitos outros. Com um pé na tradição e outro na experimentação contemporânea, Harris é uma voz verdadeiramente única na música contemporânea.

 

Dia 2 de março de 2017, às 20h30, no Anfiteatro. Classificação livre. Acesso gratuito

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[TEATRO] CAMINHAM NUS EMPOEIRADOS
GERO CAMILO E VICTOR MENDES

 

 

Dois atores que abandonam a Companhia e seguem em dupla pela estrada. Suas aventuras e desventuras. Seus números e truques. Labuta e peleja. Uma comédia. Uma crítica social. Um número de circo. Uma declaração de amor ao teatro e a vida.

 


FICHA TÉCNICA
Texto: Gero Camilo
Direção: Luisa Pinto e Gero Camilo
Assistente de direção: Sofia Príncipe
Elenco: Gero Camilo e Victor Mendes
Concepção de luz: Bruno Santos (Portugal)
Concepção de som: Gero Camilo
Iluminação: João Blumenschein
Cenário: Luisa Pinto e Gero Camilo​
Figurinos: Luisa Pinto
Trilha Sonora: “São Genésio e Arteiro”: Gero Camilo e Tata Fernandes. “Chuchuzeiro”: Criolo.
Produção: Cia Tertúlia de Acontecimentos
Direção de produção: Flávia Corrêa

 

Dia 4, às 20h, e dia 5 de março de 2017, às 19h, no Teatro Dragão do Mar. Acesso gratuito, com retirada de ingressos 2h antes do início do espetáculo na bilheteria do Teatro. Classificação​ indicativa​: 12 anos. ​Duração: 75 minutos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nas Ruas do Dragão [Temporada de Arte Cearense]
CH@FURDO

Dona Zefinha

 

 

Em Ch@furdo, três irmãos se reúnem para realizar uma apresentação musical improvisada com a maioria dos instrumentos feitos de materiais alternativos. Ao longo do espetáculo, vão descobrindo, junto do público, diversas formas de composição musical. O irmão mais velho tenta, a todo o momento, reger e organizar a apresentação, façanha que se torna difícil uma vez que o irmão mais novo sempre se desconcentra, atrapalhando os números e deixando o irmão do meio entre a obrigação e a brincadeira. Chafurdo - que significa caos descontrole, algazarra e festa - é o que proporciona os musicômicos Orlângelo Leal, Ângelo Márcio e Paulo Orlando, provocando o público com música excêntrica e outras surpresas. Um espetáculo livre para todos os públicos.

 

Dias 5, 12, 19 e 26 de março de 2017, às 17h, na Praça Verde. Classificação: livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[ASTRONOMIA] NOITE DAS ESTRELAS

 

 

Todos os meses, sempre nas noites de Quarto Crescente Lunar, o planetário disponibiliza telescópios ao público em geral para observação astronômica de Crateras da Lua, Planetas, Nebulosas etc.

 

Dias 7 e 8 de março de 2017, das 19h às 21h, em frente ao Planetário. Acesso gratuito. Em caso de céu nublado, a atividade poderá ser interrompida ou cancelada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Teatro da Terça [Temporada de Arte Cearense]
O CANTIL 10 ANOS

Teatro Máquina

 

 

O Cantil surge de uma leitura bastante específica de "A exceção e a regra", de Bertolt Brecht, onde a palavra é suprimida para que o gesto seja enfatizado e o trabalho dos atores possa ser refuncionalizado pelo exercício de demonstração e manipulação. Trata, portanto, de uma viagem sem espaço nem tempo definidos. Dois homens seguem à procura de algo. Para o patrão, a viagem é urgente e aterradora; para o empregado, é apenas objeto de seu ganha-pão. Entre os dois, se estabelece uma relação nos extremos da desconfiança total e da pura subserviência, relação essa transfigurada pela ausência/presença do cantil.


Dias 7, 14, 21 e 28 de março de 2017, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia). Classificação: 12 anos. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[FOTOGRAFIA] GOLPE DE VISTA
Tema: “A fotografia como ativismo feminino”
Convidadas: Patrícia Veloso, Marília Oliveira e Fabiane de Paula

 

O dia 8 de março é celebrado internacionalmente partindo de várias reflexões. A criação do Dia Internacional da Mulher reflete desde o incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas, assim como as lutas feministas ao longo do século XX.

 

Importante refletir que tais datas surgem sobre fatos históricos de opressão às mulheres e devem ser vistas como momento de mobilização para a conquista de mais direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado no Brasil assim como em outros países.

 

No Brasil, a luta feminina ganhou força com o movimento das sufragistas, nas décadas de 1920 e 30, que conseguiram o direito ao voto em 1932, na Constituição promulgada por Getúlio Vargas. A partir dos anos 1970, emergiram no país organizações que passaram a incluir na pauta das discussões a igualdade entre os gêneros, a sexualidade e a saúde da mulher.

 

O termo mulher, e tudo o que implicaria ser mulher, está inserido em uma sociedade heterossexista, ou seja: a imagem dita feminina foi construída nas suas relações (de submissão, muitas vezes) com os homens. Nesta edição discutiremos sobre os desdobramentos do termo: Feminino mostrando que vai além das relações de gênero e das construções culturais.

 

Dia 8 de março de 2017, às 19h, no Auditório. Acesso gratuito e livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[ESPECIAL DIA DA MULHER] TROVADORAS ITINERANTES E DAMAS CORTEJAM

 

O Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura apresenta uma programação especial no Dia Internacional da Mulher, com os shows Trovadoras Itinerantes e Damas Cortejam. Confira informações sobre as atrações.

 

TROVADORAS ITINERANTES

 

Participação: Rede Mnemosine de Mulheres Cordelistas, Cantadoras e Repentistas
Grupo: Cia Catirina/Rede Mnemosine

 

O show Trovadoras Itinerantes traz o melhor da cultura nordestina, passeando por canções e poesias autorais do grupo e de grandes nomes da cantoria e da literatura de cordel. Também propõe feira de folhetos femininos e recital com mulheres cordelistas e cantadoras pertencentes à Rede Mnemosine, comemorando o Mês Internacional da Mulher. Os temas do recital refletem o universo feminino em diversas vertentes e abordagens política, social, cultural e filosófica, contando com a participação de autoras da literatura de cordel cearense. Após recente circulação pela França, as Trovadoras Itinerantes revelam o imaginário popular nordestino sob o olhar feminino de modo emocionante e interativo.

 

Sobre a Rede Mnemosine
A Rede Mnemosine é um movimento nacional de valorização da produção feminina na cultura popular, especialmente voltado às artes da literatura de cordel, gravura e cantoria. Mais de dez estados e 200 mulheres fazem parte da rede, que também possui uma editora de folhetos femininos exclusivos. Parceira das ações da ONU e premiada em 2016 pelo 8o. Prêmio Viva Leitura do MinC.

 

Trovadoras Itinerantes - www.trovadorasitinerantes.blogspot.com
Facebook: https://www.facebook.com/trovadorasitinerantes/?fref=ts
Rede Mnemosine - https://www.facebook.com/redemnemosine/?fref=ts
Todas as informações em: www.redemnemosine.blogspot.com



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DAMAS CORTEJAM

 

O projeto "Damas Cortejam", grupo percussivo feminista, nasce trazendo em sua essência duas expressões da palavra "cortejo": como ato de cortejar, "galantear"; mas também como nome que costuma se dar ao movimento realizado por caravanas musicais, compostas por instrumentistas que se deslocam tocando e cantando, principalmente pelas ruas. Ambos os significados trazem de maneira forte marcas do lugar da mulher contemporânea, que em contrapartida a tempos passados e em contraste com a expressão, tão rebuscada, " dama", assume papéis e atividades das mais diversas, além de poder posicionar-se de forma mais ativa. Hoje as mulheres ocupam "a rua" e os palcos. Hoje, "AS DAMAS TAMBÉM CORTEJAM".

 

O título atribuído à apresentação, "AS DAMAS TAMBÉM CORTEJAM"!, também possui consonância com as ideias que perpassam toda a constituição do projeto, trazendo de forma lúdica e provocativa o lugar atual da mulher na sociedade e no campo da arte. O show, conduzido por uma "caravana" composta em sua totalidade por mulheres, promete jogar com essas ideias, de forma descontraída na execução de cada música.

 

Quanto ao repertório, o espetáculo contempla músicas populares brasileiras, percorrendo desde seu estilo mais clássico até o regional, passando também pelo movimento conhecido como Tropicália. A ideia é de executar prioritariamente este estilo musical (MPB), porém adaptando-o a ritmos percussivos. O repertório inclui também, ainda que em menor escala e, como os demais, adaptados para a versão percussiva, gêneros musicais como o brega, o rock, o samba e de outros movimentos, como a Bossa Nova.

 

Desde 2012, "as damas" vêm ensaiando e montando repertório, em encontros bastantes produtivos, onde cada uma contribui com suas experiências anteriores, ou mesmo paralelas, em outros projetos e bandas. Todo processo criativo do grupo é construído de forma democrática e aberta, compondo um projeto que traz como traços mais marcantes a sensibilidade feminina, a força da batida percussiva e, principalmente, a riqueza da diversidade da Música Popular Brasileira.

 

Dia 8 de março de 2017, às 19h, no Espaço Rogaciano Leite Filho. Acesso gratuito. Classificação livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Espetáculos circenses [Temporada de Arte Cearense]
CABARÉ DA DESGRAÇA

Cia As 10 Graças de Palhaçaria

 

 

São Crisóstomo declara de saída que as burlas e o riso não provêm de Deus, mas são uma emanação do diabo e nós, humanos, somos tonéis mal ajustados prestes a explodir, pois estamos sempre na incessante fermentação da piedade e do temor divino. O riso! Não é uma brincadeira e não temos a menor intenção de renunciar a ele. O Cabaré da Desgraça é um convite à libertinagem e aos excessos. Exceder, transgredir e deformar estão na ordem do espetáculo, uma variedade de números e absurdos onde celebramos o inacabado, a mudança e a vida, pois o que importa é o agora!

 

Dias 8, 15, 22 e 29 de março de 2017, às 20h, no Teatro do Dragão do Mar. Ingressos: R$ 6 e R$ 3 (meia). Classificação: 18 anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nas Ruas do Dragão [Temporada de Arte Cearense]
A SAGA DE JESUS CRISTO

Cia Epidemia de Bonecos

 

 

Zé Cariri e Matusalém apresentam uma história que mostra os momentos significativos da vida de Jesus: no deserto, Jesus é tentado pelo demônio. Encontra seus discípulos e outros seguidores. Enquanto acontece o sermão da montanha, os homens sábios da Galileia estranham o poder que aquele homem tinha, arrastando multidões com suas palavras. Após a festejada entrada de Jesus em Jerusalém, é chegada a hora da santa ceia. Enquanto isso, Judas conspira contra Jesus. E no monte das oliveiras acontece à sua prisão... Ele é espancado e morto. Depois, ressuscita e sobe ao céu.

 

Dias 9, 16, 23 e 30 de março de 2017, às 19h, no Espaço Rogaciano Leite Filho. Acesso gratuito. Classificação livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quinta com Dança Experimental [Temporada de Arte Cearense]
UM CORPO JOGADO AO MAR

Bruno Gomes

 

 

Uma queda brusca de um corpo em médio transe rasga o espaço, desloca-se. Encarnado na figura de uma deusa. Deusa mostra. Deusa e Diabo. Grito seco, grito mudo de uma mãe oceano. O mar como testemunha de um ato brutal e como território para este acontecimento, entre a realidade e o que se pode inventar. O mar dorme fiel, sobre seus túmulos. A deusa faz a terra cantar! Ela faz a terra ranger os dentes! Olhem para o seu quadril de lá saem o céu e o inferno.

 

 

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Quinta com Dança [Temporada de Arte Cearense]
ANATOMIA DAS COISAS ENCALHADAS

Silvia Moura

 

 

A relação com o descartável. Através do uso, da manipulação dos objetos fazemos uma análise das nossas relações pessoas. Em cena a trajetória de cada um na luta pela convivência com o outro. Uma busca pelo entendimento das relações como modo de operar a vida, um chamado a observação do consumo desenfreado de objetos e ao uso das pessoas com parte de uma cadeia de consumo.

 

Dias 9, 16, 23 e 30 de março de 2017, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia). Classificação: livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Teatro Infantil [Temporada de Arte Cearense]
A MENINA DOS BRINCOS DE OURO

Paula Yemanjá e Edivaldo Batista

 

 

Baseado no conto homônimo de Câmara Cascudo, os atores contam a história de Maria do Socorro, filha de lavadeira e que sonha em ser cantora. Sua vida muda quando é raptada por Venâncio, homem sem escrúpulos, que obriga a menina a cantar em troca do seu belo par de brincos de ouro. A peça é o segundo trabalho da parceria de Paula Yemanjá e Edvaldo Batista. Os atores se dedicam à pesquisa sobre linguagem teatral para crianças e sua possibilidade de conexão com o teatro contemporâneo.

 

Dias 11, 12, 18 e 19 de março de 2017, às 17h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia). Classificação livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[TEATRO] TRANS-OHNO
COLETIVO ARTÍSTICO AS TRAVESTIDAS

 

 

Trans-Ohno investiga a travestilidade no teatro e na dança, transitando entre referências filosóficas do Butoh, sobretudo, na sensibilidade e poesia de Kazuo Ohno, que possui um grande traço de travestilidade em suas composições cênicas. Os performers percorrem trajetórias pessoais de (trans)formação, (re)descoberta e (des)construção para a montagem de um espetáculo polifônico, envolvendo as linguagens do teatro, da dança, da música e do audiovisual, levantando questões sobre o universo trans e a violência/marginalização da temática em questão.

 

Sobre o grupo

 

AS TRAVESTIDAS é resultante de uma pesquisa iniciada, em 2002, pelo ator e diretor Silvero Pereira, sobre o universo das travestis e transformistas. O primeiro passo desse processo está na construção do solo UMA FLOR DE DAMA. Em junho de 2008, estreou CABARÉ DA DAMA, o segundo substrato dessa investigação e, na sequência, os espetáculos ENGENHARIA ERÓTICA: FÁBRICA DE TRAVESTIS e YES, NÓS TEMOS BANANA. Hoje, o Coletivo conta em seu repertório com os espetáculos: CABARÉ DAS TRAVESTIDAS, QUEM TEM MEDO DE TRAVESTI, BR-TRANS, TRÊS TRAVESTIS, ANDROGINISMO e TRANS-OHNO.

 

Facebook: https://www.facebook.com/AsTravestidas

 

Dias 11, 12, 19, 25 e 26 de março de 2017, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia). Classificação: 14 anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Varieté [Temporada de Arte Cearense]
O SINAL

Gleilton Silva

 

 

Um universo de possibilidades onde os cruzamentos e faixas de pedestres se transformam em palco e picadeiro. Malabaristas, acrobata e palhaços levam o universo do circo, durante as pausas cotidianas para semáforos pela cidade, onde transeuntes e motoristas apreciam, enquanto o sinal dá passagem para os artistas.

 

Dia 12 de março de 2017, às 16h30, na Praça Verde. Classificação: livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[LITERATURA] LANÇAMENTO DO LIVRO "SÉRIES SOBRE O SUTIL"

 

No dia 14 de março, às 19h, no auditório do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, acontece o lançamento da publicação do box de fotolivros “Séries sobre o sutil”. Projeto contemplado pelo Edital de Concessão a apoio financeiro à produção e publicação em artes, de 2016, do Instituto Bela Vista em parceria com a SECULTFOR, é coordenado pelo Descoletivo, coletivo de fotografia atuante em Fortaleza há cerca de quatro anos.

 

O box “Séries sobre o sutil”, composto por seis narrativas visuais independentes, é produto da pesquisa de sete artistas, sendo cinco selecionados por meio de convocatória – Alice Cadena, Beto Skeff, Filipe Acácio, Jean dos Anjos, Thadeu Dias –, além dos dois membros do Descoletivo, Marília Oliveira e Régis Amora. A publicação se debruça sobre os encontros que acontecem na cidade, sobre as possibilidades de ler os signos visuais alencarinos de modo a privilegiar detalhes escondidos das dobras do cotidiano.

 

Com distribuição gratuita, os fotolivros investem nos entrecruzamentos da produção fotográfica autoral cearense com a experiência do estar na cidade, mantendo as paisagens de Fortaleza como pano de fundo e gatilho para o desenrolar das narrativas. A publicação conta, ainda, com um texto de apresentação da professora doutora Glória Diógenes, Profa. Titular do Programa de Pós-graduação em Sociologia da Universidade Federal do Ceará (UFC).

 

O Descoletivo, coletivo de fotografia que coordenou o processo de imersão para composição do box de fotolivros “Séries sobre o sutil”, é formado por Marília Oliveira e Régis Amora, foi fundado em 2013 e, neste período, participou de festivais de arte urbana, integrou exposições coletivas no Brasil e fora dele – incluindo a mostra cearense em Braga, Portugal, como parte da programação do Encontros de Agosto de 2013. Também foi contemplado com o edital cultural dos Correios, realizando a exposição Afetos Urbanos, em 2015, com lançamento de livro homônimo. O coletivo se prepara, ainda, para a próxima publicação, já contemplada por edital na capital: “a viagem infinita”, fotolivro contemplado pelo edital das artes da SECULTFOR de 2016.

 

Dia 14 de março de 2017, às 19h, no Auditório. Acesso gratuito.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DEBATE COM GINGA
Tema: "A capoeira nas escolas brasileiras: o exemplo do Japão com o judô"
Com Prof. Dr. Leandro Massuda (UFC)

 

 

O Debate com Ginga é realizado uma vez por mês no Auditório do Dragão do Mar, proporcionando discussões de temáticas que se relacionam com a capoeira. Realizado pelo Grupo Capoeira Brasil, promove ainda oficinas e vivências de manifestações afro-brasileiras ou relacionadas com a capoeira. O debate promove a troca de saberes ao convidar pessoas oriundas de diversos setores da sociedade e de campos do saber. Nesta edição, o tema abordado será "A capoeira nas escolas brasileiras: o exemplo do Japão com o judô", com Prof. Dr. Leandro Massuda (UFC).

 

“O Debate com Ginga é uma proposta de ir além dos espaços mais tradicionais da capoeira, instigando os capoeiristas a buscarem ampliar suas fontes de conhecimento e suas visões das temáticas que atravessam nossa arte”, afirma Luciano Hebert, corda marrom do Grupo Capoeira Brasil e coordenador do projeto.

 

O projeto Debate com Ginga tornou-se Projeto de Extensão da Universidade Federal do Ceará-UFC, pelo Instituto de Educação Física e Esportes – IEFES, desde novembro de 2016. Isto significa que passou a ser reconhecido, conservado e apoiado pela Universidade, como capaz de desenvolver atividades de caráter educativo, social, cultural, científico e tecnológico, envolvendo a Capoeira, cujas diretrizes e escopo de integração com a sociedade, agregam-se às linhas de pesquisa desenvolvidas pelo IEFES-UFC. Deste modo, o projeto será ainda capaz de provocar a investigação científica para alunos da graduação em Educação Física e outras áreas do conhecimento, bem como a socialização destes para quem não tem acesso direto à Universidade, com certificação a todos que dele participarem.   

 

A Capoeira e o Grupo Capoeira Brasil

 

A origem da Capoeira ainda hoje é discutida por diversos estudiosos da área, mas acredita-se que ela remonta aos tempos da escravidão, sendo criada provavelmente pelos negros escravos aqui no Brasil, na ânsia de se libertarem. A capoeira atravessou diversas fases e inúmeras adversidades, sendo até considerada uma prática ilegal e proibida.

 

Segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), a Capoeira encontra-se presente em todo o território nacional e em mais de 150 países, tornando-se inviável contabilizar o número de praticantes. A Capoeira hoje é incentivada e amparada por Lei Federal e em 2008 foi reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, sendo candidata a tornar-se patrimônio da humanidade.

 

O Grupo Capoeira Brasil, fundado em 1988 (ano de comemoração dos 100 anos da Abolição da Escravatura), na cidade de Niterói, pelos mestres Paulinho Sabiá (Niterói – RJ), Boneco (Barra - RJ) e Paulão Ceará (Fortaleza - CE), surgiu com o objetivo de incentivar, divulgar e resgatar a cultura e a arte da Capoeira, valendo-se desse instrumento como um meio de transformação e incentivando os praticantes a se tornarem cidadãos críticos.

 

Dia 15 de março de 2017, às 19h, no Auditório. Acesso gratuito e livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[DANÇA] MARGEM
Companhia Suspensa

 

Cada corpo se movimenta a partir do que lhe é próprio. Assim, o material, a forma, a temperatura do corpo é que vão determinar sua velocidade, sua maneira de relacionar-se com outros corpos, seus hábitos, seu repouso.

 

O espetáculo parte da interação entre objetos, pessoas e materiais para revelar um universo de movimentos e formas no qual o gesto do corpo sugere e revela o ritmo incessante do que está a nossa volta.

 

O processo de montagem foi marcado pela constante investigação das possibilidades de interação e de movimento entre os performers e os objetos − cotidianos ou não. As ações e as cenas, a dramaturgia e o roteiro foram orientados pelo próprio comportamento dos materiais, por sua plástica e resistência, pela capacidade e potência de cada um deles de afetar outros corpos. Assim o espaço se reocupa com uma geografia imprevista: novos sentidos se edificam, confundindo limites e funções.

 

A direção se deu de forma colaborativa e contou com a participação da bailarina Gabriela Christófaro e do artista plástico Pablo Lobato, além de Lourenço Martins Marques, Patrícia Manata e Roberta Manata, os três últimos da Companhia Suspensa.

 

O desenho de som, realizado por Felipe José, obedeceu a um parâmetro semelhante ao do de luz, partindo da materialidade desses elementos, da capacidade deles de produzir movimento e de se relacionarem com o espaço.

 

Companhia Suspensa
A Companhia Suspensa é um trio, que há 15 anos vem pesquisando o movimento nas fronteiras entre dança, circo e artes performáticas, inaugurando novos pontos de vista sobre o corpo e de como podemos nos mover, ao conectá-lo a objetos e diferentes materiais.

 

Dia 17 de março, às 18h e 20h; e dia 18 de março, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Acesso gratuito. Classificação livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Varieté [Temporada de Arte Cearense]
ABUKABUM

Igor Cândido

 

 

Diretamente de um lugar não tão distante, Abu é um seguidor do grandessíssimo Mestre Halabe. O peregrino crê que sua missão aqui na Terra é converter infiéis a seguir Halabe e que todos que renegam ao seu Mestre devem ser exterminados.

 

Dia 19 de março de 2017, às 16h30, na Praça Verde. Acesso gratuito. Classificação: livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

[LITERATURA] LANÇAMENTO DO LIVRO "TRAVESSIAS DE CIGANO"
Autor: Francisco de Assis Cavalcante

 

Em sua obra de tessituras únicas, Cavalcante Junior sinaliza possibilidades de encontros por meio de significações, conjurando a experiência como matéria-prima da existência. Modelar a si próprio em sensibilidades,eis a proposta do autor. Desafiando o ritmo alucinante da rotina e os axiomas enganosos consagradas em nossa era, entre eles as nódoas científicas excludentes, Cavalcante propõe a poesia como sensibilização desta ébria linguagem pseudoerudita, que confunde e deserda uma maioria.

 

Nesse sentido, as páginas apresentadas dialogam com Freud, que afirmou serem os poetas os profetas de sua obra, antes de ele a enunciar. Considerando a assertiva do pai da psicanálise, o caminho proposto nesta narrativa revela aspectos de excelência na medida em que sugere uma ciência poética, devolvendo ao homem sua condição p(r)o(f)ética de ser em poesia.

 

Sobre o autor
Francisco Silva Cavalcante Junior, professor de Metodologia de Pesquisa em Arte, Ciência e Filosofia no Instituto de Cultura e Arte (ICA) e no Mestrado Acadêmico em Avaliação de Políticas Públicas (MAPP) da Universidade Federal do Ceará (UFC). Ph.D. formado pelo programa de Leitura e Escrita da Universidade de New Hampshire (EUA) com Mestrado em Educação Especial pela mesma universidade e graduação em Psicologia pela Universidade de Fortaleza.

 

Introduziu no Brasil o conceito e a prática de Letramentos Múltiplos com a publicação de Por uma escola do sujeito: o método (con)texto de letramentos múltiplos (Edições Demócrito Rocha, 2001), oriundo de sua tese de doutorado. Autor de vários livros e artigos, as suas mais recentes publicações, em parceria com os pesquisadores do Núcleo de Integração Somaestética (NISE), pluralizam o corpo e suas possibilidades em Humanismo vital, Corpos anárquicos, Corpos extra-vagantes, Corpos arquígonos e Corpos excritos. Ganhador do Prêmio ILÍMITA 2005 de Fomento à Leitura concedido pelo Centro Regional para el Fomento del Libro en América Latina y el Caribe da UNESCO.

 

Dia 23 de março de 2017, às 19h30, no Auditório. Acesso gratuito.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[MÚSICA] SHOW DE LANÇAMENTO DO CD PALAVRA, DE CARLINHOS PERDIGÃO

 

 

O CD Palavra prioriza composições musicais baseadas em letras do baterista e arte-educador Carlinhos Perdigão. Assim, as canções deste CD representam uma viagem ao eu-poético do autor, que lançou em 2011 seu primeiro livro, intitulado "Fragmentos: poemas e ensaios". Nesse sentido, tal obra é a base da produção deste disco, que possui poemas de Carlinhos musicados por diversos parceiros como Marcelo Justa, Júnior Boca e Nigroover.


O disco conta também com participações especialíssimas de diversos e importantes artistas cearenses, como Aparecida Silvino, Chico Saga, Abraham Paiva, Diogo Farias, Adna Oliveira, Janaína de Paula, Alencar Júnior e George Hendryx, além da esmerada produção gráfica, a cargo de Renata Holanda e Antonio Henrique.

 

Dia 24 de março de 2017, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Acesso gratuito. Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[TEATRO INFANTIL] AS FADAS
Paula Yemanjá e Edivaldo Batista

 

 

Maria e Tereza são irmãs, mas possuem vidas bem diferentes: Tereza leva uma vida de princesa, enquanto Maria trabalha noite e dia para atender aos caprichos de sua mãe e irmã. Tudo muda quando uma misteriosa senhora interfere no destino dessa família.

 

Dias 25 e 26 de março de 2017, às 17h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia). Classificação livre.


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TODA SEMANA NO DRAGÃO

 

 

Feira Dragão Arte
Feira de artesanato fruto da parceria com Sebrae-CE e Siara-CE.
Sempre de sexta a domingo, das 17h às 22h, ao lado do Espelho D'Água. Acesso gratuito.

 

 

Planeta Hip Hop
Grupos promovem exibições de dança e música hip hop.
Todos os sábados, às 19h, na Arena Dragão do Mar. Gratuito.

 

 

Fuxico no Dragão
Atrações artísticas e uma feirinha com vinte expositores de produtos criativos agitam as tardes de domingo.
Todos os domingos, das 16h às 20h, na Arena Dragão do Mar. Gratuito.

 

 

Brincando e Pintando no Dragão do Mar
Brincadeiras e atividades infantis orientadas por monitores animam a criançada na Praça Verde.
Todos os domingos, das 16h às 19h, na Praça Verde. Gratuito.

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

PLANETÁRIO RUBENS DE AZEVEDO [FECHADO PARA MANUTENÇÃO]




Foto: Marina Cavalcante

 

 

O Planetário Rubens de Azevedo é um espaço de entretenimento e formação pedagógica através de caráter transdisciplinar em Astronomia. Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia).

 

 

Sessões

 

O ABC do Sistema Solar
Três crianças estão observando as estrelas quando percebem uma "estrela cadente" e logo uma delas faz um pedido: o desejo de fazer uma viagem até a Lua. De repente, as crianças são teletransportadas para uma nave espacial chamada "Observador". Após superar o medo inicial, elas fazem uma rica viagem pelo Sistema Solar visitando os planetas. Durante a viagem, elas são teletransportadas para Marte e também Vênus, e passam por dentro dos anéis de Saturno. No final, fazem uma perigosa aproximação do Sol.

 

Nos Limites do Oceano Cósmico
A sessão faz uma alusão às perigosas viagens marítimas de antigamente, onde velejar até à "borda do mundo" era algo temido e perigoso. Mas os corajosos Colombo e Magalhães fizeram a tal viagem e descobriram que a Terra é redonda. A apresentação leva o visitante a uma viagem no tempo e espaço até os limites do Universo, descobrindo sua estrutura e também a nossa pópria gênese. É uma fascinante viagem através de impressionantes efeitos especiais em animações de imagens digitais.

 

 

Sessões aos sábados e domingos:
18h - O ABC do Sistema Solar (sessão infanto-juvenil)
19h - Nos Limites do Oceano Cósmico - sessão juvenil-adulto

 

 

Atenção:  É obrigatória a apresentação de documento que comprove o parentesco do responsável com a criança menor de 10 (dez) anos de idade no ato de compra do ingresso de qualquer evento/espetáculo do Centro Dragão do Mar. Esta é uma determinação da Justiça do Estado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CINEMA DO DRAGÃO - FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO

 

A programação regular do Cinema do Dragão - Fundação é definida semanalmente, numa parceria entre a Fundação Joaquim Nabuco e a curadoria de Pedro Azevedo e pode ser consultada na página www.dragaodomar.org.br.

 

Informações: 3219.5899
www.dragaodomar.org.br
programacaocinema@dragaodomar.org.br
Twitter: @cinemadodragao
Facebook: Cinema do Dragão-Fundação


Ingressos na Bilheteria do Cinema do Dragão -Fundação R$ 14,00 (inteira) e R$ 7,00 (meia). A bilheteria funciona de terça a domingo, das 14h às 22h.

 

 

Também têm direito à meia da meia-entrada, no valor de R$ 3,50, estudantes da Escola Porto Iracema das Artes e da Escola de Artes Thomaz Pompeu Sobrinho e alunos de audiovisual do Centro Cultural Bom Jardim, da UFC, UNIFOR e da Vila das Artes, mediante apresentação de comprovante de matrícula.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DO CEARÁ – MAC-CE

 

 

O Museu de Arte Contemporânea do Ceará recebe obras de grandes artistas locais, nacionais e internacionais.

 

 

Raimundo Cela – Um mestre brasileiro
Curadoria: Denise Mattar

 


Consertando a rede, Canto do Rio, Niterói, RJ (1947), óleo sobre tela 59,9 x 81,1 cm, Museu Nacional de Belas Artes. Rio de Janeiro - RJ (corte)

 

O advento do Modernismo no Brasil, em 1922, e sua implantação, até o final dos anos 1940, foram responsáveis pela depreciação dos artistas formados em bases acadêmicas. Nessa zona de esquecimento permaneceram, por décadas, excelentes pintores como Eliseu Visconti, Lucílio Albuquerque e Antônio Parreiras. Se isso ocorreu com pintores do eixo Rio-São Paulo, o que dizer de um artista de origem acadêmica que optou por viver e pintar sua terra natal, o Ceará? Essa miopia, finalmente, começa a ser desconsiderada pela crítica, abrindo espaço para a descoberta de grandes talentos esquecidos, como o pintor Raimundo Cela, cuja itinerância Raimundo Cela – Um mestre brasileiro chega no dia 17 de janeiro ao Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, depois de passar pelo Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Álvares Penteado – MAB FAAP, em São Paulo, e pelo Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), no Rio de Janeiro. A mostra, com curadoria de Denise Mattar, tem idealização da Galeria Almeida e Dale e patrocínio da MINALBA.

 


Catequese, óleo sobre tela 190 x 200 cm, Acervo Instituto Dragão do Mar

 

A retrospectiva, sucesso de público nas duas capitais, cumprindo sua missão de apresentar aos paulistanos e cariocas a obra do artista, abarca sua trajetória a partir de momentos-chave: o prêmio da Escola Nacional de Belas Artes, a viagem à Europa, o retorno a Camocim, a mudança para Fortaleza e a volta ao Rio de Janeiro. Desenhos, gravuras, aquarelas e pinturas de todas essas fases permitem compreender o processo criativo de Cela.

 

Segundo a curadora da mostra, Denise Mattar, Raimundo Cela é um dos principais criadores da visualidade cearense, ao destacar em sua obra pescadores e jangadeiros e a intensa luz das praias cearenses e as nuvens rosadas do céu equatorial. “Cela descartou a representação do nordestino como o sertanejo miserável e faminto, para mostrar o trabalhador forte e decidido do litoral. Suas composições, minuciosamente construídas, são plenas de ritmo e emoção. Elas reúnem a precisão do engenheiro à sensibilidade do artista, o épico ao cotidiano, a precisão do desenho à energia da cor”, afirma.

 

A exposição reúne obras do Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará, do Instituto Dragão do Mar, do Palácio da Abolição, do Palácio Iracema, em Fortaleza, e do próprio Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro, além de 15 coleções particulares de Fortaleza, Rio e São Paulo. Em contribuição à preservação da memória do artista e de sua obra, o projeto realizou o restauro de quatro obras que serão exibidas ao público pela primeira vez: Rendeira (1931, óleo sobre madeira, 32 x 40,5 cm); Cabeça de vaqueiro (1931, óleo sobre madeira, 38 x 46 cm) e Cabeça de Jangadeiro (1933, óleo sobre madeira, 38 x 46 cm) e Catequese (Óleo sobre tela 190 x 200 cm).

 


Vencendo o escarcéu (1942), óleo sobre madeira 86 x 110 cm, Coleção Particular - Fortaleza, CE (corte)

 

A mostra abre com desenhos e óleos de seus primeiros trabalhos, marcados pela influência do academicismo, ou seja, obras determinadas pelo perfeito domínio da técnica clássica, na composição de telas figurativas, evocações à Antiguidade Clássica e à paisagem brasileira. Nesse setor, destaca-se, entre outras, o Último diálogo de Sócrates (1917), obra premiada pela Escola Nacional de Belas Artes com uma viagem ao exterior.

 

Por causa da Primeira Guerra, a viagem acontece apenas em 1920, justamente o princípio dos anos loucos da capital francesa, onde Cela dedica-se aos estudos da gravura em metal, dando uma nova perspectiva à sua obra, não apenas na técnica, como também na temática. Ao longo dos anos em que permanece na Europa, como o público verá na exposição, seus desenhos, óleos e gravuras retratam cenas da paisagem francesa, como na tela Paisagem de Saint-Agrève (1921), e da realidade parisiense e de seus tipos, em estudos de nus e nos desenhos Ferreiro e Funileiro (1921).

 

Seus trabalhos despertam atenção da crítica parisiense e ele tem obras selecionadas para o Salon des Artistes Français. Nesse momento o artista sofre um AVC que o impede de pintar. Retornando ao Brasil, reside em Camocim e fica sete anos sem pintar. Volta a fazê-lo em 1929 e já realizando a temática que será a sua marca.

 

Um dos grandes destaques da exposição e da obra de Cela, o painel Abolição (1938) estará reproduzido em suas dimensões originais. Primeiro estado brasileiro a abolir a escravatura, em 25 de março de 1884, o Ceará, terra-natal de Cela, encomenda a ele, em 1938, um painel que simbolize o momento histórico tão marcante para o Ceará e para o Brasil.

 

Raimundo Cela, sendo um moderno, nunca foi um modernista. O valor da arte de Raimundo Cela deve-se ao fato de ter sido concebida à margem das escolas, de não ter sido contaminada pelos modismos passageiros.

 

Nas palavras de Cláudio Valério Teixeira (artista plástico, restaurador e crítico de arte): “Na obra de Cela nada é inocência, tudo é fruto de planejamento, economia e técnica. Mas tudo é também movimento, força, agilidade e graça. Sua arte não procura simplesmente imitar as coisas representadas, é de uma beleza solene, meio melancólica, mas luminosa”.

 

O pintor, após um período em Fortaleza, retornou ao Rio de Janeiro em 1945. Tornou-se professor de gravura em metal da Escola Nacional de Belas Artes, cargo que ocuparia até a sua morte, em 1954. Nesta última fase da carreira, Cela foi duas vezes premiado com a medalha de ouro do Salão Nacional de Belas Artes.

 

 

Em cartaz de 18 de janeiro a 26 de março de 2017, no Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC-CE). Visitação: de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (acesso até das 20h30). Gratuito.

 

 

 

 

 

 

 

A Arte da Lembrança – A Saudade na Fotografia Brasileira

 


Leila Diniz para o fotógrafo Evandro Teixeira

 

A partir de 18 de janeiro (quarta-feira), o Itaú Cultural e o Museu de Arte Contemporânea do Ceará – Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura abrem para visitação a exposição A Arte da Lembrança – A Saudade na Fotografia Brasileira. Em cartaz até 26 de março, A Arte da Lembrança perfaz um percurso iconográfico deste sentimento pessoal e universal, a saudade, registrado nos trabalhos em exibição em um arco de 80 anos, a partir da década de 1930, nos estados da Bahia, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. A mostra reúne 123 imagens de 36 artistas brasileiros, ou residentes no país, em variados estilos e linguagens. São nomes de representatividade na produção fotográfica do Brasil, como Alcir Lacerda, Alberto Ferreira, Irene Almeida, Luiz Braga, Gilvan Barreto, Paula Sampaio e o cearense Márcio Távora.

 


Lita Cerqueira (Lambe-lambe, 1976, Coleção da Artista)

 

Além da curadoria de Moura, a exposição tem pesquisa de Samuel de Jesus e projeto expográfico de Henrique Idoeta Soares e Érica Pedrosa, do Núcleo de Produção do Itaú Cultural. Ela chega a Fortaleza, seguindo uma itinerância iniciada em São Paulo, com passagens posteriores por Belém e Salvador.

 

A Arte da Lembrança convida o espectador a iniciar um percurso singular em um espaço de associação de ideias onde se juntam as experiências sensíveis que detemos do mundo”, observa o curador. Pernambucano, poeta, fotógrafo e ex-curador de fotografia da Pinacoteca do Estado de São Paulo, ele ganhou, em 2014 o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) pela exposição Retumbante Natureza Humanizada, realizada no Sesc Pinheiros com fotos de Luiz Braga, um dos participantes desta mostra. 

 

Para Moura, a tradução de saudade vibra nas imagens selecionadas para esta exposição. “Nos rostos anônimos oferecidos ao passante curioso, dispostos no cenário improvisado de um fotógrafo popular”, diz complementando: “No desvio de uma rua, ou no meio da praça pública, percebemos a estranha sensação do seu limiar imagético.”

 


Alberto Ferreira (Série Brasília - Candango, 1960, Coleção Galeria Leme)

 

Até chegar ao conjunto de obras a serem exibidas, ele fez uma extensa pesquisa em todo o país em acervos particulares e instituições públicas. Reuniu cópias de época e ampliações únicas em pigmento mineral sobre papel algodão, entre outras, tanto em P&B quanto em cor e videoprojeções. No Dragão do Mar, a montagem ocupa todo o primeiro subsolo, com seis diferentes temáticas. Entre elas, o mar, a cidade das décadas de 1940 a 1960 e a morte – esta, abordada não só do ponto de vista humano, mas também material, mostrando o abandono de diferentes espaços.

 

Para citar algumas das obras, encontra-se neste percurso fotos de ambientes desolados, que denotam as marcas recentes da passagem de alguém, feitas pelo cearense Márcio Távora em 2011; Alberto Ferreira retrata em três fotos a construção de Brasília. Rastros de uma família e suas sutis tradições impressas em detalhes são fotografadas pelo premiado fotógrafo oriundo do Pará, Luiz Braga. Vê-se ainda o piso que restou de uma casa destruída no interior do Pernambuco, clicada por Gilvan Barreto em 2011; uma mulher consultando seu relógio, entre outras, diante do cinema na Cinelândia, no Rio de Janeiro, feita por Kurt Klagsbrunn no final da década de 40. Conte-se aqui também as videoprojeções Vazio, realizada por Alberto Bittar, em 2012, e Sonoro Diamante Negro, do ano de 2014, de Suely Nascimento.

 

Há ainda nove obras pertencentes ao acervo do Itaú Cultural e outras quatro fotos selecionadas pelo curador durante a pesquisa para a exposição, exibidas em formato de vídeo-projeção. Elas remontam ao início do movimento modernista na fotografia nacional, nos anos 1940, de autoria de German Lorca, José Oiticica Filho, Ademar Manarini, José Yalenti, Julio Agostinelli e de dois estrangeiros residentes no país, o letão Alexandre Berzin e o austríacoKurt Klagsbrunn. Neste espaço ainda há trabalhos de Luciano Andrade, nascido em 1950, na Bahia, cujo olhar contemporâneo dialoga com o dos demais artistas.

 

Como escreve o curador, são, enfim, registros das cidades e suas demolições, da perda das paredes do tempo, de objetos vazios à mercê da poeira do passado; da ausência e morte de entes queridos por alguém.

 

Em cartaz de 18 de janeiro a 26 de março de 2017, no Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC-CE). Visitação: de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); e sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.

 

 

 

 

 

 

 

 

Ações Educativas

Mediação a partir dos conteúdos das exposições para público espontâneo e agendado. A equipe é formada por Arte Educadores - universitários multidisciplinares - que desenvolvem ações de mediação com Escolas, Projetos, Universidades, ONGs e demais instituições interessadas em visitar o Museu e conhecer mais sobre Arte Contemporânea.

 

O agendamento do MAC pode ser feito de segunda a sexta, das 9h às 17h.
Contato: (85)3488.8621
E-mail: mac@dragaodomar.org.br

 

 

 

 

Biblioteca de Artes Visuais Leonilson

Espaço especializado em artes visuais com cerca de dois mil livros nas áreas de Fotografia, Design, Museologia, História da Arte, Arquitetura e Urbanismo, Moda e Arte Contemporânea.

Serviço gratuito, de terça a sexta, das 9h às 18h.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MUSEU DA CULTURA CEARENSE – MCC

 


O Museu da Cultura Cearense é um museu etnográfico que tem como proposta promover a difusão, a fruição e a apropriação do Patrimônio Cultural do Estado do Ceará, aplicando ações museológicas de pesquisa, preservação e comunicação, visando à inclusão e ao desenvolvimento sociocultural.

 

 

 

 

 

Exposição "Miolo de Pote: a cerâmica cearense primitiva e atual" [Salas 3 e 4]

 

 

Reunindo uma série de peças feitas de barro, a mostra apresenta o dinamismo e a vivacidade desta arte ancestral e milenar, no Ceará, além de trazer ainda a contribuição de artistas plásticos e visuais como Bosco Lisboa, Gentil Barreira e Tiago Santana.

 

Potes, panelas, alguidar, caco de torrar café, brinquedos. A exposição Miolo de Pote revela um Ceará uno e múltiplo, similar e diverso, em dia com as heranças indígenas, africanas, ibéricas. “Primitiva e atual, a arte no barro mantém características próprias em cada localidade ou região, seja no tipo de material, no desenho, nas técnicas, seja no resultado final”, define a curadora Dodora Guimarães. Além dela, a mostra tem ainda a contribuição curatorial da historiadora e diretora de museus do Centro Dragão do Mar, Valéria Laena.

 

Miolo de Pote reúne, sobretudo, duas coleções públicas: a do Museu da Cultura Cearense (Instituto Dragão do Mar), feita entre 1997 e 1998, que cobriu a Região do Cariri, Saboeiro e Iguatu; e a da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Governo do Estado do Ceará), adquirida em 2005 e 2006, durante o Projeto Secult Itinerante, que percorreu todo o Estado. Algumas peças advindas do Projeto Comida e da exposição O Fabuloso Mundo do Barro, ambos do MCC, enriquecem a mostra que conta ainda com a participação dos artistas plásticos e visuais Bosco Lisboa, Gentil Barreira, Liara Leite, Sabyne Cavalcanti, Tiago Santana, Tércio Araripe, Terry Araújo e Túlio Paracampos.

 

 

Instalação de Bosco Lisboa
Em julho de 2016, o MCC e o artista Bosco Lisboa desenvolveram uma oficina gratuita, aberta ao público, cujas peças produzidas agora são parte de uma instalação inédita, nesta exposição. Nas aulas ministradas de 19 a 22 de julho, no ateliê da Praça Verde do Dragão do Mar, o artista ensinou as técnicas para se trabalhar com argila.

 

 

Natural de Juazeiro do Norte (CE), Bosco desenvolveu, por mais de dez anos, uma pesquisa com artesãos do Sítio Touro e do bairro Tiradentes, tradicionais redutos da cerâmica de sua cidade natal. Em 1994, passou a moldar o barro tendo em vista sua relação com o cotidiano. Por seu trabalho, recebeu menção honrosa no Salão dos Novos em 1993, em Fortaleza. Entre as exposições coletivas de que participou, destacam-se 1ª Bienal do Cariri (Juazeiro do Norte, 2001), Bienal Naif’s (Sesc Piracicaba, 2004) e Projeto Abolição Tudo É de Barro, no Centro Cultural do Abolição (Fortaleza, 2005).

 

Em cartaz até 31 de março de 2017, no Piso Intermediário do MCC. Visitação de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Exposição “Narrativas e Alteridade – O Outro de Nós” [Encontros de Agosto]

 


Foto: Chico Gomes

 

 

A partir do tema “Narrativas e Alteridade”, o festival Encontros de Agosto 2016 propôs que fotógrafos dos nove estados do Nordeste fossem além das próprias fronteiras, trazendo e potencializando imagens de lugares e sujeitos imaginados. O público poderá contemplar na exposição questões universais a partir das realidades locais, percebendo aproximações e diferenças. 

 

Esta exposição é composta de mostras coletivas de fotógrafos cearenses e dos demais estados do Nordeste. “As narrativas visuais têm como fundamento a alteridade, traduzida e discutida pelo olhar de 54 fotógrafos, sendo 23 deles cearenses. É uma oportunidade única dos espectadores verem essa rica produção nordestina em um só local. São mais de 300 fotos”, explica a coordenadora geral do evento, Patricia Veloso.

 

Os intercâmbios abrem canais de comunicação para circuitos nacionais e internacionais. Após a exibição no Ceará, as mostras serão adequadas para uma exposição itinerante. Mais sobre o festival Encontros de Agosto: www.encontrosdeagosto.com.

 

Em cartaz até 31 de março de 2017, no Piso Superior do MCC. Visitação de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Exposição Vaqueiros [mostra permanente]

 

Foto: Marina Cavalcante

 

 

Exposição lúdica, de caráter didático, percorre o universo do vaqueiro a partir da ocupação do território cearense pela pecuária até a atualidade. Utiliza cenografia, imagens e objetos ligados ao cotidiano do vaqueiro.

 

Visitação de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); e aos sábados, domingos e feriados das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.

 

 

 

 

 

 

 

 

Agendamento de grupos para visitas às exposições

 

Núcleo de Ação Educativa

 

Partindo das especificidades de um museu etnográfico, o Núcleo de Ação Educativa do MCC objetiva formar educadores para atender ao público agendado e espontâneo. Composto por uma equipe multidisciplinar, realiza mediações com as mais variadas temáticas relacionadas à cultura popular trazidas pelas suas exposições.

 

Mediações
Os educadores do MCC proporcionam três tipos de mediações aos seus visitantes:

 

  • Mediação simples: mediação rápida, mais orientadora, destinada ao público não agendado e espontâneo. Duração de até 20 min.
  • Mediação ampliada: mediação problematizadora, formadora, que instiga o visitante a refletir de forma crítica sobre a exposição. Duração de até 01h30min.
  • Mediação com oficina: mediação mais prolongada, pois além de ter como ponto central a reflexão, nesta visita atividades de arte-educação são vivenciadas. Por exemplo: teatro de fantoche, desenho, contação de história, roda de conversa e oficinas de acordo com a exposição em cartaz. Duração de até 2 horas.

 

 

O agendamento dos museus do CDMAC pode ser feito de segunda a sexta, das 9h às 17h.
Contato: (85)3488.8621
E-mail: agendamentomuseus@gmail.com

 

 

 

 

 

 

 

CENTRO DRAGÃO DO MAR DE ARTE E CULTURA

Rua Dragão do Mar 81, Praia de Iracema - CEP: 60060-390 - Fortaleza/CE - CNPJ: 02.455.125/0001-31
Informações gerais: 55 (85) 3488 8600 / 55 (85) 3488 8608