FUNCIONAMENTO DO CENTRO DRAGÃO DO MAR

 

Geral: de segunda a quinta, das 8h às 22h; e de sexta a domingo e feriados, das 8h às 23h. Bilheteria: de terça a domingo, a partir das 14h.
Cinema do Dragão-Fundação Joaquim Nabuco: de terça a domingo, das 14h às 22h.
Museus: de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); sábado, domingo e feriados das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.
Multigaleria: de terça a domingo, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.

 

 

 

OBS.: Às segundas-feiras, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura não abre cinema, cafés, museus, Multigaleria e bilheterias.

 

 

 

 

   PROGRAMAÇÃO

 

 

 

 

[Astronomia] Noite das Estrelas

 


Todos os meses, sempre nas noites de Quarto Crescente Lunar, o planetário disponibiliza telescópios ao público em geral para observação astronômica de Crateras da Lua, Planetas, Nebulosas etc.


Dias 2 e 3 de maio de 2017, das 19h às 21h, em frente ao Planetário. Acesso gratuito. Em caso de céu nublado, a atividade poderá ser interrompida ou cancelada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[Palestra] Debate com Ginga
Tema: Psicologia "da" ou "na" Capoeira
Palestrante: Prof. Dr. Leo Barbosa Nepomuceno

 

 

O Debate com Ginga é realizado uma vez por mês no Auditório do Dragão do Mar, proporcionando discussões de temáticas que se relacionam com a capoeira. Realizado pelo Grupo Capoeira Brasil, promove ainda oficinas e vivências de manifestações afro-brasileiras ou relacionadas com a capoeira. O debate promove a troca de saberes ao convidar pessoas oriundas de diversos setores da sociedade e de campos do saber. Nesta edição, o tema abordado será Psicologia "da" ou "na" Capoeira, com Prof. Dr. Leo Barbosa Nepomuceno.

 

“O Debate com Ginga é uma proposta de ir além dos espaços mais tradicionais da capoeira, instigando os capoeiristas a buscarem ampliar suas fontes de conhecimento e suas visões das temáticas que atravessam nossa arte”, afirma Luciano Hebert, corda marrom do Grupo Capoeira Brasil e coordenador do projeto.

 

O projeto Debate com Ginga tornou-se Projeto de Extensão da Universidade Federal do Ceará-UFC, pelo Instituto de Educação Física e Esportes – IEFES, desde novembro de 2016. Isto significa que passou a ser reconhecido, conservado e apoiado pela Universidade, como capaz de desenvolver atividades de caráter educativo, social, cultural, científico e tecnológico, envolvendo a Capoeira, cujas diretrizes e escopo de integração com a sociedade, agregam-se às linhas de pesquisa desenvolvidas pelo IEFES-UFC. Deste modo, o projeto será ainda capaz de provocar a investigação científica para alunos da graduação em Educação Física e outras áreas do conhecimento, bem como a socialização destes para quem não tem acesso direto à Universidade, com certificação a todos que dele participarem.  

 

A Capoeira e o Grupo Capoeira Brasil

 

A origem da Capoeira ainda hoje é discutida por diversos estudiosos da área, mas acredita-se que ela remonta aos tempos da escravidão, sendo criada provavelmente pelos negros escravos aqui no Brasil, na ânsia de se libertarem. A capoeira atravessou diversas fases e inúmeras adversidades, sendo até considerada uma prática ilegal e proibida.

 

Segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), a Capoeira encontra-se presente em todo o território nacional e em mais de 150 países, tornando-se inviável contabilizar o número de praticantes. A Capoeira hoje é incentivada e amparada por Lei Federal e em 2008 foi reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, sendo candidata a tornar-se patrimônio da humanidade.

 

O Grupo Capoeira Brasil, fundado em 1988 (ano de comemoração dos 100 anos da Abolição da Escravatura), na cidade de Niterói, pelos mestres Paulinho Sabiá (Niterói – RJ), Boneco (Barra - RJ) e Paulão Ceará (Fortaleza - CE), surgiu com o objetivo de incentivar, divulgar e resgatar a cultura e a arte da Capoeira, valendo-se desse instrumento como um meio de transformação e incentivando os praticantes a se tornarem cidadãos críticos.

 

Dia 3 de maio de 2017, às 19h, no Auditório. Acesso gratuito e livre.

 

 

 

 

 

 

 

QUINTA COM DANÇA [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE]
Neura

Bcad Cia. de Dança

 

 

É um espetáculo de dança inspirado nas neuroses geradas pela vida atual frenética, levando o público repensar questões ligadas à contemporaneidade. Neura fala de gente, de vida, de sonhos, de rotina e superação.

 

Dias 4, 11, 18 e 25 de maio, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Acesso gratuito. Classificação: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[DANÇA] Simplesmente Tango
Cia de Dança El Paso

 

A dança, assim com demais manifestações artísticas, é uma via de expressão capaz de representar diferentes idéias. Em cada tipo de dança, perpetuam-se valores que fazem um determinado estilo dançante sinônimo de sentimentos.

 

O Brasil é muito rico em ritmos musicais, todos esses ritmos originaram-se de classes mais populares. O forró era em sua origem um baile animado por vários gêneros musicais, como o baião, o xote, e o xaxado. Nesse sentido, também era conhecido como "arrasta-pé" ou "bate-chinela". O baião associa os termos “baianos” e "rojão", pequenos trechos musicais executados por viola, no intervalo dos desafios entre os cantadores de improviso.

 

O xote é um ritmo mais lento, para se dançar a dois, de origem alemã, mas que se radicou no Nordeste e mistura os passos de valsa e de polca. Quanto ao xaxado, originalmente, era uma dança exclusivamente masculina, executada pelos cangaceiros, sem acompanhamento instrumental para o canto, com o ritmo marcado pela coronha dos rifles, batidos no chão.

 

Na Argentina, o tango teve origem nos prostíbulos argentinos e chegou às mais altas classes sociais, tendo um ritmo influenciado pela polca europeia e a habaneira cubana, o candombe uruguaio e a milonga espanhola.

 

Pensando em tudo isso, nas figuras que marcam nossa música e o folclore, foi criado o espetáculo "Simplesmente Tango" como forma de mostrar interação entre os bailarinos brasileiros/cearenses e argentinos. Em uma narrativa poética, Simplesmente Tango apresenta uma dança literária, atravessando movimentos do ritmo e das sonoridades. No palco, seis casais se revezam em solos, duplas e trios, mostrando a interatividade e a capacidade de criação como forma infinita.

 

O espetáculo foi criado com o intuito também de comemorar os 15 anos do bailarino, coreógrafo e diretor da Cia de Dança El Paso, Fabiano Araújo, incentivador da dança de salão em Fortaleza. A companhia, que foi criada em 2006 pelos bailarinos Fabiano Araújo e Aline Faustino e tem no currículo os espetáculos: Tango Em La Calle, Brasil Tango Show e Nordestango, além de inúmeras apresentações em empresas e congressos.

 

 

Dias 5 e 6 de maio, às 19h30, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia). Classificação: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[MÚSICA] Humberto Gessinger

 

 

O compositor, cantor, multi-instrumentista e escritor Humberto Gessinger lança nova turnê, "Desde aquele dia - 30 anos A Revolta dos Dândis". Acompanhado por Rafa Bisogno (bateria e percussão) e Nando Peters (guitarra e violão), no show Gessinger (vocal, baixo, teclados) apresentará na íntegra o disco A Revolta dos Dândis, que completa 30 anos em 2017, além de músicas de todas as fases da carreira, com destaque para as composições do novo compacto, “Desde aquela noite”. Abrem a noite DJ Ed Ferrari e Banda O Verbo.

 

Dia 6 de maio de 2017, às 20h30, na Praça Verde. Ingressos 1º lote Pista: R$ 100 e R$ 50 (meia). Ingressos 1º lote Frontstage: R$ 160 e R$ 80 (meia). Classificação: 16 anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[TEATRO] Uma de Duas - A Vida Comum de Lucylady
Com Christiane de Lavor e Ricardo Tabosa - Texto: Rafael Martins - Direçã: Yuri Yamamoto

 

 

Um corpo, duas cabeças. Metáfora siamesa para tratar daquilo que é mais difícil e, ao mesmo tempo, fundamental na existência humana: o outro. Que pode nos surpreender ao parecer tão diferente (quiçá estranho) e, no fim, revelar-se tão semelhante, feito da mesma carne, dos mesmos sonhos. Com este mote, o espetáculo Uma de Duas – A vida comum de LucyLady apresenta as personagens Lucy e Lady, irmãs siamesas (ou xifópagas), que dividem a cena e o mesmo corpo.

 

A história começa na noite de réveillon. Tomadas por um clima de emoção, as duas irmãs prometem estar mais unidas para enfrentar os desafios do ano que chega. Em situações tão cômicas quanto doloridas, o espetáculo retrata a enorme dificuldade que é conviver com os outros e, muitas vezes, consigo mesmo; engolindo sapos, enfrentando intransigências, apaixonando-se, desiludindo-se, assumindo ou não a responsabilidade pelos próprios fracassos e tendo de estar sempre prontos para recomeçar.

 

Dias 7, 13, 14, 20, 21, 27 e 28 de maio de 2017, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia). Classificação: 16 anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

TEATRO DA TERÇA [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE]
"Os Miseráveis: O Óleo da Máquina"

Grupo Formosura de Teatro

 

 

"Os Miseráveis: O Óleo da Máquina" faz parte do processo de investigação do grupo sobre a técnica do boneco geminado. O trabalho é feito a partir de duas instâncias principais: a primeira busca desvelar como o boneco geminado pode suscitar um treinamento voltado para a prática do ator; a segunda refere-se à técnica de manipulação propriamente dita e suas possibilidades.

 

O texto base para a realização da encenação é "Os Miseráveis", de Victor Hugo. A montagem traz o inferno das desigualdades sociais através de personagens dramáticas profundas e intensas. A encenação e a dramaturgia não têm a intenção de traduzir cenicamente toda narrativa oriunda do texto original de Victor Hugo. O grupo fez a opção por trabalhar com quatro dos personagens principais (Jean Valjean, Fantine, Cosette e o monsenhor Bienvenu) e, a partir daí, construir um sequência de cenas e situações reveladoras do drama dos personagens, estabelecendo um diálogo entre o escritor francês Victor Hugo, a dramaturga Ângela Linhares e o encenador.

 

Dias 9, 16, 23 e 30 de maio de 2017, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia). Classificação: 12 anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ESPETÁCULOS CIRCENSES [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE]
Erêndira

Companhia Circo Lúdico Experimental - CLE

 

 

Uma fila de homens se forma na secura do deserto, a tenda mais uma vez está armada e a menina vende seu corpo para pagar à avó o prejuízo. "Isso não é vida sem Erêndira", o letreiro anuncia. Desde que o vento da sua desgraça desfez em cinzas a grande mansão, foi essa a sina da pobre pequena. Inspirado livremente no conto "A incrível e triste história da Cândida Erêndira e sua avó desalmada", de Gabriel García Márquez, o espetáculo Erêndira tem como ponto de partida as imagens e sensações que marcam o texto do autor, norteando a pesquisa de movimento e a composição sonora do espetáculo.

 

Dias 10, 17, 24 e 31 de maio, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 6 e R$ 3 (meia). Classificação: 10 anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[DANÇA] Rara
No Barraco da Constância tem!

 

 

Atlas tropeça e deixa o universo desabar, revelando um vazio-pleno. Esse espaço é um campo de expansão e tudo vibra nas suas ondulações. Nesta batelada de movimentos ternários, os extremos se encontram no infinito e recriam o não-conhecido ou o sistema das semelhanças.

 

Uma bandeira, um livro, um compasso, um ovo, umas frutas, um cálice, um osso, um cacto, uma caravela, um esquadro, uma poeira e um disco voador. Agir pela não-ação. Perder o lugar da fronteira. Balbuciar a linguagem. Descobrir os barulhos cósmicos. Reagrupar uma sinfonia ao ouvido astuto. Diminuir a distância dos anos-luz. Este projeto foi contemplado pelo Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2015.

 

Dias 12, 19 e 26 de maio de 2017, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia). Classificação: 16 anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TEATRO INFANTIL [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE]
A Bolinha Mágica

Cia. Chacoalho

 

 

A peça infantil conta a história de uma bruxa que vive presa no calabouço do castelo há mais de 500 anos e ao fugir da prisão pretende voltar ao velho castelo assombrado, e duas crianças, Juca e Gigi, que brincam ao redor do castelo. A bruxa que detesta crianças faz uma série de ameaças e transforma a bola do Juca em uma bola mágica. Uma história, com muita aventura, emoção e surpresas.

 

Dias 13, 14, 20 e 21 de maio de 2017, às 17h, no Teatro Dragão do Mar. Gratuito. Classificação: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

POLIFONIAS [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE]

 

Kaya no Choro - show "Malemolente"

 

 

O Projeto Kaya no Choro – Malemolente tem a singularidade de promover o encontro entre os clássicos do Choro e a juventude, do ponto de vista de seus proponentes diretos, e busca se firmar nesse encontro com uma linguagem musical contemporânea, em que o antigo e o moderno dialogam de forma harmoniosa e competente, de modo a envolver o público a partir de várias formas de interação (shows, difusão virtual, masterclass, rodas de conversa).

 

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Tripulantes da Sabiabarca - Show "Céu e mar"

 

 

Céu e Mar é um convite a psicodelia e apuração de sentidos que a música aliada a performance possibilitam aqueles que se permite sentir.

 

Dia 13 de maio, às 20h, no Anfiteatro. Acesso gratuito. Classificação: Livre.


 

 

 

 

 

 

 

 

 

DANÇA POPULAR [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE]
Nação Nordestina

GTF Raízes Nordestinas

 

 

Espetáculo composto por danças da cultura popular tradicional cearense e de vários estados do Nordeste, dando uma mostra de quão rico, diferente e complexo é a cultura popular do Nordeste brasileiro, ao ponto de ser considerado por nós como uma grande nação. A nação nordestina, que acolhe os nossos e os quem vem de outros estados ou países, o que nos faz ter orgulho de quem somos e de nossa cultura tradicional.

 

A dança se constitui num grande atrativo, para todas as idades, ao som do sapateado do Coco, do tropel do Guerreiro Alagoano, da marcha do Cavalo Piancó, da sensualidade suave do Cacuriá, da energia vibrante do caboclinhos, entre outras danças especialmente selecionadas para este espetáculo. As danças apresentadas favorecerem o entendimento da nossa cultura nordestina, provoca um encantamento no público presente, permitindo um mergulho no universo das danças populares, através de performances e expressões tipicamente cearenses.

 

Dias 14, 21 e 28 de maio de 2017, às 18h, no Espaço Rogaciano Leite Filho. Acesso gratuito. Classificação: Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

15ª SEMANA DE MUSEUS

 

Mais uma vez, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, através do Museu da Cultura Cearense e do Museu de Arte Contemporânea do Ceará, é uma das instituições participantes da Semana Nacional de Museus, promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). A cada edição, um tema diferente permeia uma programação exclusiva para o período, intensificando discussões museológicas e a visita aos museus.

 

Nesta edição, o Ibram convida as instituições museológicas a uma reflexão sobre o tema “Museus e histórias controversas: dizer o indizível em museus”. Quais as histórias que nossos museus estão contando? Como eles colaboram para a construção ou para o questionamento das versões oficiais dos grupos dominantes? Quais outras histórias precisam ser lembradas? Como trabalhar na expografia o confronto entre lembranças e esquecimentos?

 

De 15 a 21 de maio de 2017, confira a programação gratuita da 15º Semana Nacional de Museus, no Dragão do Mar:

 

 

 Dia 15/05 | Segunda

Das 15h às 17h

MESA REDONDA – Diálogos entre surdos e ouvintes: os sentidos dos museus para a comunidade surda. 
LOCAL: Miniauditório do Museu da Cultura Cearense
PÚBLICO: Livre

 

 

 Dia 16/05 | Terça

15h

AÇÃO EDUCATIVA/VIVÊNCIA: Vídeo etnográfico em Museu (1º momento).
O que é o vídeo-etnográfico? Que contribuições traz para a pesquisa e comunicação em museus? Como elaborá-lo? Este primeiro momento tem como objetivo a troca de experiências e reflexões sobre a composição de vídeo etnográfico para museus.
LOCAL: Miniauditório do Museu da Cultura Cearense
PALESTRANTES: Bárbara Moura (Letras/UECE) e Erick Sousa (Antropologia/Unilab), membros do Núcleo de Pesquisa da Imagem, Som e Texto – SENSORIA/Unilab.
PÚBLICO: 10 vagas, mediante inscrição através de formulário online.

 

 

  Dia 17/05 | Quarta

 

Das 15h às 17h

OFICINA – Jogo da Memória: reinventando a cidade por imagens moventes.
A atividade propõe a reinvenção de mapas cartográficos por meio de outros modos de fazer cidade: memórias, afetos e sensações.
LOCAL: Ateliê dos Museus
PALESTRANTES: Educador Raul Girão
PÚBLICO: livre.

 

 

 Dia 18/05 | Quinta

 

Das 14h às 16h

PALESTRA – A violência da cultura: um ensaio sobre a poesia negra e os museus.
O educador/graduando em Filosofia Paulo Willame Lima apresenta pesquisa de conclusão de curso sobre poesia revolucionária.
LOCAL: Miniauditório do Museu da Cultura Cearense
PALESTRANTES: Paulo Willame Lima (educador e estudante de Filosofia)
PÚBLICO: livre.

 

Das 17h às 19h

EXIBIÇÃO DE FILME – Cine Cultura Popular
Nesta sessão do cinedebate do MCC, além da exibição dos curtas seguido de debate com os (as) produtores (as), o Núcleo Educativo dialoga sobre o papel do cineclube em museus. 
LOCAL: Miniauditório do Museu da Cultura Cearense
PALESTRANTES: Erick Sousa – Educador, estudante de Antropologia/Unilab, membro do Núcleo de Pesquisa da Imagem, Som e Texto – SENSORIA/Unilab.
PÚBLICO: 12+

CURTAS QUE SERÃO APRESENTADOS NA 15ª SEMANA DOS MUSEUS
Informações em breve.

 

 

 Dia 19/05 | Sexta

 

Das 14h às 15h30

VISITA GUIADA
Os educadores do MAC-CE realizam visita mediada para o público nas exposições em cartaz.
LOCAL: Museu de Arte Contemporânea do Ceará
PALESTRANTES: Núcleo Educativo do MAC-CE
PÚBLICO: livre

 

Das 14h às 17h

SEMINÁRIO – Transexualidade e Museus
Membros do Programa Transpassando (Filosofia – UECE) apresentarão pesquisas que discutem a (não) presença da transexualidade em museus de Fortaleza.
LOCAL: Miniauditório do Museu da Cultura Cearense
PÚBLICO: 10+

 

 

 Dia 20/05 | Sábado

 

9h

AÇÃO EDUCATIVA/VIVÊNCIA: Vídeo etnográfico em Museu (2º momento).
O segundo momento desta atividade propõe a composição de vídeo-etnográfico a partir de visita técnica a comunidade indígena Pitaguary, do município de Pacatuba-CE.
LOCAL: Museu Indígena Pitaguary (Pacatuba).
PALESTRANTES: Bárbara Moura (Letras/UECE) e Erick Sousa (Antropologia/Unilab), membros do Núcleo de Pesquisa da Imagem, Som e Texto – SENSORIA/Unilab.
PÚBLICO: participante da etapa 1.

 

14h

OFICINA – Fé e Barro: uma vivência.
Inspirados na exposição Miolo de Pote: a cerâmica cearense primitiva e atual, o Núcleo Educativo do MCC realiza oficina com uma comunidade de Fortaleza, para pensar a relação entre a espiritualidade e a modelagem do barro.
LOCAL: Salão Comunitário do Itamaraty (Rua Duarte Coelho, 633, São Bento, Fortaleza-CE).
PALESTRANTES: Educador Paulo Willame Lima.
PÚBLICO: livre.

 

Das 14h às 16h

OFICINA – Oficina de bordado – Memória Afetiva
LOCAL: Museu de Arte Contemporânea do Ceará
PALESTRANTES: Núcleo Educativo do MAC-CE
PÚBLICO: livre

 

Das 14h às 16h

AÇÃO EDUCATIVA: Museu, ferramenta de aprendizagem.
A programação Museu Ferramenta de Aprendizagem tem o propósito de criar pontes de diálogo entre o MCC e professores, educadores, coordenadores pedagógicos e demais profissionais que lidam com a educação formal ou não-formal no sentido de aproximar as práticas educativas desenvolvidas no MCC com a de outros espaços. 
Neste mês, convidamos estes profissionais para mediação com curadores, artistas e educadores na exposição Ex-Líbris. 
LOCAL: Exposição Vaqueiros
INSCRIÇÃO: enviar e-mail para educamcc@gmail.com informando: nome, área de atuação profissional, instituição. No campo “assunto” informar: mediação Ex-Libris.
PÚBLICO ALVO: Professores, educadores, coordenadores pedagógicos e profissionais de instituições que vistarão o MCC.

 

Das 18h às 19h30

AÇÃO EDUCATIVA – Poeticidade na urbe fortalezense: Dispositivos, Gatilhos e Experiências
Um encontro com o poeta Lúcio Alves, que realizará uma conversa acerca da poeticidade na urbe da capital cearense discutindo-se os seus dispositivos e gatilhos através de sua experiencia e dos participantes.
LOCAL: Miniauditório do Museu da Cultura Cearense.
PÚBLICO ALVO: livre.

 

 

 Dia 21/05 | Domingo

 

Das 14h às 18h

SEMINÁRIO – Dizer o indizível em museus.
O Museu da Cultura Cearense convida a comunidade acadêmica e profissionais de museus a apresentar trabalhos/pesquisas, acadêmicos ou não, que problematizem experiências pertinentes a temática da 15ª Semana dos Museus. Sugerimos como chave para o desenvolvimento das propostas o problema-título: “dizer o indizível em museus”. A partir deste tema, pode-se refletir sobre questões como: Que vozes estão ausentes dos museus? Que vozes estão presentes? Que públicos os museus tem alcançado? Que papel social tem cumprido?
INSCRIÇÃO: aqui
CHAMADA PÚBLICA: aqui
LOCAL: Miniauditório do Museu da Cultura Cearense
PÚBLICO: livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[FOTOGRAFIA] GOLPE DE VISTA
Tema: "Luz e Litoral: Olhares na Orla", com as fotógrafas Lua Alencar, Willian Ferreira, Fernanda Oliveira e Sérgio Carvalho

 

Esta edição do Golpe de Vista promove uma reflexão sobre o litoral de Fortaleza e do Ceará. Os fotógrafos convidados mostrarão suas vivências, num contexto tanto urbano como nas comunidades da zona costeira mais afastadas da capital. Povos e comunidades do litoral cearense em múltiplos contextos imagéticos.

 

A natureza, o homem e as relações culturais, históricas e sociais com o mar. Inspirados pela comemoração do centenário do fotógrafo Chico Albuquerque, dono de um olhar singular sobre o jangadeiro e o universo que o circunda, “Seu Chico” fotógrafo já de grande referência na época, realizou pela primeira vez, ainda nos anos 40, o still do filme It’s All True (É Tudo Verdade), do cineasta Orson Welles, assim, 10 anos depois, lança o livro Mucuripe onde eleva a figura do jangadeiro a ícone fotográfico. 

 

 

/// Sobre os convidados

 

Lua Alencar 

 

 

Comecei a fotografar no Curso de Publicidade e Propaganda onde tive contato com a fotografia de laboratório, aprendendo a manusear os químicos e a trabalhar logo no início da minha trajetória com a composição diretamente no negativo. Entretanto, enxergo na fotografia uma forma de conectar-me as questões de ordem humana e me interessa criar signos que problematizem o olhar para o mundo, buscando resignificar a maneira com que enxergamos a nós mesmos e também ao outro. 

 

Estudando Cinema e Audiovisual na Escola Pública do Vila das Artes, busco aprofundar-me nas linguagens da fotografia e do vídeo, tendo trabalhado como diretor de fotografia em curtas-metragens, videoclipes, além de ter colaborado na exposição vídeo-instalativa intitulada “A Conversa Infinita”, no Museu de Arte Contemporânea do Ceará.

 

A experiência com o cinema tem me impulsionado a enxergar novas maneiras de me relacionar com o mundo e com a arte, instigando-me a pensar num fazer artístico que se proponha a produzir imaginários poéticos que perpassem as questões políticas e estéticas evidentes na realidade social da cidade de Fortaleza.

 

 

Willian Ferreira

 

 

Willian Lincon Ferreira (22), é fotógrafo e músico. Carirense natural de Milagres-CE, é graduado em Filosofia e ex-aluno da Escola Porto Iracema das Artes. Hoje, sua principal pesquisa traça uma investigação acerca da relação entre o Tempo, a Fotografia e a cidade de Fortaleza.

 

“Me parece hoje necessário colocar em cheque a relação que a produção de imagens estabelece com o tempo e com o espaço da qual se dispõe. O tempo não se estabelece materialmente na realidade que pode ser apreendida pela fotografia, mas sim, naquilo não pode. A realidade não é – em sua totalidade - aquilo que é capturado pelo aparelho, mas sim aquilo o escapa, ela é tudo que desaparece, e se transforma, e se renova durante um processo que tem início a partir do instante em que se fecha o obturador. Após o click, o tempo não age na fotografia da mesma forma que segue agindo no mundo, e é exatamente o correr destas mutações, que eu gostaria de pôr à mesa. O que a Fotografia pode fazer por nós? Ou melhor, o que nós fotógrafos podemos, através da fotografia, fazer por Fortaleza e por nós mesmos? ”

 

 

Fernanda Oliveira

 

 

Fernanda Oliveira é fotógrafa e pesquisadora. Coordenadora do Museu da Fotografia Fortaleza MFF. Mestra em Comunicação e Linguagens – linha Fotografia e Audiovisual pela Universidade Federal do Ceará UFC (2012) e Especialista em Teorias da Comunicação e da Imagem pela Universidade Federal do Ceará (2008). Possui graduação em Comunicação Social pela Universidade de Fortaleza (2005) e ensina no curso de Comunicação (Jornalismo; Publicidade e Propaganda) e no curso de Design da FIC Faculdade Integrada do Ceará em Fortaleza (Grupo Estácio). Graduanda em Psicologia pela Universidade de Fortaleza UNIFOR (2012). É coordenadora de memória do Fórum da Fotografia Cearense e durante 3 anos assumiu a diretoria Executiva do IFOTO Instituto de Fotografia de Fortaleza. Como jornalista, Fernanda Oliveira foi reporter fotográfica do Jornal Diário do Nordeste.

 

Realizou, ainda, diversos trabalhos institucionais e documentais para organizações não-governamentais e outras empresas na área de fotografia e também na área de assessoria de comunição. Fernanda vem desenvolvendo outros projetos de experimentação estética e documental como: "Mulheres Líderes no Sertão Central do Ceará"; "Santa Terezinha – o morro de uma cidade" e "As Cores Violetas", os quais fora agraciada com seis prêmios e publicação de livros dos mesmos. Com o projeto "Sereias Mulheres do Mar" ganhou o prêmio internacional Latino Americano de fotografia na Colômbia 2013.

 

Fernanda teve os seus projetos expostos nos principais festivais de fotografia brasileiros como Fotoarte Brasília 2007 (Mulheres Líderes), FestfotoPOA 2010 (Sta Terezinha: o Morro de uma cidade; e o projeto As Cores Violetas), Paraty em Foco 2011 (As Cores Violetas), Paraty em Foco 2013 (Nos Caminhos da Caravana Farkas) e Prêmio Chico Albuquerque de Fotografia 2014 e Editais de Arte do Centro Cultural dos Correios 2015 com o projeto "Sereias: Mulheres do Mar". Finalista no Prêmio Marc Ferrez de Fotografia 2014. Ministrou Workshop de Documentário Imaginário na mostra paralela do Festival Outono Fotográfico 2016 na Espanha no Festival Território Expandido e na Imagem Brasil Fortaleza CE dentro do Encontros da Imagem 2016.

 

Dia 17 de maio de 2017, às 19h, no Auditório. Acesso gratuito.

 

 

 

 

 

 

 

 

[MÚSICA] Ultrajante Rock Brasileiro

 

O show "Ultrajante Rock Brasileiro" apresenta o melhor de três importantes bandas que influenciaram, de forma expressiva, o rock nacional: a irreverência do Ultraje a Rigor, com a banda Jesse GO; os hits dos Paralamos do Sucesso, com a banda Toca Fitas; e a poesia da Legião Urbana, com a banda Coda. Os grupos prometem uma noite recheada de boa música e emoção, numa viagem pelas canções e pelo universo do ultrajante rock brasileiro dos anos 1980.   

  

JESSE GO

Banda Cearense formada com intuitido de reproduzir as canções do Ultraje a Rigor, formada por Jorge Luis Coda nos vocais, Mário Brother nas Guitarras , Marcelo no Baixo e Ivanildo na bateria , mas que só reproduzir com fidelidade as canções a proposta da banda é levar o clima de descontração e Rock in roll que Roger Moreira e sua trupe traziam mas memoraveis apresentações do Ultraje.      

 

CODA

Formada em 1996 em Fortaleza / Ce, a banda se destaca pela extrema fidelidade com que executa as canções da Legião Urbana o que lhe abriu as portas para outras praças com espetáculos diversificados primando pela qualidade que lhe rendeu a adesão de um público cativo em suas apresentações. A banda participou de todos os grandes eventos de Fortaleza e no estado do Ceará, já se apresentou também em outros estados como Bahia, Piauí, Paraíba, Rio Grande do Norte e São Paulo sempre com ótima aceitação de público e crítica. Em 2006 a banda fez uma parceria com Marcelo Bonfá ex-baterista da Legião Urbana, fazendo alguns show´s com ele no Nordeste. Mantendo a base da sua formação original, com Jorge Luis Coda nas Guitarras, Marcelo Couto no Contra Baixo, Ivanildo Brasil na Bateria e Carlos Bandão no vocais, o  Coda hoje encara o desafio de entrar no mercado nacional com a maturidade adquirida em seus 20 anos de existência.

 

TOCA FITAS

Criada no inicio de 2017 com a finalidade de fazer um show impecável dos PARALAMAS DO SUCESSO por um grupo de amigos apaixonados por rock brasileiro, a TOCA FITAS idealizada por Gui Rodrigues (voz e guitarra) cantor e compositor , encara esse desafio de mostrar um show completo do Paralamas das guitarras aos metais num espetaculo que fará um tributo à obra dessa grande banda.

 

Dia 27 de maio de 2017, às 19h30, no Anfiteatro. Ingressos : R$ 30 e R$ 15 (meia). Classificação: Livre.





 





 

 

 

// TODA SEMANA NO DRAGÃO DO MAR

 

Feira Dragão Arte
Feira de artesanato fruto da parceria com Sebrae-CE e Siara-CE.
Sempre de sexta a domingo, das 17h às 22h, ao lado do Espelho d'Água. Acesso gratuito.

 

Planeta Hip Hop
Grupos promovem exibições de dança e música hip hop.
Todos os sábados, às 19h, na Arena Dragão do Mar. Gratuito.

 

Brincando e Pintando no Dragão do Mar
Brincadeiras e atividades infantis orientadas por monitores animam a criançada na Praça Verde.
Todos os domingos, das 16h às 19h, na Praça Verde. Gratuito.

 

Fuxico no Dragão
Atrações artísticas e uma feirinha com vinte expositores de produtos criativos em design, moda e gastronomia agitam as tardes de domingo.
Todos os domingos, das 16h às 20h, na Arena Dragão do Mar. Gratuito.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PLANETÁRIO RUBENS DE AZEVEDO [FECHADO PARA MANUTENÇÃO]




Foto: Marina Cavalcante

 

 

O Planetário Rubens de Azevedo é um espaço de entretenimento e formação pedagógica através de caráter transdisciplinar em Astronomia. Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia).

 

 

Sessões

 

O ABC do Sistema Solar
Três crianças estão observando as estrelas quando percebem uma "estrela cadente" e logo uma delas faz um pedido: o desejo de fazer uma viagem até a Lua. De repente, as crianças são teletransportadas para uma nave espacial chamada "Observador". Após superar o medo inicial, elas fazem uma rica viagem pelo Sistema Solar visitando os planetas. Durante a viagem, elas são teletransportadas para Marte e também Vênus, e passam por dentro dos anéis de Saturno. No final, fazem uma perigosa aproximação do Sol.

 

Nos Limites do Oceano Cósmico
A sessão faz uma alusão às perigosas viagens marítimas de antigamente, onde velejar até à "borda do mundo" era algo temido e perigoso. Mas os corajosos Colombo e Magalhães fizeram a tal viagem e descobriram que a Terra é redonda. A apresentação leva o visitante a uma viagem no tempo e espaço até os limites do Universo, descobrindo sua estrutura e também a nossa pópria gênese. É uma fascinante viagem através de impressionantes efeitos especiais em animações de imagens digitais.

 

 

 Sessões aos sábados e domingos:
18h - O ABC do Sistema Solar (sessão infanto-juvenil) 
19h - Nos Limites do Oceano Cósmico - sessão juvenil-adulto

 

 

Atenção:  É obrigatória a apresentação de documento que comprove o parentesco do responsável com a criança menor de 10 (dez) anos de idade no ato de compra do ingresso de qualquer evento/espetáculo do Centro Dragão do Mar. Esta é uma determinação da Justiça do Estado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CINEMA DO DRAGÃO


 

A programação regular do Cinema do Dragão é definida semanalmente, sob a curadoria de Pedro Azevedo.

 

Informações: 3219.5899 
www.dragaodomar.org.br
programacaocinema@dragaodomar.org.br
Twitter: @cinemadodragao
Facebook: Cinema do Dragão-Fundação


 Ingressos na Bilheteria do Cinema do Dragão -Fundação R$ 14,00 (inteira) e R$ 7,00 (meia). A bilheteria funciona de terça a domingo, das 14h às 22h.

 

 

Também têm direito à meia da meia-entrada, no valor de R$ 3,50, estudantes da Escola Porto Iracema das Artes e da Escola de Artes Thomaz Pompeu Sobrinho e alunos de audiovisual do Centro Cultural Bom Jardim, da UFC, UNIFOR e da Vila das Artes, mediante apresentação de comprovante de matrícula.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DO CEARÁ – MAC-CE

 

 

 

Exposição "O fotógrafo Chico Albuquerque, 100 anos"

 

 

A mais completa mostra sobre a obra de um dos grandes nomes da fotografia no Brasil pode ser visitada até o dia 02 de julho no Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC) do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Realizada pelo Instituto Moreira Salles (IMS), do Rio de Janeiro, e a Terra da Luz Editorial, do Ceará, a exposição "O fotógrafo Chico Albuquerque, 100 anos", apresenta cerca de 400 fotografias, além de objetos, livros, recortes, exibição de filmes ("It's All True", "Cangaceiros"), documentários sobre ele, vídeo sobre o livro Mucuripe, entrevistas, entre outros.


Nascido há 100 anos (25 de abril de 1917) e falecido há 16 (26 de dezembro de 2000), "Seu Chico" como era chamado por tantos amigos, colegas e admiradores de sua obra, foi o precursor da fotografia na publicidade no Brasil e fez escola com sua arte que foi, é e será sempre uma grande referência. O pioneirismo, suas múltiplas habilidades e seu extremo domínio da luz e da técnica o levaram ao patamar de mestre de gerações de fotógrafos Brasil afora. "Essa exposição pretende apresentar ao público a maestria de Chico Albuquerque, que teve uma rica trajetória de mais de 65 anos na fotografia brasileira", diz Patricia Veloso, da Terra da Luz, que divide a curadoria com Sérgio Burgi, do IMS.


Muitas fotografias são expostas pela primeira vez no Ceará. Elas são parte do acervo de cerca de 75 mil imagens produzidas pelo fotógrafo cearense em São Paulo entre 1947 e 1975, que está preservado na Reserva Técnica Fotográfica do Instituto Moreira Salles por meio de convênio com o Museu da Imagem e do Som de São Paulo. Esse material foi digitalizado no IMS, que fez, em seguida, um minucioso trabalho de recuperação das imagens, boa parte delas bastante degradadas. Outra parte da exposição é composta por fotografias mantidas no Ceará, sendo, pois, um encontro de acervos, dando uma visão de toda a obra, resultando na mais completa mostra já realizada sobre ele.

 

 


"O fotógrafo Chico Albuquerque, 100 anos" apresenta as várias fases de sua vida e obra. Uma das salas lembra o período de 1934 a 1945, que são os primeiros anos da ABAFILM, fundada em Fortaleza por seu pai, Adhemar Bezerra de Albuquerque, e o início da carreira profissional de Chico, que esteve à frente do estúdio da empresa de fotografia do pai. É dessa época o trabalho de still do filme It's All True, do cineasta Orson Welles, do qual participou Chico Albuquerque, e os registros do cangaço feitos por Benjamim Abrahão, cujo serviço foi contratado pela ABAFILM.


Em 1945 Chico Albuquerque mudou-se para São Paulo, onde abriu seu estúdio e destacou-se como um dos melhores retratistas do país, tornando-se um ícone da fotografia publicitária no Brasil, atividade que iniciou em 1949 junto às maiores agências de publicidade nacionais e internacionais.


Do período que residiu em São Paulo datam a série de cerca de 50 retratos de artistas, políticos e outras personalidades, as fotografias de arquitetura, moda, indústria automobilística e as imagens urbanas da capital paulista, produzidas nas décadas de 1960 e 1970, nunca expostas em Fortaleza. Na mostra há também um espaço dedicado ao fotoclubismo, movimento que participou como membro do Foto Cine Clube Bandeirante e que projetou a fotografia brasileira no cenário internacional.


Mucuripe, Frutas e Jericoacoara - Do acervo que permanecem no Ceará, estão séries como Frutas, de 1978, Jericoacoara, sendo esteo último ensaio que realizou, em 1985, e Mucuripe, a famosa documentação sobre os jangadeiros na praia de Fortaleza registrada por Chico Albuquerque em duas épocas distintas. A primeira vez foi em 1952, gerando uma grande repercussão nacional, com exposição no MASP e divulgação em revista de circulação nacional. A segunda, 36 anos depois, em 1988, cujas fotografias compuseram a primeira publicação do livro Mucuripe, lançado no ano seguinte. Editora e curadora também dos livros sobre a obra de Chico Albuquerque, Patricia Veloso lembra que as duas primeiras edições de Mucuripe tiveram o acompanhamento do fotógrafo nos serviços de impressão em São Paulo.

 

 

Recortes e afetos - A exposição reserva um espaço que é chamado pelos curadores como Sala dos Afetos, com registros de pessoas que fotografaram Chico Albuquerque, fotos pessoais, da família e lugares onde morou.

 

 

 Em cartaz até o dia 2 de julho de 2017, no MAC-CE. Visitação: terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.

 

 

 

 

 

 

 

MUSEU DA CULTURA CEARENSE – MCC

 


Museu da Cultura Cearense é um museu etnográfico que tem como proposta promover a difusão, a fruição e a apropriação do Patrimônio Cultural do Estado do Ceará, aplicando ações museológicas de pesquisa, preservação e comunicação, visando à inclusão e ao desenvolvimento sociocultural.

 

 

 

 

 

Exposição "Miolo de Pote: a cerâmica cearense primitiva e atual" [Salas 3 e 4]

 

 

Reunindo uma série de peças feitas de barro, a mostra apresenta o dinamismo e a vivacidade desta arte ancestral e milenar, no Ceará, além de trazer ainda a contribuição de artistas plásticos e visuais como Bosco Lisboa, Gentil Barreira e Tiago Santana.

 

Potes, panelas, alguidar, caco de torrar café, brinquedos. A exposição Miolo de Pote revela um Ceará uno e múltiplo, similar e diverso, em dia com as heranças indígenas, africanas, ibéricas. “Primitiva e atual, a arte no barro mantém características próprias em cada localidade ou região, seja no tipo de material, no desenho, nas técnicas, seja no resultado final”, define a curadora Dodora Guimarães. Além dela, a mostra tem ainda a contribuição curatorial da historiadora e diretora de museus do Centro Dragão do Mar, Valéria Laena.

 

Miolo de Pote reúne, sobretudo, duas coleções públicas: a do Museu da Cultura Cearense (Instituto Dragão do Mar), feita entre 1997 e 1998, que cobriu a Região do Cariri, Saboeiro e Iguatu; e a da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Governo do Estado do Ceará), adquirida em 2005 e 2006, durante o Projeto Secult Itinerante, que percorreu todo o Estado. Algumas peças advindas do Projeto Comida e da exposição O Fabuloso Mundo do Barro, ambos do MCC, enriquecem a mostra que conta ainda com a participação dos artistas plásticos e visuais Bosco Lisboa, Gentil Barreira, Liara Leite, Sabyne Cavalcanti, Tiago Santana, Tércio Araripe, Terry Araújo e Túlio Paracampos.

 

 

Instalação de Bosco Lisboa
Em julho de 2016, o MCC e o artista Bosco Lisboa desenvolveram uma oficina gratuita, aberta ao público, cujas peças produzidas agora são parte de uma instalação inédita, nesta exposição. Nas aulas ministradas de 19 a 22 de julho, no ateliê da Praça Verde do Dragão do Mar, o artista ensinou as técnicas para se trabalhar com argila.

 

 

Natural de Juazeiro do Norte (CE), Bosco desenvolveu, por mais de dez anos, uma pesquisa com artesãos do Sítio Touro e do bairro Tiradentes, tradicionais redutos da cerâmica de sua cidade natal. Em 1994, passou a moldar o barro tendo em vista sua relação com o cotidiano. Por seu trabalho, recebeu menção honrosa no Salão dos Novos em 1993, em Fortaleza. Entre as exposições coletivas de que participou, destacam-se 1ª Bienal do Cariri (Juazeiro do Norte, 2001), Bienal Naif’s (Sesc Piracicaba, 2004) e Projeto Abolição Tudo É de Barro, no Centro Cultural do Abolição (Fortaleza, 2005).

 

 Em cartaz até maio de 2017, no Piso Intermediário do MCC. Visitação de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.

 

 

 

 

 

 

Exposição Vaqueiros

 

Foto: Marina Cavalcante

 

 

Exposição lúdica, de caráter didático, percorre o universo do vaqueiro a partir da ocupação do território cearense pela pecuária até a atualidade. Utiliza cenografia, imagens e objetos ligados ao cotidiano do vaqueiro.

 

No Piso Inferior do Museu da Cultura Cearense. Aberto somente para visitas agendadas. Contato: (85)3488.8621. E-mail: agendamentomuseus@gmail.com.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 NÚCLEO DE AÇÃO EDUCATIVA DO MCC

 

 

Partindo das especificidades de um museu etnográfico, o Núcleo de Ação Educativa do MCC objetiva formar educadores para atender ao público agendado e espontâneo. Composto por uma equipe multidisciplinar realiza mediações com as mais variadas temáticas relacionadas à cultura popular trazida pelas suas exposições.

 


Mediações
Os educadores do MCC proporcionam as seguintes mediações aos seus visitantes:

 

Mediação simples: mediação rápida, mais orientadora, destinada ao público não agendado e espontâneo. Duração de 15 a 20 min. O visitante deve solicitar aos educadores do museu esta mediação.

 

Mediação ampliada: mediação problematizadora, formadora, que instiga o visitante a refletir de forma crítica sobre a exposição. Duração de até 1h30min. Direcionada principalmente a grupos previamente agendados pois exige planejamento.

 

Mediação com oficina: mediação mais prolongada, pois além de ter como ponto central a reflexão, nesta visita atividades de arte-educação são vivenciadas. Por exemplo: teatro de fantoche, desenho, contação de história, roda de conversa e oficinas de acordo com a exposição em cartaz. Duração de até 2h.

 

 

 O agendamento dos museus do CDMAC pode ser feito de segunda a sexta, das 9h às 17h. Não é fornecido transporte.

Contato: (85)3488.8621
E-mail: agendamentomuseus@gmail.com

 

 Visitas mediadas para portadores de deficiência auditiva, com intérprete de Libra: sextas-feiras, das 12h às 18h30.

 

 

 

 

 

 

 

 

[PROJETO ANUAL] AMPLIANDO OS OLHARES / DIALOGANDO COM A OBRA
Visitas mediadas para o público espontâneo, sem necessidade de agendamento prévio.

 

É imensurável a diversidade de experiências e aprendizados dos diferentes públicos quando visitam exposições. Os acervos expostos costumam suscitar inúmeras questões: de onde veio? Quem fez? Qual significado? Por que está neste lugar? Para alguns, o diálogo com o educador é essencial para significar o acervo exibido.

 

Todas e todos os (as) interessados (as) em “ampliar os olhares” para as exposições do MCC e “dialogar” com o acervo por meio de atividades diversas (oficinas, contações de história, cine clube, jogos, descoberta dirigida, etc) estão convidados a participar desta programação.

 

QUANDO: aos finais de semana, a partir das 18h 
ONDE: Nas exposições do MCC
QUEM MEDIA: Educadores do MCC.
PÚBLICO ALVO: Famílias, amigos, casais, crianças, estudantes. Público livre.
GRATUITO
Informações: 85 3488.8621 ou educamcc@gmail.com

 

 

 

 

 

 

[PROJETO ANUAL] MUSEU VAI À ESCOLA
Projeto que leva o MCC e a educação patrimonial para dentro da sala de aula.

 

O “Museu vai à Escola” é uma ação voltada para jovens estudantes dos diferentes níveis de ensino. Sua proposta é contribuir, a partir de reflexões e atividades sobre o patrimônio cultural do Estado do Ceará, com uma educação que aponte para questões recorrentes na sociedade atual suscitadas pelas exposições e acervo do MCC, estimulando os estudantes a pensar sobre o patrimônio cultural brasileiro e fazê-los reconhecer e respeitar a diversidade cultural dos povos e de sua própria localidade, através de ações interdisciplinares em parceria com professores.

 

A atividade é realizada em dois encontros: no primeiro, a equipe do Núcleo Educativo do MCC vai até a escola. Lá, com suporte de materiais didáticos como quadros, imagens ampliadas, réplicas de obras do acervo, fotografias, dentre outros, os educadores realizam discussões dirigidas, palestras e oficinas com a turma, com foco no conteúdo supracitado. Encerra-se esta etapa com a apresentação do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, do Museu da Cultura Cearense e de suas exposições. O segundo encontro (não obrigatório) é realizado com a visita da turma as exposições do MCC.

 

COMO LEVAR O MCC À MINHA ESCOLA?
Os professores, coordenadores pedagógicos e demais interessados em realizar a ação com suas turmas devem entrar em contato com o Núcleo Educativo do MCC pelo telefone 85 3488.8621 ou pelo e-mail educamcc@gmail.com para agendar a atividade. GRATUITO.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CENTRO DRAGÃO DO MAR DE ARTE E CULTURA

Rua Dragão do Mar 81, Praia de Iracema - CEP: 60060-390 - Fortaleza/CE - CNPJ: 02.455.125/0001-31
Informações gerais: 55 (85) 3488 8600 / 55 (85) 3488 8608