PROGRAMAÇÃO
PROGRAMAÇÃO
ProgramasPorto Dragão Sessions

 

O Porto Dragão Sessions tem por objetivo criar conteúdo em música e distribuí-lo em plataformas digitais, com o intuito de fomentar a produção artística musical do Ceará.

Para a primeira edição, o programa selecionou quinze bandas profissionais e artistas - cearenses ou residentes no Estado - por meio de uma convocatória on-line. 

O processo de seleção contou com 133 inscritos e 6 curadores de fora do estado convidados pelo Instituto Dragão do Mar.

Integraram a comissão: Alexandre Matias (Trabalho Sujo); Pena Schimidt; (Produtor Musical ) Fabiana Batistela; (Agência Inker) Arthur Fritzgibbon; (ONErpm) Daniel Ganjaman; (Produtor musical do Criolo) e Roberta Martinelli (Cultura Livre/ Rádio Eldorado).

 

 

O programa terá 26 minutos de duração e oferece sessões ao vivo dos artistas mescladas com entrevistas realizadas pelo apresentador Daniel Peixoto.

A primeira temporada será composta por 15 programas, onde cada grupo apresenta duas músicas. 

O Porto Dragão Sessions terá dois formatos, um para TV aberta, outro para reprodução em plataformas de vídeo como YouTube e Vimeo.

 

 

 

A Marrevolto Filmes atua no audiovisual há mais de 10 anos. Os primeiros trabalhos aconteceram quando ainda faziam parte da produtora

Alumbramento, que tem como foco o cinema independente. Desde 2008, os filmes desenvolvidos pela Marrevolto Filmes vem ganhando

destaque no cinema nacional, com exibições e prêmios em importantes festivais dentro e fora do país, e acumulando experiências em ações

voltadas para a formação em audiovisual e na realização de mostras e cineclubes. Um dos destaques de 2018 foi o lançamento do longa

 'Inferninho', dirigido por Guto Parente e Pedro Diógenes, no Festival de Rotterdam, na Holanda.

 

 

O Apresentador Daniel Peixoto é um artista completo. Chamado de "príncipe brasileiro do electro" pela MTV de NYC,

o cearense realizou seu primeiro projeto artístico em 2005 com o duo de electro punk Montage. De lá pra cá, foi elogiado por

Justin Timberlake e tido como o novo David Bowie pelo jornal inglês The Guardian. O artista ganhou o prêmio Dynamite de Música

Independente como melhor álbum eletrônico de 2012, com o disco "Mastigando Humanos". Daniel já foi apresentador de programas

na MTV nos anos 2000 e volta agora para o audiovisual como apresentador do programa Porto Dragão Sessions.

 

 

A cena musical cearense está em efervescência. Grandes nomes estão despontando no cenário nacional e

uma das características que mais chama atenção é a canção. Quem faz muito bem esse trabalho é o compositor e cantor cearense Daniel Groove.

Sua carreira se iniciou com a banda de rock-pop " O sonso".  Morou 10 anos em São Paulo, onde desenvolveu carreira solo e gravou dois álbuns solos

elogiados pela crítica, com indicações e prêmios e tocou em importantes festivais como o Lollapalooza, em 2017.

Com mais de 20 anos de carreira, Groove transita pelo rock, brega e pela MPB. 

 

 

 

Em todo país o rap vive seu melhor momento. Muitos artistas vêm se destacando nesse cenário e no Ceará não é diferente.

Erivan Produtos do Morro é um dos nomes mais representativos e veteranos do rap cearense. Influenciado pelos tios repentistas,

iniciou sua carreira ainda criança, aos 12 anos de idade, quando gravou sua primeira demo tape. Em 2006, fundou o primeiro estúdio

especializado em rap do Ceará de onde foram produzidos mais de 40 cds. Erivan influencia a nova geração de rappers como é o caso do LPO,

natural de Sobral, que teve sua primeira ligação com o hip hop no ano de 2008, quando ainda era dançarino de break. O rapper sobralense inicia sua carreira solo, com um rap

harmonioso baseado em suas próprias experiências. Na música 'Terra seca' o artista usa o rap para falar dos dilemas da escassez do sertão.

 

 

As vozes femininas cearenses no estado estão representadas pela música e a força de cantoras como Lorena Nunes e Soledad. Lorena é filha de paraenses, nascida no Rio de Janeiro e criada em Fortaleza. A artista teve grande repercussão em seu primeiro disco, lançado em 2014, o ''Ouvi dizer que lá faz sol'', que traz composições de artistas cearenses e influências do soul, r&b, reggae, samba e afrobeat. Soledad, uma das escolhidas para compor a trilha sonora de abertura das Olimpíadas, é feminista, performática e trouxe em seu primeiro disco, intitulado ''Portentosa'', um som melancólico e arrebatador.

 

 

A música Instrumental vem ganhando espaço nos últimos anos, no Ceará. São muitos festivais e instrumentistas dedicados a

apresentar novos gêneros musicais, como é o caso da banda Astronauta Marinho. Formada em 2011,

fazem um som post-rock permeado por synth. O último disco, "Perspecta", é uma reflexão sobre a vida cotidiana

e urbana de cada um dos membros da banda.

 

 

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