FUNCIONAMENTO DO CENTRO DRAGÃO DO MAR

 

Geral: de segunda a quinta, das 8h às 22h; e de sexta a domingo e feriados, das 8h às 23h. Bilheteria: de terça a domingo, a partir das 14h.
Cinema do Dragão: de terça a domingo, das 14h às 22h.
Museus: de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); sábado, domingo e feriados das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.
Multigaleria: de terça a domingo, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.

 

 

 

OBS.: Às segundas-feiras, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura não abre cinema, cafés, museus, Multigaleria e bilheterias.

 

 

 

 

 

 

 

   PROGRAMAÇÃO

 

 

 

 

 

 

OFICINA FOTOGRAFANDO ESTRUTURAS

 

Na obra de Chico Albuquerque, podemos perceber uma fase essencial para sua carreira: as fotografias de arquitetura, destacando a cidade de Brasília e a verticalidade da grande cidade de São Paulo. O Educativo MAC-CE propõe uma oficina que tem como objetivo explorar experimentos e fundamentos básicos da fotografia de arquitetura, onde o participante vai aplicar noções de composições, linhas e sombras, através da câmera do seu celular. A oficina será mediada pelas educadoras Amanda Bessa e Beatriz Benitez.

 

Dia 1º de julho de 2017, às 15h, no Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC-CE). Acesso gratuito. Classificação etária: 15 anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[MÚSICA] PÔR DO SOM

 

Programa semanal do Centro Dragão do Mar, o Pôr do Som traz grupos de instrumentistas em formações diversas, que mostram um repertório variado. Nesta edição, confira o som instrumental de Ivan Timbó, apresentando SEPASSANDO REC.

 

Dia 1º/07 – Ivan Timbó

 

 

É instrumentista e produtor musical. Nascido em Fortaleza. Iniciou sua trajetória na música após herdar uma guitarra de seu Pai. Se aprofundou nos estudos quando ingressou no Conservatório de Música Alberto Nepomuceno onde estudou piano, teoria musical e canto coral.


Em 2008, reuniu um equipamento básico para gravações em sistema digital e fundou o estúdio e selo musical SEPASSANDO rec. Com o intuito de gravar suas composições e dar suporte a outros artistas, rapidamente o estúdio começou a funcionar e Ivan passou a trabalhar muitas horas ali. Avançando em suas pesquisas e experimentações sonoras e aproveitando a liberdade para usar o estúdio o tempo que fosse necessário, suas produções começaram a ganhar solidez e seu estilo foi se definindo.


Ganhou destaque na cena musical cearense após o lançamento de seu primeiro álbum “Voltas”(capa abaixo), todo produzido em seu estúdio apresenta seis temas instrumentais sintonizados no nujazz, corrente contemporânea que experimenta fusões entre elementos da música eletrônica e a improvisação instrumental do jazz tradicional.


Com esse disco, Ivan ampliou sua entrada na cena musical cearense e de outras regiões do País, participando de diversos festivais, oficinas e workshops sobre produção musical. Após o lançamento de seu álbum, passa a integrar inúmeros projetos musicais e a receber convites para compor trilhas para dança, teatro, performances e projetos audiovisuais.


O amadurecimento como produtor musical e a aproximação com diversos projetos e profissionais das artes, geraram em Ivan Timbó um promissor fluxo de trabalho e pesquisa, que favoreceu diversos encontros, parcerias e oportunidades que fortaleceram cada vez mais seus trabalhos.


Realizou diversas apresentações e turnês divulgando seus trabalhos nos principais eventos culturais, shows e festivais, como Feira da Música, Mostra de Música Petrúcio Maia, Centro Cultural Banco do Nordeste, Mostra Sesc Cariri de Cultura, Festival Ponto CE, Festival Manifesta, Festival de Rua de Maranguape, Concreto ‐ Festival de Arte Urbana, Festival de Teatro de Guaramiranga, Maloca Dragão entre outros, destacando a turnê "III na estrada", que em dez dias realizou oito shows nas principais capitais do Nordeste: passando por Fortaleza, Natal, João Pessoa, Recife, Aracaju e Salvador.


Timbó expandiu as atividades de seu estúdio e selo musical para um programa de web rádio, intitulado SEPASSANDO rec apresenta, trazendo um panorama da produção musical mundial, apresentando notícias, entrevistas e performances ao vivo, veiculado através da plataforma da Órbita Radio.


Com o lançamento de seu segundo álbum “Devaneios”, Ivan seguiu definindo o seu estilo de composição. Com bastante experiência em seu estúdio, apresentou um estilo de gravação mais técnico e maduro. Abriu mão das longas improvisações instrumentais, que marcaram o seu primeiro trabalho, para se aprofundar em sonoridades lounge e ambientais, que remetem a lembranças, sonhos e imagens sonoras.


Atualmente Ivan Timbó trabalha na finalização de seu terceiro álbum autoral, ainda sem nome oficial, o disco tem previsão de lançamento para o segundo semestre de 2017, transita entre o jazz e o Hip hop, recheado com muitas participações especiais.


 

Dia 8/7 – Miquéias dos Santos

 

 

Miquéias dos Santos apresenta o show “Baixo e Voz”, um trabalho que atua na perspectiva de nunca estar só enquanto solo. No show, o músico apresenta composições autorais e releituras de grandes clássicos da música, ambas, ditas em arranjos originais que ressaltam ao máximo a pluralidade de sons e vozes do baixo enquanto solo.


Com pedais de loop, delay e simuladores de frequências, o artista transita pela experimentação sem perder a musicalidade exuberante que é marca de sua performance no palco, sempre tão instigante e estimada pela plateia.


Nesta apresentação, Miquéias dos Santos recebe dois convidados para somar voz ao projeto, são eles: o cantor e intérprete Marcus Caffé e o músico e compositor Pedro Frota. Juntos, farão do baixo solo mais uma prova de liberdade com a música o que não se limitará ao óbvio.


Dia 15/7 – Siará Quarteto
Dia 22/7 – Trio de Sopros da Orquestra Sinfônica da UECE
Dia 29/7 – Samuel Rocha e Luís José

 

Dia 1º de julho de 2017, às 17h, na Arena Dragão do Mar. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

[MÚSICA] REGGAE EM PAUTA - DIA INTERNACIONAL DO REGGAE COM DONALEDA

 

 

O Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura celebra o Dia Internacional do Reggae, neste sábado (1º), com show da banda Donaleda, às 18h, no Anfiteatro. A data é conhecida no mundo todo como Reggae Day e é comemorada desde o ano 2000, quando foi proclamada pelo Governador Geral da Jamaica.

 

No Dragão, o repertório do show vai valorizar a música jamaicana difundida por Bob Marley. Na abertura da programação, tem Radio Black Time, com os DJs Magro e Canuto Lion, além dos convidados Indira Marley, Sistah Pabli e Thiago Roots. As comemorações dão início ao programa mensal Reggae em Pauta 2017 do Centro Dragão do Mar.

 

Com 4 CDs lançados ao longo de 14 anos de existência, Donaleda é a maior banda de reggae autoral do Ceará e uma das maiores do Norte/Nordeste. Desde 2001 a Donaleda vem divulgando o reggae que produz. O primeiro resultado deste trabalho é o disco “Liberdade e Libertação”, lançado em 2003, que levou a banda ao topo das paradas de sucesso das rádios em Fortaleza e em outras cidades do Nordeste, com os Hits Sistema Babilônico, Luz de Jah e Canto.

 

A banda também dividiu palco com grandes nomes da música nacional e internacional como: The Original Wailers, Stell Pulse, Honey Boy, Andrew Tosh (filho de Peter Tosh), Cidade Negra, Natiruts, Skank, Gabriel Pensador, Chico César, O Rappa, Graundation, dentre outros.

 

Dia 1º de julho de 2017, às 18h, no Anfiteatro. Acesso gratuito. Classificação etária: 18 anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[FEIRA] FUXICO NO DRAGÃO

 

Em julho, nossa tradicional feirinha dominical, o Fuxico no Dragão, ganha edições especiais e novos expositores de produtos criativos. Confira a programação:

 

Dia 2/7 – FUXICO BIKES
Neste dia, todos os expositores estão relacionados com a bicicleta, modal que tem ganhado cada vez mais adeptos na cidade por ser sustentável e ágil em dias de muito trânsito. Participam da feira: Coletivo Ciclanas – Mulheres no Trânsito de Fortaleza – Coletivo Ciclofeminista; BITELLI BIKES – Bicicletaria montada para ciclistas urbanos e fixeiros de Fortaleza que buscam peças e serviço de oficina; PICCOLORE PINTURAS – Pintura, personalização de bicicletas, projetos de pintura. Projeto e execução de pinturas para bicicletas e outros veículos ativos. Realiza um trabalho juntamente com a Bitelli Bikes oferecendo serviços de personalização; LIBERTÉ – Loja Vegana e militante das causas animais, que vem apostando no ciclodelivery para entrega de seus produtos; PITANGA – A Pitanga é uma marca de cozinha alternativa que tem como produtos cupcakes docinhos e salgados + opções veganas. Sai de bike pela cidade com produtos; É PRASADA – Versão itinerante do projeto É Prasada de alimentação vegana. Elabora receitas feitas sem conservantes, sem nenhum derivado de soja, nada de origem animal, com temperos especiais, legumes frescos, sal rosa e tem como inspirações a culinária indiana e Hare Krsna; BIKE VEGAN – Coletivo que oferece o serviço de delivery de produtos utilizando a bicicleta como transporte; e PROJETO VINILCICLETA – NEGO CÉLIO – Projeto de discotecagem itinerante em vinil, utilizando a bicicleta como transporte e como apoio para a criação de soundsystem para lá de animado.

 

Dia 16/07 – FUXICO NO DRAGÃO + FEIRA ÍNDICE
O Fuxico no Dragão veio para agitar as tardes de domingo com uma feirinha diferenciada que reúne, a cada edição, vinte expositores de produtos criativos em design, moda e gastronomia. O espaço do Fuxico receberá ainda, nesta edição, a Feira Índice que reúne editoras independentes, pequenas livrarias, coletivos, escritoras e escritores, acompanhada de programação literária.

 

Dia 23/07 – FUXICO VINIL
É uma variação temática do nosso tradicional Fuxico no Dragão. Neste domingo, a feira reunirá uma série de colecionadores de vinil e artigos relacionados, sob o som dos DJs Alan Morais e Betty Silvério. Além da venda, os amantes de discos de vinil promovem trocas de produtos entre si. Vão expor, nesse domingo (23), os seguintes feirantes: Loja OitoPolegadas, LS Discos, Kiss Discos, Jaques Colecionador, Tony OPUS, ReciclArte, Sonoro Discos, Vertigem Discos, Reggaezone, The Fish Vinil, Elmo Camisetas e Black Loja

 

Dia 30/07 – FUXICO VERDE + FUXICO MUSICAL
No último Fuxico do mês, a feirinha será voltada para os expositores e feirantes de mudas de plantas. Além disso, a Temporada de Arte Cearense apresenta o programa Fuxico Musical, às 19h, com a cantora Paula Tesser. A artista traz o show "Forró de Cabo a Rabo", que explora a diversidade do forró a partir de arranjos que valorizam os sons do passado, mas com uma roupagem contemporânea.


Dias 2, 16, 23 e 30 de julho de 2017, das 16h às 20h, na Arena Dragão do Mar. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PROGRAMA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE]
ESPETÁCULO “HISTÓRIAS DE HERÓIS NEGROS”

Edivaldo Batista

 

 

Encontramos a figura do herói em todas as manifestações mitológicas que constituem a cultura oral de um povo. Não seria diferente nas mitologias africanas. Por isso, “Histórias de Heróis Negros” se propõe a apresentar para o público infantil as aventuras de Sudika-Mbambe, um herói cultural dos Ambundus de Angola, retirado do livro “O Herói com rosto africano – Mitos da África”, de Clyde W. Forde.

 

Dia 2 de julho de 2017, às 17h, na Praça Verde. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre. Duração: 50 minutos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[RECITAL E FEIRA] CORDEL COM A CORDA TODA

 

 

Realizado em parceria com a Associação de Escritores Trovadores e Folheteiros do Estado do Ceará (AESTROFE), este projeto já apresentou os melhores poetas cordelistas, declamadores, cantadores repentistas e músicos tradicionais do Ceará e de outros estados brasileiros, além de trazer cordéis numa feira de clássicos e novos autores.

 

Dia 2 de julho de 2017, às 19h, no Espaço Rogaciano Leite Filho. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

PROGRAMA NAS RUAS [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE]
ESPETÁCULO “O AUTO DO REI LEAL”

Coletivo Rei Leal

 

 

Os grandes clássicos da literatura mundial sempre foram fontes de constantes estudos, partidos da premissa básica de que o ser humano é regido por um mesmo código de padrões psicológicos. O que aquilata uma obra é a sua capacidade de conter, em sua essência, as vivências pessoais dos vários povos espalhados pelo mundo.

 

Rei Lear”, o consagrado texto de Shakespeare, já recebeu várias montagens teatrais, bem como releituras no cinema e na televisão. A sua atualidade é inegável. Aqui temos a grata adequação à realidade nordestina, contada na linguagem de cordel pelas hábeis mãos do poeta José Mapurunga.

 

Cansado de suas obrigações, o cego Rei Leal decide dividir seu reino com as três filhas. Sua generosidade seria medida pelo afeto demonstrado por cada uma. Cinicamente as duas mais velhas, Goneril e Zuleide derretem-se em elogios e são retribuídas com várias propriedades espalhadas pelo Ceará e pelo mundo.

 

Cordélia, sua filha predileta e que ama verdadeiramente o pai, recusa-se a imitar a hipocrisia das irmãs e critica a forma com que seu pai divide seu legado, e por este ato é deserdada. Sem propriedades a mendigar, Leal segue um caminho errante. A partir daí, desenrolam-se situações cômicas e trágicas, com ingredientes regionais.

 

Dias 2, 9, 16 e 23 de julho de 2017, às 19h, na Praça Almirante Saldanha. Classificação etária: 12 anos. Duração: 55 minutos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[ASTRONOMIA] NOITE DAS ESTRELAS

 

 

Todos os meses, sempre nas noites de Quarto Crescente Lunar, o planetário disponibiliza telescópios ao público em geral para observação astronômica de Crateras da Lua, Planetas, Nebulosas etc.

 

Dias 3 e 4 de julho de 2017, das 19h às 21h, em frente ao Planetário. Acesso gratuito. Em caso de céu nublado, a atividade poderá ser interrompida ou cancelada.

 

 

 

 

 

 

 

 

[CINEMA] CINE CAOLHO

 

 

O Cine Caolho se propõe a ser um espaço de exibição e reflexão sobre as produções audiovisuais cearenses. Acontecendo mensalmente, sempre na primeira segunda-feira do mês no Cinema do Dragão, o Cineclube exibe filmes cearenses, sempre com a presença de seus realizadores para um debate com o público após as sessões. Nesta edição, confira “Lugar Nenhum”, de Wesley Guerreiro; “Delirium Tremes”, de Hugo Sombra; “Comer com Os Olhos”, de Daniel Chastinet; “Cada Nome uma sentença”, de Gabriel Silveira e Ramon Sales; “Liquida”, de Clara Capelo e Tuan Fernandes.

Dia 3 de julho de 2017, às 19h30, na Sala 2 do Cinema do Dragão. Classificação etária: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

TEATRO] TEMPORADA CEARENSE DE COMÉDIAS
Espetáculo TITA &NIC 8D

Cia Cearense de Molecagem

 

 

A produção cinematográfica hollywoodiana ganha uma roupagem satírica quando seis atores se esmeram em interpretar os 2.500 personagens. Há 14 anos em cartaz, a sátira já teve um público somado em mais de meio milhão de pessoas em 870 apresentações. É início do século e as invenções pipocam de cabo a rabo. Eis que surge a jangada Lamparina do Mucuripe. A multidão embarca sem saber que ruma para um cômico destino em águas fétidas da Leste Oeste. Na viagem, pinta o maior clima entre o humilde da 3ª classe Nic e a melancólica, virgem e sufocada aristocrata da 1ª classe Tita. Por amor, os dois só faltam se lascar.

 

Dia 4 de julho de 2017, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Classificação etária: 12 anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[PALESTRA] DEBATE COM GINGA
Pré-lançamento do livro “Terreirada no Cariri: crônica de um evento de Capoeira ocorrido no cariri cearense”

 

 

O Debate com Ginga é realizado uma vez por mês no Auditório do Dragão do Mar, proporcionando discussões de temáticas que se relacionam com a capoeira. Realizado pelo Grupo Capoeira Brasil, promove ainda oficinas e vivências de manifestações afro-brasileiras ou relacionadas com a capoeira. O debate promove a troca de saberes ao convidar pessoas oriundas de diversos setores da sociedade e de campos do saber. Nesta edição, o programa faz o pré-lançamento do livro “Terreirada no Cariri: crônica de um evento de Capoeira ocorrido no cariri cearense”, do autor Orismidio Duarte (Contramestre Caboré), graduado em Artes Visuais e professor da rede estadual de ensino.

 

“O Debate com Ginga é uma proposta de ir além dos espaços mais tradicionais da capoeira, instigando os capoeiristas a buscarem ampliar suas fontes de conhecimento e suas visões das temáticas que atravessam nossa arte”, afirma Luciano Hebert, corda marrom do Grupo Capoeira Brasil e coordenador do projeto.

 

O projeto Debate com Ginga tornou-se Projeto de Extensão da Universidade Federal do Ceará-UFC, pelo Instituto de Educação Física e Esportes – IEFES, desde novembro de 2016. Isto significa que passou a ser reconhecido, conservado e apoiado pela Universidade, como capaz de desenvolver atividades de caráter educativo, social, cultural, científico e tecnológico, envolvendo a Capoeira, cujas diretrizes e escopo de integração com a sociedade, agregam-se às linhas de pesquisa desenvolvidas pelo IEFES-UFC. Deste modo, o projeto será ainda capaz de provocar a investigação científica para alunos da graduação em Educação Física e outras áreas do conhecimento, bem como a socialização destes para quem não tem acesso direto à Universidade, com certificação a todos que dele participarem.


A Capoeira e o Grupo Capoeira Brasil


A origem da Capoeira ainda hoje é discutida por diversos estudiosos da área, mas acredita-se que ela remonta aos tempos da escravidão, sendo criada provavelmente pelos negros escravos aqui no Brasil, na ânsia de se libertarem. A capoeira atravessou diversas fases e inúmeras adversidades, sendo até considerada uma prática ilegal e proibida.


Segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), a Capoeira encontra-se presente em todo o território nacional e em mais de 150 países, tornando-se inviável contabilizar o número de praticantes. A Capoeira hoje é incentivada e amparada por Lei Federal e em 2008 foi reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, sendo candidata a tornar-se patrimônio da humanidade.


O Grupo Capoeira Brasil, fundado em 1988 (ano de comemoração dos 100 anos da Abolição da Escravatura), na cidade de Niterói, pelos mestres Paulinho Sabiá (Niterói – RJ), Boneco (Barra – RJ) e Paulão Ceará (Fortaleza – CE), surgiu com o objetivo de incentivar, divulgar e resgatar a cultura e a arte da Capoeira, valendo-se desse instrumento como um meio de transformação e incentivando os praticantes a se tornarem cidadãos críticos.


Dia 5 de julho de 2017, às 19h, no Auditório. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[FOTOGRAFIA] PROGRAMA INTERVENÇÃO EM ESPAÇOS EXTERNOS – TEMPORADA DE ARTE CEARENSE
Abertura da Exposição NÃO ESTOU SÓ DE PASSAGEM

Luiz Freire

 

 

Luiz Freire costuma amanhecer o dia vendo a cidade onde mora pelo lado de fora, lá por onde dizem ter passado os portugueses quando chegaram na Barra do Ceará, em cima das ondas, lá dentro do mar. De lá, percebe como o horizonte – este outro visto do "outside" – tem mudado, percebe como a cidade se desenvolve, como cresce e se deteriora. Vê os amigos partindo e outros chegando. A água, essa cama passageira do artista, também é lente, espelho, reflete. A água, nem sempre incolor, insípida e inodora, também revela. Luiz não é apenas espectador, não está só de passagem.

 

O projeto “Não estou só de passagem” teve início em 2013 e se dá pela captura de uma imagem momentânea de pequenas ações corriqueiras sobre o reflexo de lâminas de água formadas casualmente em espaços improváveis. Deixa-se claro que algumas das poças são para além de casuais, senão resultados de descaso e má vontade social e política. Algumas questões são levantadas, como os efeitos e as condições do desenvolvimento das cidades e seus litorais, as memórias que se formam coletivamente e os impactos do uso desses locais. O projeto caminha alinhando denúncia e poética em um mesmo corpo.

 

Este ano, o projeto se transforma em exposição a partir da curadoria compartilhada entre Luiz e o também artista Emanuel Oliveira. A partir da escolha de aproximadamente 20 imagens, feitas com câmeras de pequeno porte, “Não estou só de passagem” será apresentada na Varanda dos Museus, espaço situado ao lado do Museu da Cultura Cearense, do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, como resultado de aprovação para a programação da Temporada de Arte Cearense (TAC). A exposição fica em cartaz até início de agosto.

 

Dia 5 de julho de 2017, às 19h, na Varanda dos Museus. Visitação: de 6 de julho a 6 de agosto de 2017, de terça a domingo, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[CIRCO] Espetáculo “QUINTAL”
Companhia Circo Lúdico Experimental – CLE

 

 

Quintal, uma pausa no fluxo intenso da cidade para ampliar o olhar para a pequenez das coisas, pés de calços, balanço, fazer brinquedo com as palavras, fazer palavra virar corpo. Deter-se a observar, dar às coisas uma volta inteira, margear, imaginar, inventar modos de olhar, transver o mundo. Um espetáculo inspirado na obra de Manuel de Barros.

 

Dias 5, 12, 19 e 26 de julho de 2017, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). Classificação: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[DANÇA] PROGRAMA QUINTA COM DANÇA – TEMPORADA DE ARTE CEARENSE
Espetáculo MULATA

Cia Dita

 

 

O trabalho construído em 2014, marca o ano de comemorações dos 50 anos da bailarina cearense Wilemara Barros e ganha narrativa com corpo e voz da artista que esmiúça sua trajetória de 42 anos de dança. Wilemara começou a dançar em uma época regida pelo modelo europeu como estética a ser seguida.

 

Desacreditada por seu primeiro professor quando criança, seguiu transformando-se ao longo de quatro décadas em uma mestra da técnica clássica, criando uma carreira significativa no cenário da dança cearense/ brasileira. Mulata é sobre a delicadeza das percepções menos visíveis.

 

Dias 6, 13, 20 e 27 de julho de 2017, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). Classificação etária: 10 anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MOSTRA ARENA DRAGÃO – PROJETO É NOIZ PERIFA

 

 

 

Potencializar o intercâmbio artístico entre centro e periferia da cidade. O Grande Bom Jardim desce à praia no encerramento do projeto É NOIZ PERIFA, apresentando a "Arena Dragão", na qual artistas e grupos orientados pelo projeto ocupam programação do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura entre os dias 7 e 9 de julho, com 10 apresentações artísticas, que vão do circo ao audiovisual, passando pela dança, música e teatro.

 

O projeto aconteceu no Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ), de janeiro a maio deste ano, voltado para fomento, formação e difusão das produções culturais do Grande Bom Jardim (GBJ) e adjacências, região compreendida por cinco bairros da Regional 5 de Fortaleza: Siqueira, Granja Portugal, Canindezinho, Granja Lisboa e Bom Jardim. Com patrocínio da Cagece, o projeto “É Noiz Perifa - Ações de Difusão e Criação” é uma realização da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult) e do Instituto Dragão do Mar, por meio do CCBJ.

 

A proposta é fortalecer a cadeia cultural da região, a partir de formação e orientação técnicas em cinco linguagens artísticas, sob a tutoria de artistas e coletivos renomados do grande público. No teatro, os coletivos Viv'Arte e Girassóis aprimoraram seus espetáculos "Censurados" e "Amor de Girassol", respectivamente, sob a tutoria dos grupos Pavilhão da Magnólia e Teatro de Caretas; na música, os grupos Sem Saída (rap) e Caixeiros Viajantes (rock regional) tiveram orientação dos artistas Felipe Cazaux (banda Mad Monkees) e Fernando Catatau (banda Cidadão Instigado); no circo, os espetáculos "A mágica entre vassouradas e espanadores - Mágico Jeffy", de Jefferson Alves e Samantha Macedo e "Não, coração", de Lucas Gomes e Milene Rodrigues, tiveram orientação da Cia. Circo Lúdico Experimental - CLE; no audiovisual, Rúbia Mércia, Victor Furtado e o Coletivo Nigéria orientaram a produção dos curtas "Toca Good Garden", documentário de San Cruz e Gandhi Guimarães, e "A volta da perna cabeluda", web-série do Grupo Ellus; e, finalmente, na dança, os espetáculos "Uma dança para meus pesares", de Maria Epenefrina e Wellington Fonseca, e "Sandra Bar", de Daniel Rufino, tiveram orientação dos bailarinos Ernesto Gadelha e Andreia Pires. Para todas as apresentações, também foram feitos figurinos artísticos, a partir do curso "Criação de Figurino", coordenado pela estilista Ruth Aragão.


Além das apresentações artísticas dos grupos orientados por tutorias no projeto, a Arena Dragão se espalha pelos espaços do centro cultural. Entre os dias 7 e 31 de julho, a Multigaleria recebe a Exposição “Atravessando olhares: mulheres e suas narrativas”, com fotografias feitas por mulheres da região em oficina com a fotógrafa Jamile Queiroz; o espaço Arena do Dragão expõe a Feira da Economia Solidária e Criativa, de artesãos e empreendedoras(es) do GBJ, das 17h às 20h, além de alguns shows, durante todo o evento.

 

 

 

PROGRAMAÇÃO

 

Sexta | Dia 7 de julho

 

Abertura Exposição “ATRAVESSANDO OLHARES: mulheres e suas narrativas”
19h > Multigaleria > Classificação: Livre

 

Espetáculo “Censurados” – Cia Viv’arte
19h > Pátio Rogaciano Leite > Classificação: Livre

 

The Good Garden
19h30 > Arena do Dragão > Classificação: Livre

 

Espetáculo “Amor de Girassol” – Coletivo Girassóis
20h > Teatro Dragão do Mar > Classificação: 14 anos

 

Show Favela Sobrevive – Grupo Sem Saída e Fernando Catatau
20h > Arena do Dragão > Classificação: Livre

 

Catiguria Djs
21h > Arena do Dragão > Classificação: Livre

 



Sábado | Dia 8 de julho

 

Espetáculo “A Mágica Entre Vassouradas e Espanadores” – Mágico Jeffy
17h > Teatro Dragão do Mar > Classificação: Livre

 

Exibição Audiovisual – “A Volta da Perna Cabeluda” e “Toca Good Garden”
18h > Cinema Dragão do Mar > Classificação: Livre

 

Espetáculo “Uma Dança para Meus Pesares” – Maria Epinefrina e Wellington Fonseca
20h > Teatro Dragão do Mar > Classificação: Livre



Domingo | Dia 9 de julho

 

Espetáculo “Não, Coração” – Lucas Gomes e Milene Rodrigues
17h > Teatro Dragão do Mar > Classificação: Livre

 

Espetáculo “Sandra Bar” – Daniel Rufino
18h > Teatro Dragão do Mar > Classificação: Livre

 

Show Lançamento do EP “Luzes na Cidade” – Banda Caixeiros Viajantes
20h > Arena > Classificação: Livre

 

 

 

Dias 7, 8 e 9 de julho de 2017, a partir das 17h, em vários espaços do Dragão. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[MÚSICA] PROGRAMA NOVO SOM – TEMPORADA DE ARTE CEARENSE
CASA MARÉ E OTO GRIS

 

 

Com o objetivo de mostrar a diversidade da cena musical cearense, destacando bandas novas e grupos contemporâneos, o Dragão do Mar apresenta o programa Novo Som, da Temporada de Arte Cearense. Nesta edição, sobem ao palco Casa Maré, divulgando o primeiro EP, com influências da bossa, do samba, pop, ska, da música latina e world music; e também a banda Oto Gris, com o show "Avôa", composto por canções autorais do primeiro disco e algumas inéditas. Com referências da música alternativa contemporânea, o show transporta o público a uma viagem intensa e minimalista. Confira mais sobre cada banda.

 

Casa Maré – show de divulgação do primeiro EP

 

 

Criada em 2015, a Casa Maré é uma banda autoral cearense formada pelos músicos Ph Barcellos, Eduardo Lopes, Rodrigo Ildefonso e Bruno Biú. Após um ano de encontros e composições, a Casa Maré́ lançou em março de 2016 seu primeiro EP com cinco músicas, além da produção de um videoclipe em parceria com o diretor Henrique Nunes. As composições da banda têm influências diversas, como bossa, samba, pop, música latina, ska, world music. Uma casa de portas e janelas abertas para deixar o som passar.

 

 

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Oto Gris – show “Avôa”

 

 

O espetáculo “Avôa”, da banda cearense Oto Gris, é composto de canções autorais do primeiro disco do grupo, somadas a algumas canções inéditas. Com referências da música alternativa contemporânea, o show transporta o público a uma viagem intensa e minimalista. Oto Gris apresenta repertório 100% autoral e é composto por Davi Serrano (guitarra e voz), Jonas Gomes (baixo) e Victor Bluhm (bateria). Participação especial de João Leão (teclados e percussões).

 

Dia 7 de julho de 2017, às 20h, no Espaço Rogaciano Leite. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[MÚSICA] PROJETO DUETOS
Bandas 14 BIS – Turnê de 35 anos e BAND ON THE RUN

 

Desde 2013 trazendo os nomes marcantes das décadas anteriores da música brasileira, o Projeto Duetos segue a tradição na primeira apresentação do ano. Sobe ao palco do Anfiteatro a banda 14 Bis, com a turnê de 35 anos de história. Abrindo a noite, tem Band On The Run, que homenageia o ex-Beatle Paul McCartney. Confira mais sobre as atrações:

 

Band On The Run

 

 

Formada em meados de 2009 em Fortaleza, no Ceará, a Band On The Run presta homenagem à obra musical do cantor e compositor inglês o ex-Beatle Sir Paul McCartney. Tudo surgiu de uma antiga ideia do músico cearense Edmundo Jr., admirador da obra de Paul McCartney. Edmundo ficou mais conhecido por seus trabalhos com artistas renomados no cenário nacional como Raimundo Fagner e Kátia Freitas, e pelas bandas Ozlo (trabalho autoral) e Remember Beatles.

 

Logo juntaram-se a ele mais dois membros remanescentes da Remember Beatles, o baterista/vocalista Silvio Starr e o tecladista Djalma Feitosa. Para completar o grupo, recrutaram o vocalista Bidu Noronha (Fator RH) e o guitarrista Marcelo Feitosa. Desde então, o grupo tem se dedicado a aprender, estudar, tocar e divulgar as canções de Paul McCartney.

 

Com um repertório formado por clássicos como “My Love”, “No More Lonely Nights”, “Ebony And Ivory” e “Live and Let Die”, juntamente à músicas que marcaram seus trabalhos com os Beatles e Wings, e novos sucessos de álbuns mais recentes, a Band On The Run sempre tem deixado uma impressão muito positiva e energia cativante por onde tem passado.

 

 

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14 Bis

 

 

Eles estão há mais de três décadas na sua vida, numa trajetória caracterizada pela reinvenção e ampliação de um público fiel. E estão comemorando nos palcos, com a nova turnê “14 Bis – 35 Anos”, que reúne os clássicos da carreira do grupo mineiro, assim como outros sucessos da música nacional e internacional.

 

Surpresas escolhidas a partir de coisas que ouviram nesses 35 anos, com um pé até na modernidade, podendo ir dos Beatles a Renato Russo. É um novo 14 Bis que está no ar, mas sem deixar, é claro, sua característica sonoridade, uma mistura única de rock com Clube da Esquina, música clássica, progressivo, do country norte-americano ao regional brasileiro, e o que mais pintar no caldeirão de Cláudio Venturini (guitarra e voz), Sérgio Magrão (baixo e voz, único carioca do grupo), Vermelho (teclados e voz) e Hely Rodrigues (bateria).

 

Esses caras levam a sério o que cantam, como o verso da “Canção da América”, “amigo é coisa pra se guardar” (do primeiro disco, presente inédito de dois amigões, o já saudoso Fernando Brant e Milton Nascimento, também produtor da estreia fonográfica da banda). Porque é exatamente o que eles são quatro amigos que amam o que fazem: tocar, cantar e compor. E o grande momento é quando dividem isso com uma turma cada vez maior de admiradores, como confirmam as plateias de seus shows, sempre repletas de fãs de carteirinha, para quem bastam alguns compassos da introdução de “Planeta Sonho” para rejuvenescer seus sentidos, e de uma linda juventude que não devia ter sequer 10 anos quando o grupo estourou, há 35 anos, ainda com Flávio Venturini na formação – o irmão mais velho de Cláudio saiu em 1987, mas sempre, quando há uma brecha nas agendas, pode ser visto de volta ao palco com eles.

 

E até hoje, “Todo Azul do Mar” após “Caçador de Mim”, “Natural” após “Mesmo de Brincadeira”, “Nova Manhã” após “Mais Uma Vez”, cada canção, com vocais e instrumental incríveis, letras e melodias irresistíveis, é a prova da mágica atemporal do 14 Bis. Seus shows são daqueles que proporcionam o prazer de se ouvir da primeira à última música, como nos bons tempos, que voltam, sim, e o 14 Bis está aí para resgatar tal sensação. A nave vai, pioneira como o protótipo visionário de Santos Dumont que deu nome ao grupo, 35 anos de carreira e continua, sonhando o futuro.

 

Dia 8 de julho de 2017, às 21h, no Anfiteatro. Ingressos: R$ 70,00 (inteira) e R$ 35,00 (meia). À venda na bilheteria do Dragão, nas lojas Casa dos Relojoeiros e Cantinho do Frango. Classificação etária: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[MÚSICA] FESTIVAL GARAGE SOUNDS

 

 

O Garage Sounds vem com força para se tornar o maior festival de rock independente do Ceará. De iniciativa independente, o GARAGE SOUNDS valoriza a cultura e arte independente do Estado, tendo como principais atrações bandas cearenses, mas também contando com bandas convidadas de outros estados do país. Entre os destaques, Dead Fish, Fresno, Facada, Obskure e Mad Monkees.

 

Dia 8 de julho de 2017, às 14h, no Praça Verde. Classificação etária: 16 anos.Ingressos | Meia entrada: R$ 50,00 e Entrada Social: R$ 55,00 + a doação de um livro (a ser entregue na portaria do evento).
Vendas | Lojas Clikks - RioMar Fortaleza; Shopping Iguatemi; Benfica e Parangaba. Loja Bronx - Centro.
Vendas online - http://bit.ly/2nB7ytE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

OFICINA (RE)VISITANDO CHICO [CANCELADA]

 

A oficina tem como objetivo interagir com as crianças e as fotos da exposição Chico Albuquerque. As crianças irão se caracterizar com roupas da época e serão fotografadas baseadas nas obras do fotógrafo. Joellen Galvão e Rayssa Pessôa.

 

Esta atividade foi cancelada. Em breve, anunciaremos nova data.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SAX IN CENA – CIRCUITO DE MÚSICA ERUDITA [CANCELADO]

 

 

Esta atividade foi cancelada pelo grupo por motivos de saúde.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[TEATRO] TEMPORADA CEARENSE DE COMÉDIAS
Espetáculo “AS VIZINHAS”

Cia Cearense de Molecagem

 

 

De repente, o apartamento ao lado passa a ser ocupado por alguém desconhecido, com costumes diferentes, gostos estranhos, comportamento incomum. Eis que se cria a situação mais propícia para uma guerrinha ou para “a batalha do século”. Uma recém-divorciada e uma funcionária pública de férias vão fazer dessa convivência forçada algo para lá de surpreendente.

 

Cada qual com um jeito e manias, elas passam a conviver no mesmo condomínio, no mesmo bloco de apartamentos e no mesmo corredor. Mulheres, antagônicas, divergentes e alucinadas passam a se tolerar de qualquer jeito. Tudo isso só poderia resultar em fuxico, catrueragem, intriga, alcovitagem, despeito, inveja, marmotagem e destroço. Muita fuleragem e riso pra todos os lados. Com um final surpreendente, o público verá como fazemos o mundo rir da molecagem típica cearense.

 

Dia 11 de julho de 2017, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Classificação etária: 12 anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[FOTOGRAFIA] GOLPE DE VISTA

 

O Golpe de Vista é um programa vinculado à Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal do Ceará. A ação consolida, há dois anos, uma série de encontros mensais, em que convidados e público trocam experiências sobre imagem e artes visuais, com ênfase na fotografia e seus desdobramentos. A iniciativa aprimora os conhecimentos fotográficos de forma coletiva, fomenta estudos, intervenções e discussões, além de destacar os novos atores visuais através do formato fotoclubista.

 

Dia 12 de julho de 2017, às 19h, no Auditório. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[MÚSICA] BATALHA DO DRAGÃO

 

 

A Batalha do Dragão está sacudindo a cena do freestyle cearense. Com o objetivo de promover o encontro de MCs para um duelo de rimas de improviso, o projeto é uma realização do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, mediado pelo rapper e produtor musical Erivan Produtos Do Morro, com DJ Robson Além da Ideia no toca-discos e Flaviene Vasconcelos na produção. Como convidada, o programa apresenta, nesta edição, Isabel Gueixa.

 

Dia 14 de julho de 2017, às 18h, no Espaço Patativa do Assaré. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[DANÇA] Espetáculo DE-VIR
Cia Dita

 

 

De-vir estreou em dezembro de 2002 como exercício final do coreógrafo Fauller, no Curso de Criação Coreográfica do extinto Colégio de Dança do Ceará. Em sua trajetória de 15 anos, o projeto conquistou um público múltiplo.

 

A relação com essa audiência proporcionou ao espetáculo conexões com o cinema, com projetos acadêmicos dentro e fora do Ceará e com diversas publicações em livros e revistas. “De-vir” foi apresentado em todo o Brasil nos mais importantes festivais de dança e através da Circulação Nacional Palco Giratório – SESC.

 

Também foi apresentado em países da América do Sul, África e Europa. O espetáculo, hoje, é considerado umas das principais obras da dança cênica do Ceará.

 

Dias 14, 21 e 28 de julho de 2017, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 16,00 (inteira) e R$ 8,00 (meia). Classificação etária: 18 anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

OFICINA FOTOGRAFANDO ESTRUTURAS

 

Na obra de Chico Albuquerque, podemos perceber uma fase essencial para sua carreira: as fotografias de arquitetura, destacando a cidade de Brasília e a verticalidade da grande cidade de São Paulo. O Educativo MAC-CE propõe uma oficina que tem como objetivo explorar experimentos e fundamentos básicos da fotografia de arquitetura, onde o participante vai aplicar noções de composições, linhas e sombras, através da câmera do seu celular. A oficina será mediada pelas educadoras Amanda Bessa e Beatriz Benitez.

 

Dia 15 de julho de 2017, às 16h, no Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC-CE). Acesso gratuito. Classificação etária: 15 anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[MÚSICA] PRAÇA DO ROCK
Com as bandas Aderiva, Siege of Hate (S.O.H) e Steel Hands

 

Realizado pelo Dragão do Mar em parceria com a Associação Cearense do Rock, o programa mensal Praça do Rock apresenta, a cada edição, as várias matizes do rock cearense. Em julho, a Praça do Rock comemora o Dia Internacional do Rock, com as bandas Aderiva, que mistura estilos de rock como o hardcore e o heavy metal; Steel Hands, de power metal; e Siege of Hate (S.O.H.), que une do mais extremo grindcore e death metal até o hardcore "old school". Mais informações sobre as atrações:

 

 

Aderiva
Banda criada em Fortaleza-Ce, no início do ano de 1999, com a proposta de tocar músicas autorais, misturando alguns estilos do rock, dos quais se destacam o hardcore o heavy metal. No ano de 2000, grava o primeiro CD-Demo e torna-se conhecida por apresentar shows vibrantes. Em 2001, grava o segundo CD-Demo, intitulado “Conquista de Um Ideal”. Em 2003, a banda entra em um longo hiato.

 

Em 2015, a banda volta com nova formação. Desde então, vem trabalhando intensamente. Em 2016, lança o EP “Vida Longa e Próspera”, atingindo uma repercussão grande na cena. Ainda em 2016, a banda lança seu primeiro clipe. A música escolhida é “Conquista de Um Ideal”. A banda se prepara para lançar o seu primeiro CD “Full-Length”, previsto para o segundo semestre de 2017.

 

Aderiva é composta por Harrison Farias (Vocal e Guitarra), Tonioni Havana (Baixo e Vocais), Kiko Vasconcelos (Guitarra) e Leandro Osterne (Bateria).

 

 

 

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Steel Hands
A banda de power metal Steel Hands, situada na cidade de Horizonte (CE), busca conquistar os fãs da cena metal nas regiões com um estilo musical pesado, técnico e que ao mesmo tempo mantém o espírito heavy metal em seus riffs e melodias.Atualmente, conta com quatro integrantes, Nildo Gomes (vocal/guitarra, recentemente figura entre os resenhistas da Roadie Metal), Natan Maia (guitarra), João Pedro Silveira (baixo) e Diego Santiago (bateria).

 

A banda já participou de alguns eventos importantes na cena metal do Ceará como o show de abertura do Sonata Arctica, na Barraca Biruta; o Rock Cordel 2015; IpuCaos, Horizonte Music Festival, entre outros eventos em algumas cidades. Em 2016, a banda gravou um EP , “Chosen One”, com cinco faixas e o videoclipe de “Reckoning Day”, para buscar ainda mais espaço na cena Rock/Metal do estado.

 

 

 

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Siege of Hate (S.O.H.)
Formada no ano de 1997, é uma das bandas locais mais respeitadas na cena. Em 2017, ano em que completa 20 anos de estrada, a banda se encontra em processo de criação do quarto álbum. Dando continuidade à sua fórmula musical característica, mistura do mais extremo grindcore e death metal ao hardcore "old school", resultando em uma avalanche de energia sonora.

 

Dia 15 de julho de 2017, às 19h, no Espaço Rogaciano Leite Filho. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[MÚSICA] PROGRAMA POLIFONIAS – TEMPORADA DE ARTE CEARENSE
BERG MENEZES E ANDRÉA MANOEL

 

Programa da Temporada de Arte Cearense, o Polifonias promove a circulação de artistas da cena cearense, com duas apresentações autorais por noite nos diversos segmentos musicais. Nesta edição, confira o lançamento do primeiro álbum de Berg Menezes, "Pedra", que insere, na execução das doze faixas autorais, elementos visuais que conectam a poética das letras à performance ao vivo.

 

O segundo show da noite é o "Regionalcontemporâneo", de Andréa Manoel. O trabalho se utiliza da tecnologia atual para falar do ambiente nordestino. Faz paralelo às características imagéticas do álbum "Kid A", do Radiohead, junto a referências como Patativa do Assaré e Luiz Gonzaga, além de sonoridades da periferia como o "trap". Confira abaixo mais sobre as atrações.

 

 

Berg Menezes – show “Pedra”

 

 

Há vida nova no pop rock cearense: Berg Menezes, conhecido pelos trabalhos solo “Imperfeito” (2013) e “Vagabundo” (2014) e como frontman da banda Os Coadjuvantes, reúne as referências e experiências de dez anos de carreira em primeiro álbum solo. Intitulado “Pedra”, o disco traz doze faixas que vão buscar base nos anos 90, mas que ganham contornos contemporâneos e maduros com guitarras, vozes e sintetizadores cheios de efeitos.

 

Ora experimentais, ora barulhentas, mas sem nunca perder a poesia, as canções escolhidas por Berg para compor Pedra resultam em um álbum tanto pop quanto conceitual. “Queria um disco mais denso, com referências do rock dos anos 90 e do início dos 2000 e que tivesse mais timbres de guitarra diferentes, synths e uma bateria mais pulsante. A ideia é que o sentido de “Pedra” permeasse a temática poética e sonora. Há canções que falam de violência urbana, enquanto outras trazem superação, mudança, melhoria como assunto. São as pedras atiradas, as pedras no caminho e, de alguma forma, a pedra que nós mesmos nos tornamos ou somos convidados a ser quando precisamos ser fortes e resistentes”, explica o compositor.

 

Produzido no Mocker Studio, “Pedra” nasceu com um trio formado por Berg Menezes, Daniel Calvet (Os Coadjuvantes) e Artur Guidugli (Capotes Pretos na Terra Marfim), mas encontrou no produtor musical Igor Miná um quarto elemento fundamental para o processo de criação de álbum. Foi na parceria de Miná e Menezes que surgiram vários arranjos, principalmente linhas de guitarras e sintetizadores, e aconteceram incansáveis sessões de busca dos timbres certos para cada instrumento em cada faixa. Mocker assina também o projeto gráfico do disco, desenhado inteiramente com fotos feitas em Quixadá e Quixeramobim por Igor Miná e Alinne Rodrigues. O álbum sai pelo selo Mocker Discos, disponível em CD físico e streaming nas principais plataformas digitais.

 

Principais faixas – O disco abre com a ensolarada “Pedro”, parceria de Berg Menezes e Zéis (Capotes Pretos na Terra Marfim) que fala sobre o relacionamento entre amigos-irmãos que são alicerce um do outro. Os sintetizadores trazem uma referência indie, enquanto as linhas de trompete e sax remetem ao pop noventista cheio de energia da banda Cake.

 

Na sequência, “Canção Pra Você Já Ter Cantado” é uma balada irresistível e cool sobre a vida a dois. O arranjo, com guitarras melódicas e órgão retrô, faz o ouvinte se conectar instantaneamente com os hits radiofônicos que bandas como Skank emplacavam 20 anos atrás.

 

O clima volta a esquentar com a pegajosa “A Cura”, que adiciona ao pop rock a batida dançante do início dos anos 2000 e a explosão emocionante que só uma boa banda e um bom intérprete são capazes de conferir a uma canção. Berg é integrante do Coral da UFC, sabe colocar na voz a intensidade que cada momento pede.

 

Nona faixa do álbum, “Capa-dura” conta a história de João, um joão-ninguém que tem a vida salva em assalto por um caderno que carregava junto ao peito. A crônica musical tem vários momentos, desde o início, com um teclado kitsch, quase um chiptune, que faz o ouvinte abrir um sorriso, até os momentos finais, que combinam guitarras pesadas, pedais de efeito e um piano com delay de partir o coração.

 

“Fim I” traz um lado mais psicodélico para Pedra, evocando de Pink Floyd a Raul Seixas. “Fim II” chega e traz mais luz ao ouvinte. “Começo”, faixa escondida que toca depois de exatos 24 segundos, é a coroação dessa esperança e a certeza de que o ciclo nunca se encerra. Depois do primeiro disco, já vem um segundo por aí – e um terceiro e um quarto…

 

 

 

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Andréa Manoel – show “Regionalcontemporâneo”

 

 

“Regionalcontemporâneo” é um projeto que se utiliza da tecnologia atual para falar do ambiente nordestino, no qual, eu, Andréa, me criei. Um ambiente árido, seco, hostil, mas extremante rico e acolhedor. O trabalho aqui exposto é um ensaio de um disco no qual eu, e o produtor (também futuro diretor musical do projeto) Ivan Timbó, estamos trabalhando.

 

Faz um paralelo com características imagéticas do álbum que completou 15 anos no ano passado, o “Kid A”, do Radiohead. Ambos profundos na mesma medida, apesar da aparência dura. Isso tudo junto a outras referências, como Patativa do Assaré, Luiz Gonzaga, e a sonoridade originária das periferias como o "Boom Bap" e o "Trap".

 

Dia 15 de julho de 2017, às 20h, no Anfiteatro. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.


 

 

 

 

 

 

 

 

 

[TEATRO] ASJA LASCIS JÁ NÃO ME ESCREVE
Grupo Terceiro Corpo

 

 

Asja Lacis, mola propulsora da peça “Asja Lacis já não me escreve”, era uma revolucionária, atriz e diretora de teatro russa. Foi colaboradora de Meyerhold e de Eisenstein, próxima do grupo de Maiakóvski.” Asja foi amante e parceira intelectual de Walter Benjamin; por intermédio dela, Benjamin e Brecht se conheceram. Em fim dos anos 30, Asja Lacis desaparece num campo de concentração stalinista e Brecht registra em seu diário de janeiro de 1939.

 

Dias 15, 16, 22, 23, 29 e 30 de julho de 2017, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Classificação etária: 10 anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[MÚSICA] DRAGÃO POP MUSIC – BIQUÍNI CAVADÃO + ABERTURA: DJ GREG DONINNI E BANDA O VERBO

 

 

O Biquíni Cavadão, uma das maiores bandas no cenário do rock nacional, é a principal atração do Dragão Pop Music, festival consolidado por trazer ao Ceará atrações de peso como Humberto Gessinger e Pitty. Promovido pela Stallos Produções e pela Multi Entretenimento, o evento acontece no sábado, 15 de julho, a partir das 20h30, na Praça Verde do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Com o novo projeto “As Voltas que o Mundo Dá”, os músicos voltam à capital que já foi palco de dezenas de shows da banda e da gravação do inesquecível DVD “Ao Vivo em Fortaleza”. A festa também conta com shows da banda “O Verbo” e o do Dj Greg Doninni.



Para quem melhor traduziu o universo adolescente com “Quanto tempo demora um mês” e “Timidez”, embalou sonhos com “Vento Ventania” e “Dani” e colocou o protesto em forma de canções com “Zé Ninguém” e “Múmias”, os artistas Bruno Gouveia, Miguel Flores da Cunha, Sheik e Álvaro Birita prometem agitar os fãs cearenses, que já se consolidaram como um dos maiores públicos da banda no Brasil, com um show que une os grandes sucesso da banda, com as 12 composições inéditas, que traduzem as transformações do Biquini Cavadão.

 

 

Biquíni Cavadão
Surgido em 1985, o Biquíni Cavadão nasceu do encontro, ainda no colégio, de Bruno Gouveia (vocal), Miguel Flores da Cunha (teclados), Sheik (baixo) e Álvaro Birita (bateria). Descobertos por Carlos Beni – ex-baterista do Kid Abelha – contaram com a ajuda de Herbert Vianna, dos Paralamas do Sucesso, na gravação de sua primeira música – “Tédio” – cuja execução na Rádio Fluminense FM lhes rendeu o primeiro disco na Polygram. Reduzidos a um quarteto, em 2001, o Biquíni participou do Rock In Rio III e lançou um disco interpretando sucessos de seus amigos e contemporâneos da década de 80.

 

Com uma formação diferente no palco, incluindo metais, o grupo foi gradativamente aumentando sua força nos shows pelo país. Uma nova geração veio a descobrir o Biquíni Cavadão, especialmente aquela que ia aos grandes festivais: gente que muitas vezes nem era nascida quando a banda surgiu, mas que descobriu que sabia de cor as canções antigas (embaladas por pais, tios e primos mais velhos).Mais de trinta anos se passaram, e os garotos de 18 anos que iniciaram esta jornada, em 1985, continuam pulsando nos corações de Bruno, Miguel, Alvaro e Coelho. Definitivamente o Biquini Cavadão não sai de moda.

 

 

As Voltas que o Mundo Dá - O novo projeto apresenta um Biquíni Cavadão renovado. As letras inéditas retratam suas vivências, conquistas e derrotas no âmbito pessoal e profissional, Bruno, Coelho, Miguel e Álvaro, buscam compreender a vulnerabilidade da vida, das alegrias, de um novo amor, de uma separação, de uma tragédia. Sempre se reinventando, chamaram o lendário produtor Liminha para produzir o CD. Além disso, ele tocou contrabaixo em todas as músicas e colaborou com gravações adicionais de violão, bandolim, guitarra e loops.

 

Dia 15 de julho de 2017, às 20h30, na Praça Verde. Classificação etária: 16 anos.
Ingressos 1º lote: Frontstage R$ 160,00 (inteira) e R$ 80,00 (meia)
Pista R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia)
Pontos de venda dos ingressos: site BilheteriaVirtual.com, bilheteria do Dragão do Mar e lojas Blinclass: Shopping Iguatemi (Av. Washington Soares, 4335 - Sapiranga), North Shopping Bezerra (Av. Bezerra de Menezes, 2450 - São Gerardo) Via Sul (Av. Washington Soares, 85 - Água Fria) e Parangaba (Germano Francke, 300 - Parangaba)
Informações sobre lotes e preços: (85) 3033-1010
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[DANÇA] PRA FRENTE O PIOR
Inquieta Cia.

 

 

Pessoas cavando seu próprio fim serão como pessoas cavando o fim. Passo a passo, um coletivo arranha um percurso adiante. Sempre adiante, desorientam pactos de convivência e, ainda assim, permanecem como grupo, comunidade, tribo, sociedade… Criar, lutar, adiante, sem esperança. Adiante sem acreditar. Adiante como imperativo ético. Um corpo que já não aguenta mais e se mantém, enfim. Adiante. Em fim.

 

PRA FRENTE O PIOR é o fluxo de um processo criativo sem uma figura central na criação – ou seja, sem um encenador, diretor, dramaturgo ou coreógrafo. Conta com a interlocução de Marcelo Evelin e Thereza Rocha. Dramaturgia vertiginosa, uma busca intensa em aprofundar um fazer a partir de uma única ação, permanecer nessa ação. Do insistir abra-se espaço para as inúmeras leituras.

 

Dia 17 de julho de 2017, às 19h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia). Classificação etária: 16 anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

[TEATRO] TEMPORADA CEARENSE DE COMÉDIAS
Espetáculo “CACOS DE FAMÍLIA”

Cia Cearense de Molecagem

 

Uma simples gravação de programa de televisão torna-se uma verdadeira comédia. Casos complicados, conflitos familiares, deboche e muita graça passam a conduzir aquela louca atração televisiva.

Tendo uma temperamental apresentadora capitaneando as situações, plateia e personagens são levados a entrar no calor das emoções e histórias muito loucas: amantes arrependidos, casais trocados, desvios de conduta, personalidades de frágil caráter, tribos mal-amadas, uma plateia palpiteira e uma apresentadora alucinada vão fazer dessa gravação algo para lá de surpreendente.

 

Dia 18 de julho de 2017, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Classificação etária: 12 anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[LITERATURA] LETRA VIVA - FESTIVAL DA POESIA DE FORTALEZA

 

 

O Projeto LETRA VIVA (edição especial) Festival da Poesia de Fortaleza traz como proposta a criação de um ambiente inteiramente favorável e destinado à criação, fruição e difusão literária, nesse caso em específico da poesia/arte poética. Configura-se como uma ação cultural, inédita na capital Fortaleza e no Estado do Ceará, que visa divulgar, promover e enfatizar a cena poética e as/os poetas residentes na capital cearense (especialmente os que estejam em atividade e produzindo, atualmente).

 

De forma inclusiva, caracteriza-se também como uma convocatória, um convite que visa reunir e integrar os agentes culturais que compõem e fazem esta cena em torno de uma ação que vai debater temas como as políticas públicas de fomento e questões relativas à valorização, promoção, difusão, ampliação e fortalecimento da cena poética de Fortaleza.

 

Proporciona oportunidade e gera visibilidade e renda para as/os poetas especialmente selecionados e convidados para compor a programação cultural do festival, além de promover interação entre os participantes. Viabiliza o acesso democrático à bens e serviços culturais proporcionando uma programação cultural gratuita.

 

 

Programação

 

 

Dia 19 | Quarta

 

Abertura | Lançamento de edição especial do Jornal “Mei-Pão”, inspirado no órgão de imprensa (jornal) da Padaria Espiritual, “O Pão”, contendo uma coletânea de poemas das/dos poetas participantes do Projeto, com distribuição gratuita
18h30 > Auditório

 

Seminário "Fortaleza, diversidade em poesia"
Painel de Abertura: “Do que fala a poesia”, com Talles Azigon
Mesa Redonda “Poema e Espaço - Breve Quadro sobre o Cenário Poético de Fortaleza”, com Monique Souza, Nina Rizzi, Lúcia Medeiros
19h > Auditório

 

Encontro de poetas
• Performances poéticas com as/os poetas do festival: Anna Karine Lima, Antônio Baticum, Vitória Régia, Mateus Mesmo, Jesuana Prado e Francélio Figueiredo
• Palco aberto para a participação livre de outras/outros poetas
• Espaço aberto para lançamentos de livros de poesia
20h30 > Arena Dragão do Mar

 

Feira Poética
• Exposição e venda de livros das/dos poetas participantes do Projeto, bem como de outras/outros poetas que tiverem interesse em participar e expor
20h30 > Arena Dragão do Mar

 

 

Dia 20 | Quinta

 

Abertura
18h30 > Auditório

 

Palestra "Possibilidades para Edição Literária", com Editora Substânsia e Editora LuAzul
19h > Auditório

 

Encontro de poetas
• Performances poéticas com as/os poetas do festival: Alan Mendonça, Ellen Gabrielle, Carlos Nóbrega, Tête Macambira, Jardson Remido e Nina Rizzi
• Palco aberto para a participação livre de outras/outros poetas
• Espaço aberto para lançamentos de livros de poesia
20h > Arena Dragão do Mar

 

Feira Poética
• Exposição e venda de livros das/dos poetas participantes do Projeto, bem como de outras/outros poetas que tiverem interesse em participar e expor
20h > Arena Dragão do Mar

 

Dias 19 e 20 de julho de 2017, a partir das 18h30, no Auditório e Arena Dragão do Mar. Acesso gratuito. Mais informações: https://www.facebook.com/poesiabrasileira/?ti=as.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

XIV CAMPEONATO ESTADUAL DE QUADRILHAS JUNINAS

 

 

Confira a programação do Campeonato Estadual de Quadrilhas Juninas 2017. As apresentações acontecem de 20 a 23 de julho, na Praça Verde, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Bora dançar, arrastar o pé, balançar a saia num festejo de alegria, tradição, uma festa viva e cheia de encantos. Participe.

 

O Edital Ceará Junino 2017 foi lançado após debate entre a Secult, Comitê Gestor Junino e representantes das entidades e federações juninas, no período de fevereiro e março deste ano, para ajustes e melhorias do referido edital, respeitando as atuais demandas do movimento.

 

Foram apoiadas pelo Governo do Estado, através do Edital, 100 quadrilhas juninas, cada uma recebendo até R$ 18.100,00. Também são apoiados 17 festivais regionais de quadrilhas juninas, com investimento de até R$ 22.300,00 em cada um. Já no Campeonato Estadual Festejo Ceará Junino a Secult investe R$ 367 mil, com seleção de uma instituição responsável por realizar o evento, em Fortaleza.

 

Entre as atribuições da entidade selecionada estará o acompanhamento dos Festivais Regionais de Quadrilhas Juninas. O Campeonato incluirá programação cultural fiel às tradições juninas, feiras de comidas típicas e de artesanatos, além de apresentações de manifestações artísticas tradicionalmente populares.

 

Programação

 

Dia 20 de julho | Quinta
18h - 19h - solenidade de abertura
20h - quadrilha junina tradição (Pindoretama)
21h - quadrilha paixão nordestina (Fortaleza)
22h - quadrilha pé no chão (Apuiarés)
23h - quadrilha fogueira nordestina (Aratuba)

 

Dia 21 de julho | Sexta
18h - quadrilha império junino (infantil)
19h - quadrilha arraiá da esperancinha (infantil)
20h - quadrilha cumpade chico (infantil)
21h - cheiro de terra (Horizonte)
22h - arraiá do conselheiro (Quixeramobim)
23h - quadrilha tradição da roça (Fortaleza)

 

Dia 22 de julho | Sábado
18h - quadrilha tesouro nordestino (Infantil)
19h - quadrilha do Gil (Juazeiro do Norte)
20h - guaradrilha (Guaraciaba do Norte)
21h - quadrilha junina streytho (Canindé)
22h - junina babaçu (Fortaleza)
23h - girassol do sertão (Russas)

 

Dia 23 de julho | Domingo
18h - quadrilha cai cai balão (Infantil)
19h - arriba a saia (Várzea Alegre)
20h - estrela do luar (Sobral)
21h - cumpade justino (Maracanaú)
22h - quadrilha ceará junino (Fortaleza)
23h - Show de Encerramento

 

Dias 20, 21, 22 e 23 de julho de 2017, a partir das 18h, na Praça Verde. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

[FOTOGRAFIA] PROGRAMA PAPO FOTOGRÁFICO – TEMPORADA DE ARTE CEARENSE
“DA PADARIA ESPIRITUAL À FORMAÇÃO DAS AGREMIAÇÕES LITERÁRIAS E MOVIMENTOS QUE MARCARAM O FINAL DO SÉC XIX E INÍCIO DO SÉC XX

Luiza Maria Aragão Pontes

 

 

O projeto é um mergulho fotográfico nas principais agremiações e movimentos literários da literatura cearense, incluindo também um dos possíveis percursos de locais fotográficos do Bode Ioiô, em Fortaleza.

 

Dia 22 de julho de 2017, às 16h, no Auditório. Acesso gratuito. Classificação etária: 16 anos. Duração: 120 minutos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[TEATRO INFANTIL] Espetáculo “IROKO”
Edivaldo Batista

 

 

Iroko é espetáculo infantil do ator-pesquisador Edivaldo Batista, que se utiliza das narrativas mitológicas do povo ioruba para apresentar o orixá Iroko. Na cena, o ator se utiliza de máscaras para compor as figuras principais que representam a lenda tradicional de um deus que mora dentro da árvore sagrada Iroko.

 

Dias 22, 23, 29 e 30 de julho de 2017, às 17h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Classificação etária: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[MÚSICA] DANIEL PEIXOTO LANÇA O DISCO "MASSA" + abertura NEW MODEL

 

As Férias com Arte do Dragão do Mar apresentam o show do novo disco do cantor cearense Daniel Peixoto, no dia 22 de julho, às 20h, no Anfiteatro. Com acesso gratuito e classificação etária de 18 anos, o lançamento contará com show de abertura da dupla New Model. Confira informações sobre as atrações:

 

New Model

 

 

A New Model nasceu do encontro do Eletrônico Underground, atualizado em 2012, e do auge da arte performática dos últimos anos nas boates LGBTs. Surgindo assim, um novo brilho do que seria o mais novo projeto de música pop na cidade de Fortaleza. A dupla formada por Lola Fame e Lua Underwood divulgou, há um ano, algumas músicas nas plataformas digitais como trabalho base do que se transformaria no seu primeiro EP, Tropical Technology, lançado esse ano. Aspirando a vivência tropical de Fortaleza e a onda electropop e fria que invade a nossa orla, fez-se assim, um trabalho solidificado na marca do duo.

 

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Daniel Peixoto

 

 

Após 5 anos percorrendo o Brasil e outros países com a excursão do show “Shine Tour”, resultado do repertório do álbum Mastigando Humanos e do EP Shine, Daniel Peixoto e sua banda apresentam agora a turnê MASSA!. O disco MASSA, lançado mundialmente no dia 8 de maio, apresenta um repertório de treze músicas inéditas compostas por Peixoto, que passeiam pelo estilo eletrônico - já abraçado desde o início de sua trajetória com a banda Montage -, aliado ao rock, reggae e muita música pop.

 

O álbum teve a direção musical do produtor Wendel V, da escola de música Beatmasters, e foi gravado entre outubro de 2014 e dezembro de 2016 na capital paulista e no Rio de Janeiro. As músicas foram gravadas com a banda de Daniel Peixoto, além de participações especiais de Edson Cordeiro, Marcos Lessa, João Brasil, Nayra Costa e da rapper carioca Bebel du Guettu.

 

Apostando nessa fusão sonora, aliada à já explosiva performance ao vivo, Daniel montou sua “Turnê Massa!” um show dividido em três atos com a estrutura de um espetáculo teatral. Troca de figurinos e cenário virtual compõe a cena.
O show é planejado para 60 minutos, permitindo ao público uma viagem não somente musical mas também sensorial, dentro do universo “massa” que Daniel criou.

 

Massa como a gíria nordestina que quer dizer cool, excitante, e Massa como as massas que podem ser atingidas pelas tão diversificadas referências desse novo e fresco trabalho de um artista que transcende o conceito de música como plataforma para artes visuais, teatrais, moda e poesia. Com letras autobiográficas que falam da liberdade de dentro para fora da cultura de gueto, Peixoto expõe com esse trabalho seu lado mais maduro pessoal e musical. Lincando suas memórias do passado a uma visão pessoal do que espera do futuro.

 

Dia 22 de julho de 2017, às 20h, no Anfiteatro. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

QUARTETO CEARENSE [CIRCUITO DE MÚSICA ERUDITA]

 

 

Grupo de cordas formado por músicos cearenses e que possui como proposta a difusão da música de concerto, formação de plateia e divulgação do trabalho de novos compositores. O repertório do Quarteto Cearense vai do barroco ao contemporâneo, passeando pelo jazz, forró, rock, tango e temas de filmes. O grupo procura sempre dar destaque a compositores brasileiros e, em especial, aos artistas cearenses.

 

Os integrantes do grupo já foram membros de importantes orquestras sinfônicas do Brasil como, por exemplo, a Orquestra Sinfônica do Recife, Orquestra Sinfônica da Paraíba e Orquestra Sinfônica de Goiânia. Hoje, atuam na Orquestra de Câmara Eleazar de Carvalho.

 

O Quarteto Cearense já se apresentou nas mais importantes salas de concerto do Ceará e do Nordeste Brasileiro e já foi premiado em festivais de música de câmara, com um destaque especial para o 1º Festival Internacional de Música de
Câmara da Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Atualmente, o grupo apresenta-se mensalmente nos dois mais importantes equipamentos culturais do Estado do Ceará: Theatro José de Alencar e Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.

 

Dia 23 de julho de 2017, às 18h, no Auditório. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SEMINÁRIO INTERNACIONAL CAPOEIRA ÁGUA DE BEBER - "TRIBOS, BERIMBAUS E TAMBORES"

 

O Centro Cultural Água de Beber (CECAB) é uma associação sem fins lucrativos cuja missão é difundir a cultura afro-brasileira, tendo a capoeira como principal ferramenta. Ao longo da última década, o CECAB vem atuando, através de parcerias, em diversos espaços (escolas, universidades, territórios urbanos estigmatizados, instituições governamentais e academias), atendendo a um público também variado, no sentido de apropriar-se da capoeira enquanto instrumento de conhecimento histórico, social e cultural, de combate ao racismo e quaisquer formas de preconceitos, além de explorar sua potência lúdica e esportiva.

 

Bienalmente, o CECAB promove, com a participação de seus diversos núcleos (localizados nos estados do Ceará, Pernambuco e Alagoas, bem como em países como Hungria, França, Portugal, Alemanha, Áustria e Venezuela) um importante evento com forte conteúdo estético, mas com igual intuito de formação e avaliação de suas práticas, condutas e projetos, intitulado. Tribos, Berimbaus e Tambores (TBT).

 

 

Programação

25/06 – 16h30 – Mostra do Programa Eu, Você, a Escola e a Capoeira (EVEC)
18h30 – Mesa: “Capoeira, Educação e Cultura”
26/06 – 16h30 – Mostra do Programa Eu, Você, a Escola e a Capoeira (EVEC)
18h30 – Mesa: “Capoeira: expressão artístico-cultural e dispositivo político”
27/06 – 16h30 – Apresentações de Capoeira e Maculelê
18h30 – Cerimônia de “troca de cordas”

 

Dias 25, 26 e 27 de julho de 2017, às 16h30, no Auditório. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

[TEATRO] TEMPORADA CEARENSE DE COMÉDIAS
Espetáculo MALASOMBRO

Cia Cearense de Molecagem

 

 

Anoitece na mansão dos Vampetas. A penumbra vem acompanhada de um toró sem proporções. Tábata e Cunha, funcionários da obscura casa, se desdobram em satisfazer as necessidades malucas de seu morador ilustre. Em meio a falcatruas e revelações, todos vão convivendo da pior forma possível até que, em meio a uma manifestação da elite do bairro, um casal de black blocs, Waldisney e Britiney, invadem o velho casarão. A esculhambação come de esmola. Entre sustos e malassombros, os jovens se entregam às delícias obscuras do terror, sem saber que rumam para um fatídico destino nos dentes do “coxinha” Vampeta.

 

Dia 25 de julho de 2017, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Classificação etária: 12 anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

[DANÇA] TANGO NA PRAÇA

 

 

Venha trocar ideias e dançar junto de admiradores do tango argentino. O projeto mensal traz a prática do tango ao alcance de todos.

 

Dia 26 de julho de 2017, das 19h às 21h, na Arena Dragão do Mar. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[MÚSICA] DRAGÃO BLUES
Show “Chicago Anos 1940 e 1950”

 

Programa mensal do Dragão do Mar em parceria com a Casa do Blues, o Dragão Blues apresenta em 2017 shows temáticos. Em julho, “Chicago Anos 1940 e 1950” traz repertório do momento de uma guinada especial do blues, na cidade norte-americana, em função da eletrificação do gênero e do surgimento de ícones como Muddy Waters, Howlin' Wolf, Little Walter, Sonny Boy Williamson, entre outros. A apresentação terá participações de Cláudio Oliveira e Roberto Lessa (guitarras e vocais), Diogo Farias (gaitas), Leonardo Vasconcelos (teclados), Victor Fontenelle (baixo) e Marcelo Holanda (bateria).

 

Dia 28 de julho de 2017, às 19h, no Espaço Rogaciano Leite Filho. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

OFICINA NOVOS CHICOS [CANCELADA]

 

O Educativo MAC-CE convida o público infantil a buscar inspiração nos trabalhos em estúdio do fotógrafo Chico Albuquerque. Juntos iremos criar um mini estúdio de iluminação, com caixa de papelão e fotografaremos objetos, utilizando câmeras de celular.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[MÚSICA] PROGRAMA FUXICO MUSICAL – TEMPORADA DE ARTE CEARENSE
PAULA TESSER

Show “Forró de Cabo a Rabo”

 

 

O forró mostra na sua essência e história, a partir da década de 1940 até hoje, uma multiplicidade e uma diversidade que extrapolam o rótulo tradicional versus eletrônico. O show da cantora Paula Tesser traz no repertório os nomes que integraram os vários tipos de forró produzidos no Nordeste, assim como composições de autores e músicos contemporâneos da cena cearense.

 

Essa diversidade do gênero forró é rica e merece ser homenageada com arranjos que valorizam os sons do passado, mas que também possam ser ouvidos com uma roupagem musical contemporânea. Um show de forró em que a música se encontra com a dança, em que a voz é parceira do corpo que baila.

 

Dia 30 de julho de 2017, às 19h, na Arena Dragão do Mar. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

// TODA SEMANA NO DRAGÃO DO MAR

 

Feira Dragão Arte
Feira de artesanato fruto da parceria com Sebrae-CE e Siara-CE.
Sempre de sexta a domingo, das 17h às 22h, ao lado do Espelho d'Água. Acesso gratuito.

 

Planeta Hip Hop
Grupos promovem exibições de dança e música hip hop.
Todos os sábados, às 19h, na Arena Dragão do Mar. Gratuito.

 

Brincando e Pintando no Dragão do Mar
Brincadeiras e atividades infantis orientadas por monitores animam a criançada na Praça Verde.
Todos os domingos, das 16h às 19h, na Praça Verde. Gratuito.

 

Fuxico no Dragão
Atrações artísticas e uma feirinha com vinte expositores de produtos criativos em design, moda e gastronomia agitam as tardes de domingo.
Todos os domingos, das 16h às 20h, na Arena Dragão do Mar. Gratuito.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PLANETÁRIO RUBENS DE AZEVEDO [FECHADO PARA MANUTENÇÃO]




Foto: Marina Cavalcante

 

 

O Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura informa que o Planetário Rubens de Azevedo passa por manutenção corretiva. Está, portanto, temporariamente fechado para atendimento ao público amplo, funcionando apenas para escolas agendadas. Informações: 3488.8639 ou aqui.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CINEMA DO DRAGÃO


 

A programação regular do Cinema do Dragão é definida semanalmente, sob a curadoria de Pedro Azevedo.

 

Informações: 3219.5899 
www.dragaodomar.org.br
programacaocinema@dragaodomar.org.br
Twitter: @cinemadodragao
Facebook: Cinema do Dragão


 Ingressos na Bilheteria do Cinema do Dragã: R$ 14,00 (inteira) e R$ 7,00 (meia). A bilheteria funciona de terça a domingo, das 14h às 22h.

 

Atenção! Em cumprimento à orientação da Prefeitura de Fortaleza, foram encerradas as ações promocionais MEIA PARA TODOS e MEIA DA MEIA-ENTRADA, esta última direcionada para estudantes de audiovisual e dos demais equipamentos do Instituto Dragão do Mar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DO CEARÁ – MAC-CE

 

 

 

Exposição "O fotógrafo Chico Albuquerque, 100 anos"

 

 

A mais completa mostra sobre a obra de um dos grandes nomes da fotografia no Brasil pode ser visitada até agosto, no Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC-CE) do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Realizada pelo Instituto Moreira Salles (IMS), do Rio de Janeiro, e a Terra da Luz Editorial, do Ceará, a exposição "O fotógrafo Chico Albuquerque, 100 anos", apresenta cerca de 400 fotografias, além de objetos, livros, recortes, exibição de filmes ("It's All True", "Cangaceiros"), documentários sobre ele, vídeo sobre o livro Mucuripe, entrevistas, entre outros.


Nascido há 100 anos (25 de abril de 1917) e falecido há 16 (26 de dezembro de 2000), "Seu Chico" como era chamado por tantos amigos, colegas e admiradores de sua obra, foi o precursor da fotografia na publicidade no Brasil e fez escola com sua arte que foi, é e será sempre uma grande referência. O pioneirismo, suas múltiplas habilidades e seu extremo domínio da luz e da técnica o levaram ao patamar de mestre de gerações de fotógrafos Brasil afora. "Essa exposição pretende apresentar ao público a maestria de Chico Albuquerque, que teve uma rica trajetória de mais de 65 anos na fotografia brasileira", diz Patricia Veloso, da Terra da Luz, que divide a curadoria com Sérgio Burgi, do IMS.


Muitas fotografias são expostas pela primeira vez no Ceará. Elas são parte do acervo de cerca de 75 mil imagens produzidas pelo fotógrafo cearense em São Paulo entre 1947 e 1975, que está preservado na Reserva Técnica Fotográfica do Instituto Moreira Salles por meio de convênio com o Museu da Imagem e do Som de São Paulo. Esse material foi digitalizado no IMS, que fez, em seguida, um minucioso trabalho de recuperação das imagens, boa parte delas bastante degradadas. Outra parte da exposição é composta por fotografias mantidas no Ceará, sendo, pois, um encontro de acervos, dando uma visão de toda a obra, resultando na mais completa mostra já realizada sobre ele.

 

 


"O fotógrafo Chico Albuquerque, 100 anos" apresenta as várias fases de sua vida e obra. Uma das salas lembra o período de 1934 a 1945, que são os primeiros anos da ABAFILM, fundada em Fortaleza por seu pai, Adhemar Bezerra de Albuquerque, e o início da carreira profissional de Chico, que esteve à frente do estúdio da empresa de fotografia do pai. É dessa época o trabalho de still do filme It's All True, do cineasta Orson Welles, do qual participou Chico Albuquerque, e os registros do cangaço feitos por Benjamim Abrahão, cujo serviço foi contratado pela ABAFILM.


Em 1945 Chico Albuquerque mudou-se para São Paulo, onde abriu seu estúdio e destacou-se como um dos melhores retratistas do país, tornando-se um ícone da fotografia publicitária no Brasil, atividade que iniciou em 1949 junto às maiores agências de publicidade nacionais e internacionais.


Do período que residiu em São Paulo datam a série de cerca de 50 retratos de artistas, políticos e outras personalidades, as fotografias de arquitetura, moda, indústria automobilística e as imagens urbanas da capital paulista, produzidas nas décadas de 1960 e 1970, nunca expostas em Fortaleza. Na mostra há também um espaço dedicado ao fotoclubismo, movimento que participou como membro do Foto Cine Clube Bandeirante e que projetou a fotografia brasileira no cenário internacional.


Mucuripe, Frutas e Jericoacoara - Do acervo que permanecem no Ceará, estão séries como Frutas, de 1978, Jericoacoara, sendo esteo último ensaio que realizou, em 1985, e Mucuripe, a famosa documentação sobre os jangadeiros na praia de Fortaleza registrada por Chico Albuquerque em duas épocas distintas. A primeira vez foi em 1952, gerando uma grande repercussão nacional, com exposição no MASP e divulgação em revista de circulação nacional. A segunda, 36 anos depois, em 1988, cujas fotografias compuseram a primeira publicação do livro Mucuripe, lançado no ano seguinte. Editora e curadora também dos livros sobre a obra de Chico Albuquerque, Patricia Veloso lembra que as duas primeiras edições de Mucuripe tiveram o acompanhamento do fotógrafo nos serviços de impressão em São Paulo.

 

 

Recortes e afetos - A exposição reserva um espaço que é chamado pelos curadores como Sala dos Afetos, com registros de pessoas que fotografaram Chico Albuquerque, fotos pessoais, da família e lugares onde morou.

 

 

 Em cartaz até o dia 31 de agosto de 2017, no MAC-CE. Visitação: terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MUSEU DA CULTURA CEARENSE – MCC 


Museu da Cultura Cearense é um museu etnográfico que tem como proposta promover a difusão, a fruição e a apropriação do Patrimônio Cultural do Estado do Ceará, aplicando ações museológicas de pesquisa, preservação e comunicação, visando à inclusão e ao desenvolvimento sociocultural.

 

 

 

 

 

Exposição "Miolo de Pote: a cerâmica cearense primitiva e atual" [Salas 3 e 4]

 

 

Reunindo uma série de peças feitas de barro, a mostra apresenta o dinamismo e a vivacidade desta arte ancestral e milenar, no Ceará, além de trazer ainda a contribuição de artistas plásticos e visuais como Bosco Lisboa, Gentil Barreira e Tiago Santana.

 

Potes, panelas, alguidar, caco de torrar café, brinquedos. A exposição Miolo de Pote revela um Ceará uno e múltiplo, similar e diverso, em dia com as heranças indígenas, africanas, ibéricas. “Primitiva e atual, a arte no barro mantém características próprias em cada localidade ou região, seja no tipo de material, no desenho, nas técnicas, seja no resultado final”, define a curadora Dodora Guimarães. Além dela, a mostra tem ainda a contribuição curatorial da historiadora e diretora de museus do Centro Dragão do Mar, Valéria Laena.

 

Miolo de Pote reúne, sobretudo, duas coleções públicas: a do Museu da Cultura Cearense (Instituto Dragão do Mar), feita entre 1997 e 1998, que cobriu a Região do Cariri, Saboeiro e Iguatu; e a da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Governo do Estado do Ceará), adquirida em 2005 e 2006, durante o Projeto Secult Itinerante, que percorreu todo o Estado. Algumas peças advindas do Projeto Comida e da exposição O Fabuloso Mundo do Barro, ambos do MCC, enriquecem a mostra que conta ainda com a participação dos artistas plásticos e visuais Bosco Lisboa, Gentil Barreira, Liara Leite, Sabyne Cavalcanti, Tiago Santana, Tércio Araripe, Terry Araújo e Túlio Paracampos.

 

 

Instalação de Bosco Lisboa
Em julho de 2016, o MCC e o artista Bosco Lisboa desenvolveram uma oficina gratuita, aberta ao público, cujas peças produzidas agora são parte de uma instalação inédita, nesta exposição. Nas aulas ministradas de 19 a 22 de julho, no ateliê da Praça Verde do Dragão do Mar, o artista ensinou as técnicas para se trabalhar com argila.

 

 

Natural de Juazeiro do Norte (CE), Bosco desenvolveu, por mais de dez anos, uma pesquisa com artesãos do Sítio Touro e do bairro Tiradentes, tradicionais redutos da cerâmica de sua cidade natal. Em 1994, passou a moldar o barro tendo em vista sua relação com o cotidiano. Por seu trabalho, recebeu menção honrosa no Salão dos Novos em 1993, em Fortaleza. Entre as exposições coletivas de que participou, destacam-se 1ª Bienal do Cariri (Juazeiro do Norte, 2001), Bienal Naif’s (Sesc Piracicaba, 2004) e Projeto Abolição Tudo É de Barro, no Centro Cultural do Abolição (Fortaleza, 2005).

 

 Em cartaz no Piso Intermediário do MCC. Visitação de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.

 

 

 

 

 

 

Exposição Vaqueiros

 

Foto: Marina Cavalcante

 

 

Exposição lúdica, de caráter didático, percorre o universo do vaqueiro a partir da ocupação do território cearense pela pecuária até a atualidade. Utiliza cenografia, imagens e objetos ligados ao cotidiano do vaqueiro.

 

No Piso Inferior do Museu da Cultura Cearense. Aberto somente para visitas agendadas. Contato: (85)3488.8621. E-mail: agendamentomuseus@gmail.com.

 

 

 

 

 

 

 

 

/// ATIVIDADES | Ações do Núcleo Educativo do MCC

 

 

 

PROGRAMA EDUCATIVO DA EXPOSIÇÃO MIOLO DE POTE // CERAMICANDO – Oficinas de cerâmica para iniciantes

 

A partir do livro homônimo dos famosos ceramistas Jean-Jacques Vidal e Paulo James, o Núcleo Educativo do MCC realiza oficinas de argila aos finais de semana de julho, explorando de forma simples e divertida diferentes técnicas de preparação e modelagem do barro pra criançada aproveitar as férias com arte e criatividade. Ceramicando traz em detalhes o processo completo que envolve a arte de fazer cerâmica, transformando técnicas mais elaboradas em tarefas incrivelmente simples.

 

Dias 8 e 9 de julho, das 16h às 18h | Construindo a cobrinha e o colar

Dias 22 e 23 de julho, das 16h às 18h | Construindo um cubo e um cilindro

29 e 30 de julho, das 16h às 18h | Construindo um vaso e uma tartaruga

 

 Público-alvo: crianças e iniciantes. Inscrições: educamcc@gmail.com | Assunto: oficinas argila. Descrição: Crianças enviar nome, idade e nome do(s) responsáveis que a acompanharão; Adultos: Nome e ocupação.
Vagas: 10 participantes por dia. Acesso gratuito.

 

 

 

 

 

OFICINA HORA DE AVENTURA: FATIAS LISÉRGICAS DO IMAGINÁRIO

 

Como proposta aprovada pela Mostra Artístico-Cultural do X Seminário do Grupo de Estudos Sartre, esta oficina traz a apreciação reflexiva e instigante do desenho “Hora de aventura”, com Bruno Cavalcante e Ruy de Carvalho.

 

 Dias 21 e 22 de julho de 2017, das 16h30 às 18h, no Miniauditório do MCC. Acesso gratuito. Inscrições: sartre@uece.br.

 

 

 

 

MINICURSO AS RELAÇÕES DE EXPRESSIVIDADE MÚTUA ENTRE IMAGEM LITERÁRIA E REFLEXÃO FILOSÓFICA EM JEAN-PAUL SARTRE E ALBERT CAMUS

 

Como proposta de atividade do X Seminário do Grupo de Estudos Sartre/UECE, este minicurso será ministrado pelos convidados Francisco Amsterdan Duarte da Silva e David Lima Ribeiro dialogando com a exposição “RESISTÊNCIA, RESISTIR, RESISTENTE!”.

 

 Dias 25 e 26 de julho de 2017, das 15h às 17h, no Miniauditório do MCC. Inscrições grátis: sartre@uece.br.

 

 

 

 

MINICURSO FILOSOFIA E LITERATURA EM SARTRE E BLANCHOT

 

Como proposta de atividade do X Seminário do Grupo de Estudos Sartre/UECE, este minicurso será ministrado pelos convidados Leandson Vasconcelos Sampaio e Camilla Muniz Castelo Branco dialogando com a exposição “RESISTÊNCIA, RESISTIR, RESISTENTE!”.

 

 Dias 27 e 28 de julho de 2017, das 15h às 17h, no Miniauditório do MCC. Inscrições grátis: sartre@uece.br.

 

 

 

 

OFICINA ESPIRITUALIDADE E BARRO: UMA VIVÊNCIA

 

 Dias 21 e 22 de julho de 2017, das 15h30h às 17h30, no Ateliê do MCC. Inscrições grátis: educamcc@gmail.com.

 

 

 

 

DIÁLOGO CULTURAL "RESISTÊNCIA TRANS"

 

Será a construção de si a ação de um@ resistente? Inspirados na Exposição “RESISTÊNCIA, RESISTIR, RESISTENTE!” e no livro “Travestis – Carne, tinta e papel”, convidamos o autor Elias Ferreira Veras e a artista Ana Flávia para discutir a questão.

 

 Dia 23 de julho de 2017, das 18h às 19h30, no Miniauditório do MCC. Inscrições grátis: educamcc@gmail.com.

 

 

 

 

[PROJETO ANUAL]AMPLIANDO OS OLHARES / DIALOGANDO COM A OBRA
Visitas mediadas para o público espontâneo, sem necessidade de agendamento prévio.

 

É imensurável a diversidade de experiências e aprendizados dos diferentes públicos quando visitam exposições. Os acervos expostos costumam suscitar inúmeras questões: de onde veio? Quem fez? Qual significado? Por que está neste lugar? Para alguns, o diálogo com o educador é essencial para significar o acervo exibido.

 

Todas e todos os (as) interessados (as) em “ampliar os olhares” para as exposições do MCC e “dialogar” com o acervo por meio de atividades diversas (oficinas, contações de história, cine clube, jogos, descoberta dirigida, etc) estão convidados a participar desta programação.

 

QUANDO: aos sábados e domingos de julho, a partir das 17h
ONDE: Somente na exposição “Miolo de pote”
QUEM MEDIA: Educadores do MCC
PÚBLICO ALVO: Famílias, amigos, casais, crianças, estudantes. Público livre.
Informações: 85 3488.8621 ou educamcc@gmail.com

 

 

 

 

 

 

[PROJETO ANUAL] MUSEU VAI À ESCOLA
Projeto que leva o MCC e a educação patrimonial para dentro da sala de aula.

 

O “Museu vai à Escola” é uma ação voltada para jovens estudantes dos diferentes níveis de ensino. Sua proposta é contribuir, a partir de reflexões e atividades sobre o patrimônio cultural do Estado do Ceará, com uma educação que aponte para questões recorrentes na sociedade atual, suscitadas pelas exposições e acervo do MCC, estimulando os estudantes a pensar sobre o patrimônio cultural brasileiro e fazê-los reconhecer e respeitar a diversidade cultural dos povos e de sua própria localidade, através de ações interdisciplinares em parceria com professores.

 

A atividade é realizada em dois encontros: no primeiro, a equipe do Núcleo Educativo do MCC vai até a escola. Lá, com suporte de materiais didáticos como quadros, imagens ampliadas, réplicas de obras do acervo, fotografias, dentre outros, os educadores realizam discussões dirigidas, palestras e oficinas com a turma, com foco no conteúdo supracitado. Encerra-se esta etapa com a apresentação do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, do Museu da Cultura Cearense e de suas exposições.

 

O segundo encontro (não obrigatório) é realizado com a visita da turma às exposições do MCC. Os professores, coordenadores pedagógicos e demais interessados em realizar a ação com suas turmas, devem entrar em contato com o Núcleo Educativo do MCC pelo telefone 3488-8621 ou pelo e-mail educamcc@gmail.com para agendar a atividade.

 

DATA E HORÁRIO: mediante agendamento prévio.
CONTATOS PARA AGENDAMENTO E INFORMAÇÕES: 3488-8621 / educamcc@gmail.com

 

 

 

 

 

 NÚCLEO DE AÇÃO EDUCATIVA DO MCC

 

 

O Museu da Cultura Cearense se caracteriza por ser um museu etnográfico, cuja proposta educativa fundamenta-se nos princípios da Nova Museologia e numa mediação de base freireana, isto é, Ação-Reflexão como norteadores para o seu Projeto Pedagógico. O museu é compreendido como um lugar de reflexão e produção de conhecimento, ao mesmo tempo em que valoriza as vivências e particularidades de seu público.

 

Ancorado na tríade: pesquisa, conservação e comunicação, é um lugar de debate, sem contudo, perder o encanto e a ludicidade. O MCC valoriza a pluralidade, como elemento enriquecedor para a mediação no espaço expositivo. Essa é uma das razões pela qual o Núcleo Educativo é composto por uma equipe de profissionais e estagiários com formação multidisciplinar.

 

O Projeto Educativo do MCC fundamenta-se também na metodologia da Pesquisa-Ação, que segundo René Barbier, trata-se de uma atividade que compreende e elucida a práxis pelos próprios atores sociais que constituem o grupo, com ou sem especialistas em ciências humanas e sociais práticas, objetivando o avanço dessa práxis.

 

O Museu da Cultura Cearense buscará desenvolver, no decorrer de suas ações educativas, atividades pedagógicas que contemplem a diversidade de público e fomentem a construção e execução de um Projeto Pedagógico colaborativo, com o intuito de fortalecer a mediação cultural e social através da dialogicidade, bem como dos objetos-sígnos que compõem suas exposições.

 

 

Mediações

 

O termo mediação, no universo museal, define o conjunto de práticas que são realizadas, geralmente pela área pedagógica, para promover ações educativas a partir das coleções expostas. Uma visita mediada propõe metodologias nas quais o público possa contribuir com suas próprias experiências e referências sócio-culturais na “leitura” das obras e dos conjuntos que formam as mostras.

 

Classificando as visitas pelo tempo de duração, o Núcleo Educativo do MCC promove as seguintes mediações:

 

 Mediação simples: mediação rápida, mais orientadora, destinada ao público não agendado e espontâneo. Duração de até 15 a 20 min. O visitante deve solicitar aos educadores do museu esta mediação.

 

 Mediação ampliada: mediação problematizadora, formadora, que instiga o visitante a refletir de forma crítica sobre a exposição. Duração de até 01h30min. Direcionada principalmente a grupos previamente agendados, pois precisa de planejamento.

 

 Mediação com oficina: mediação mais prolongada, pois além de ter como ponto central a reflexão, nesta visita atividades de arte-educação são vivenciadas. Por exemplo: teatro de fantoche, desenho, contação de história, roda de conversa e oficinas de acordo com a exposição em cartaz. Duração de até 2hs. Deve ser agendada com mínimo de 15 dias de antecedência para preparação.

 


AGENDAMENTOS

 

Escolas, universidades, ONG’s, companhias de turismo e demais grupos devem agendar previamente a visita aos museus. O agendamento pode ser feito de segunda a sexta, das 9h às 17 h.
  Contato: (85) 3488-8621 E-mail: agendamentomuseus@gmail.com. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CENTRO DRAGÃO DO MAR DE ARTE E CULTURA

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